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Um cientista empenhado em pesquisa — no campo
da física, por exemplo — pode atacar diretamente o problema
que enfrenta. Pode penetrar, de imediato, no cerne da questão,
isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No terceiro período do segundo parágrafo, a expressão “o fato geralmente reconhecido” retoma, por coesão, “algo semelhante”.
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Um cientista empenhado em pesquisa — no campo
da física, por exemplo — pode atacar diretamente o problema
que enfrenta. Pode penetrar, de imediato, no cerne da questão,
isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No primeiro período do último parágrafo, a expressão “passam por” está empregada com o mesmo sentido de perpassam.
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isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No segundo período do segundo parágrafo, a eliminação das vírgulas que isolam o vocábulo “talvez” não prejudicaria a correção gramatical do texto.
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isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
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Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o segmento “por que” (último período do primeiro parágrafo) poderia ser substituído por pela qual.
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sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
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No primeiro parágrafo, o sujeito da forma verbal “conta” (terceiro período) retoma “Um cientista empenhado em pesquisa” (primeiro período).
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sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No primeiro período do terceiro parágrafo, a palavra “afastados” está flexionada no masculino e no plural porque concorda com o termo “problemas”.
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sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No primeiro parágrafo, o emprego do vocábulo “sempre” confere um tom categórico ao terceiro período.
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sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
Há no texto trechos argumentativos, como se observa, por exemplo, no terceiro parágrafo, em que o autor defende a posição de que a filosofia é capaz de apresentar problemas genuínos.
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isto é, no cerne de uma estrutura organizada. Com efeito, conta
sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
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Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
O texto concentra-se na ideia de que a pesquisa científica é mais democrática que o trabalho filosófico, uma vez que o cientista pode delegar a outras pessoas a tarefa de adequar sua contribuição ao quadro geral do conhecimento científico.
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sempre com a existência de uma estrutura de doutrinas científicas
já existentes e com uma situação-problema que é reconhecida
como problema nessa estrutura. Essa é a razão por que pode
entregar a outros a tarefa de adequar ao quadro geral
do conhecimento científico a sua contribuição.
O filósofo vê-se em posição diversa. Ele não se coloca
diante de uma estrutura organizada, mas, antes, em face de algo
que semelha um amontoado de ruínas (embora, talvez, haja
tesouros ocultos). Não lhe é dado apoiar-se no fato de existir
uma situação-problema, geralmente reconhecida como tal, pois
não existir algo semelhante é possivelmente o fato geralmente
reconhecido. Com efeito, tornou-se agora questão frequente, nos
círculos filosóficos, saber se a filosofia chegará a colocar
um problema genuíno.
Apesar de tudo, há quem acredite que a filosofia possa
colocar problemas genuínos acerca das coisas e quem, portanto,
ainda tenha a esperança de ver esses problemas discutidos, e
afastados aqueles monólogos desalentadores que hoje passam por
discussão filosófica. Se, por acaso, se julgam incapazes de aceitar
qualquer das orientações existentes, tudo o que lhes resta fazer é
começar de novo, desde o princípio.
Karl Popper. A lógica da pesquisa científica.
Tradução: Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota.
São Paulo: Editora Cultrix, 2008, p. 23 (com adaptações).
No último período do segundo parágrafo, a substituição do termo “se”, em “saber se”, pelo vocábulo que acarretaria alteração de sentido, mas não prejudicaria a correção gramatical do texto.
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