Foram encontradas 80 questões.
Um cientista empenhado em pesquisa — no campo
da física, por exemplo — pode atacar diretamente o problema
que enfrenta. Pode penetrar, de imediato, no cerne da questão,
isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No segundo período do segundo parágrafo, a eliminação das vírgulas que isolam o vocábulo “talvez” não prejudicaria a correção gramatical do texto.
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da física, por exemplo — pode atacar diretamente o problema
que enfrenta. Pode penetrar, de imediato, no cerne da questão,
isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o segmento “por que” (último período do primeiro parágrafo) poderia ser substituído por pela qual.
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sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No primeiro parágrafo, o sujeito da forma verbal “conta” (terceiro período) retoma “Um cientista empenhado em pesquisa” (primeiro período).
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isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
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Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No primeiro período do terceiro parágrafo, a palavra “afastados” está flexionada no masculino e no plural porque concorda com o termo “problemas”.
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sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No primeiro parágrafo, o emprego do vocábulo “sempre” confere um tom categórico ao terceiro período.
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isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
Há no texto trechos argumentativos, como se observa, por exemplo, no terceiro parágrafo, em que o autor defende a posição de que a filosofia é capaz de apresentar problemas genuínos.
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que enfrenta. Pode penetrar, de imediato, no cerne da questão,
isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
O texto concentra-se na ideia de que a pesquisa científica é mais democrática que o trabalho filosófico, uma vez que o cientista pode delegar a outras pessoas a tarefa de adequar sua contribuição ao quadro geral do conhecimento científico.
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da física, por exemplo — pode atacar diretamente o problema
que enfrenta. Pode penetrar, de imediato, no cerne da questão,
isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No último período do segundo parágrafo, a substituição do termo “se”, em “saber se”, pelo vocábulo que acarretaria alteração de sentido, mas não prejudicaria a correção gramatical do texto.
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- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
A inteligência artificial (IA) é um tópico frequente de
discussão desde o aumento da popularidade de ferramentas como
o ChatGPT. Uma análise do Fundo Monetário Internacional
(FMI) abrangendo diferentes países avaliou que, no Brasil, 41%
dos empregos têm alta exposição à IA. Esse critério do estudo —
exposição de empregos à IA — engloba tanto trabalhos que vão
se beneficiar da tecnologia como aqueles que estarão ameaçados
por ela no futuro.
Para avaliar se o impacto da IA será bom ou ruim
no mercado de trabalho, o relatório do FMI criou outra categoria:
a complementaridade. Empregos com alta complementaridade
são aqueles que se beneficiarão com a IA, mas não serão extintos
por ela. Por exemplo, profissionais como administradores ou
advogados terão grandes ganhos de produtividade com a IA. Suas
atividades não estarão ameaçadas, pois a execução delas sempre
dependerá de um grande componente humano. Já os empregos de
baixa complementaridade são os mais ameaçados pela IA,
uma vez que podem ser totalmente substituídos pelas novas
tecnologias, dada a pouca necessidade de um componente
humano. É o caso de operadores de telemarketing.
É nesse ponto que a IA pode fazer crescer a desigualdade
social. Conforme o FMI, trabalhadores com mais educação e
mais jovens têm melhores condições de encontrar empregos de
alta complementaridade (beneficiados pela IA); os com menos
escolaridade e mais velhos estarão mais sujeitos a empregos de
baixa complementaridade (ameaçados pela IA).
Segundo o FMI, para aproveitar plenamente o potencial
da IA, cada país deve estabelecer suas prioridades de acordo com
seu nível atual de desenvolvimento. As economias de mercado
emergentes avançadas e mais desenvolvidas devem investir
na inovação e integração da IA ao mesmo tempo em que
promovem quadros regulamentares adequados para otimizar
os benefícios do aumento de sua utilização. Para as economias de
mercados emergentes e em desenvolvimento menos preparadas,
a criação de infraestruturas e a construção de uma força de
trabalho digitalmente qualificada são fundamentais. Para todas
as economias, as redes de segurança social e a reciclagem
dos trabalhadores ameaçados pela IA são cruciais para garantir
a inclusão.
Internet: <bbc.com> (com adaptações).
No último período do primeiro parágrafo, a substituição dos travessões por parênteses preservaria tanto a coesão textual quanto a correção gramatical do texto.
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A inteligência artificial (IA) é um tópico frequente de
discussão desde o aumento da popularidade de ferramentas como
o ChatGPT. Uma análise do Fundo Monetário Internacional
(FMI) abrangendo diferentes países avaliou que, no Brasil, 41%
dos empregos têm alta exposição à IA. Esse critério do estudo —
exposição de empregos à IA — engloba tanto trabalhos que vão
se beneficiar da tecnologia como aqueles que estarão ameaçados
por ela no futuro.
Para avaliar se o impacto da IA será bom ou ruim
no mercado de trabalho, o relatório do FMI criou outra categoria:
a complementaridade. Empregos com alta complementaridade
são aqueles que se beneficiarão com a IA, mas não serão extintos
por ela. Por exemplo, profissionais como administradores ou
advogados terão grandes ganhos de produtividade com a IA. Suas
atividades não estarão ameaçadas, pois a execução delas sempre
dependerá de um grande componente humano. Já os empregos de
baixa complementaridade são os mais ameaçados pela IA,
uma vez que podem ser totalmente substituídos pelas novas
tecnologias, dada a pouca necessidade de um componente
humano. É o caso de operadores de telemarketing.
É nesse ponto que a IA pode fazer crescer a desigualdade
social. Conforme o FMI, trabalhadores com mais educação e
mais jovens têm melhores condições de encontrar empregos de
alta complementaridade (beneficiados pela IA); os com menos
escolaridade e mais velhos estarão mais sujeitos a empregos de
baixa complementaridade (ameaçados pela IA).
Segundo o FMI, para aproveitar plenamente o potencial
da IA, cada país deve estabelecer suas prioridades de acordo com
seu nível atual de desenvolvimento. As economias de mercado
emergentes avançadas e mais desenvolvidas devem investir
na inovação e integração da IA ao mesmo tempo em que
promovem quadros regulamentares adequados para otimizar
os benefícios do aumento de sua utilização. Para as economias de
mercados emergentes e em desenvolvimento menos preparadas,
a criação de infraestruturas e a construção de uma força de
trabalho digitalmente qualificada são fundamentais. Para todas
as economias, as redes de segurança social e a reciclagem
dos trabalhadores ameaçados pela IA são cruciais para garantir
a inclusão.
Internet: <bbc.com> (com adaptações).
No último parágrafo, os termos “plenamente” (primeiro período) e “digitalmente” (penúltimo período) exercem a função sintática de adjunto adverbial, referindo-se o primeiro a um verbo — “aproveitar” — e o segundo, a um adjetivo — “qualificada”.
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