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Da tomada para a estrada
Dois modelos de veículo de uma montadora italiana,
movidos a energia elétrica, já estão prontos para rodar.
Os protótipos foram desenvolvidos no Brasil pela empresa
Itaipu Binacional, com o objetivo de nacionalizar a
tecnologia de produção de carros elétricos. Basta colocá-los
na tomada por um período de oito horas para que eles
estejam aptos a rodar aproximadamente 120 km.
Os deslocamentos podem ser velozes, já que os veículos
conseguem atingir uma velocidade de até 130 km por hora.
O detalhe mais animador é que, para isso, se gasta de quatro
a cinco vezes menos do que se forem utilizados combustíveis
convencionais, como o álcool ou a gasolina.
O motorista que experimentar dirigir os protótipos
não deverá estranhá-los. “É muito simples guiá-los, pois as
diferenças em relação aos carros tradicionais são mínimas”,
explica o engenheiro eletricista Celso Novais, coordenador
geral brasileiro do projeto Veículo Elétrico. “A principal
distinção é que não existe partida. O veículo liga como se
fosse acionado por um interruptor.” Segundo Novais, quando
está parado — em um congestionamento, por exemplo —, o
veículo não consome energia. “A bateria que o alimenta
é totalmente reciclável e pode ser recarregada cerca de
1.500 vezes.”
O coordenador do projeto destaca o aspecto
econômico como uma das grandes vantagens do carro
elétrico, ao compará-lo com um veículo movido a gasolina.
“Com um litro do combustível, é possível percorrer 15 km
em média. No entanto, se o mesmo valor gasto com essa
quantidade de gasolina for empregado na compra de energia
elétrica, é possível rodar cerca de 40 km.” Além de enfatizar
as vantagens econômicas, Novais salienta os incontestáveis
benefícios ambientais. “O carro elétrico não faz barulho nem
polui a atmosfera, já que não emite gás carbônico ou
qualquer outra substância química.”
Jaqueline Bartzen . Ciência Hoje . Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue os itens de 1 a 10.
O texto é uma reportagem sobre os veículos movidos a energia elétrica que estão sendo usados no Brasil.
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Da tomada para a estrada
Dois modelos de veículo de uma montadora italiana,
movidos a energia elétrica, já estão prontos para rodar.
Os protótipos foram desenvolvidos no Brasil pela empresa
Itaipu Binacional, com o objetivo de nacionalizar a
tecnologia de produção de carros elétricos. Basta colocá-los
na tomada por um período de oito horas para que eles
estejam aptos a rodar aproximadamente 120 km.
Os deslocamentos podem ser velozes, já que os veículos
conseguem atingir uma velocidade de até 130 km por hora.
O detalhe mais animador é que, para isso, se gasta de quatro
a cinco vezes menos do que se forem utilizados combustíveis
convencionais, como o álcool ou a gasolina.
O motorista que experimentar dirigir os protótipos
não deverá estranhá-los. “É muito simples guiá-los, pois as
diferenças em relação aos carros tradicionais são mínimas”,
explica o engenheiro eletricista Celso Novais, coordenador
geral brasileiro do projeto Veículo Elétrico. “A principal
distinção é que não existe partida. O veículo liga como se
fosse acionado por um interruptor.” Segundo Novais, quando
está parado — em um congestionamento, por exemplo —, o
veículo não consome energia. “A bateria que o alimenta
é totalmente reciclável e pode ser recarregada cerca de
1.500 vezes.”
O coordenador do projeto destaca o aspecto
econômico como uma das grandes vantagens do carro
elétrico, ao compará-lo com um veículo movido a gasolina.
“Com um litro do combustível, é possível percorrer 15 km
em média. No entanto, se o mesmo valor gasto com essa
quantidade de gasolina for empregado na compra de energia
elétrica, é possível rodar cerca de 40 km.” Além de enfatizar
as vantagens econômicas, Novais salienta os incontestáveis
benefícios ambientais. “O carro elétrico não faz barulho nem
polui a atmosfera, já que não emite gás carbônico ou
qualquer outra substância química.”
Jaqueline Bartzen . Ciência Hoje . Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue os itens de 1 a 10.
De acordo com o texto, é correto inferir que a bateria dos veículos elétricos só será reciclada se apresentar defeito.
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
seguem.
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
Qualquer procedimento instaurado para apuração de prática em desrespeito às normas éticas será mantido com a chancela de reservado, até que seja concluído.
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
seguem.
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
seguem.
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
seguem.
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
A comissão de ética pública deve ser integrada por sete brasileiros que preencham os requisitos de idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
seguem.
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
O mandato dos membros da comissão de ética pública é de três anos, não coincidentes, permitida uma única recondução.
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