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3585399 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir.

No poema descreve-se, entre outras cenas, a retirada do navio de um cadáver que é jogado no oceano.

 

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3585398 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir.

Identifica-se o emprego de metáfora no verso “— Férrea, lúgubre serpente —”.

 

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3585397 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir.

As imagens descritas na primeira estrofe traduzem cenas de pavor ocorridas em uma senzala.

 

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3585396 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir.

No primeiro verso do poema, o termo “dantesco” tem o mesmo sentido do vocábulo caótico.

 

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3585395 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar
(...)
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
(...)
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
(...)
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir.

O verso “Auriverde pendão de minha terra,” consiste em uma alusão perifrástica à bandeira brasileira.

 

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3585394 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Índios
Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)
Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item.

O conteúdo do segmento “(...) quem tem mais do que precisa ter / Quase sempre se convence que não tem o bastante” pode ser resumido coerentemente, de acordo com os sentidos do texto, como os abastados acreditam que têm menos do que necessitam.

 

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3585393 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Índios
Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)
Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item.

Identifica-se paradoxo em cada um dos seguintes versos: “Que o que aconteceu ainda está por vir” / “E o futuro não é mais como era antigamente”.

 

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3585392 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Índios
Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)
Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item.

Os segmentos “ao menos uma vez”, “mais simples” e “mais importante” classificam-se no texto como locuções adjetivas.

 

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3585391 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Índios
Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)
Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item.

A repetição da expressão “Quem me dera, ao menos uma vez” em versos da letra da canção caracteriza a figura de linguagem denominada anáfora.

 

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3585390 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Índios
Legião Urbana
Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
(...)
Quem me dera, ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
(...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício de insistir
Nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da letra da canção Índios, interpretada pela banda Legião Urbana, julgue o próximo item.

Nos dois últimos versos, as formas verbais flexionadas na primeira pessoa do singular estão no mesmo tempo verbal.

 

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