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Analise as afirmativas abaixo com base na
Lei nº 11.107, de 2005, que dispõe sobre normas
gerais de contratação de consórcios públicos.
1. O consórcio público constituirá fundação pública ou pessoa jurídica de direito público. 2. São proibidos consórcios públicos na área de saúde. 3. Para o cumprimento de seus objetivos, o consórcio público poderá firmar convênios. 4. A União apenas participará de consórcios públicos quando também façam parte todos os Estados em cujos territórios estejam situados os Municípios consorciados.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. O consórcio público constituirá fundação pública ou pessoa jurídica de direito público. 2. São proibidos consórcios públicos na área de saúde. 3. Para o cumprimento de seus objetivos, o consórcio público poderá firmar convênios. 4. A União apenas participará de consórcios públicos quando também façam parte todos os Estados em cujos territórios estejam situados os Municípios consorciados.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Sem prejuízo de outros, são princípios constitucionais básicos da Administração Pública:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Leia o texto.
Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o
aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”.
Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do
Sul, com um sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho
falava diferente. A professora explicou que cada
região tinha seu idioma, mas que as diferenças não
eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E
os alunos não achavam formidável que num país do
tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só
com pequenas variações?
— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que
era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer
“tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois
são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou
para a professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso
para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma
sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em
algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços
de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
—– O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo
Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho… Quer dizer, Rodrigo: explique para a
classe o que aconteceu.
—Nós vinha…
—Nós vínhamos.
—Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira
fechada, passou no vermelho e deu uma pechada
noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava
claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava
uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia
admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge
rindo daquele jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era
automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro.
Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos
dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha
do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá
teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de
que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que
já ganhara outro apelido. Pechada.
— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pechada. Revista Nova Escola.
São Paulo, maio 2001
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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- Sintaxe
- MorfologiaAdjetivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Leia o texto.
Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o
aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”.
Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do
Sul, com um sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho
falava diferente. A professora explicou que cada
região tinha seu idioma, mas que as diferenças não
eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E
os alunos não achavam formidável que num país do
tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só
com pequenas variações?
— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que
era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer
“tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois
são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou
para a professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso
para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma
sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em
algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços
de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
—– O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo
Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho… Quer dizer, Rodrigo: explique para a
classe o que aconteceu.
—Nós vinha…
—Nós vínhamos.
—Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira
fechada, passou no vermelho e deu uma pechada
noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava
claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava
uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia
admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge
rindo daquele jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era
automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro.
Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos
dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha
do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá
teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de
que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que
já ganhara outro apelido. Pechada.
— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pechada. Revista Nova Escola.
São Paulo, maio 2001
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de Textos
Leia o texto.
Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o
aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”.
Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do
Sul, com um sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho
falava diferente. A professora explicou que cada
região tinha seu idioma, mas que as diferenças não
eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E
os alunos não achavam formidável que num país do
tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só
com pequenas variações?
— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que
era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer
“tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois
são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou
para a professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso
para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma
sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em
algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços
de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
—– O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo
Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho… Quer dizer, Rodrigo: explique para a
classe o que aconteceu.
—Nós vinha…
—Nós vínhamos.
—Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira
fechada, passou no vermelho e deu uma pechada
noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava
claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava
uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia
admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge
rindo daquele jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era
automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro.
Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos
dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha
do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá
teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de
que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que
já ganhara outro apelido. Pechada.
— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pechada. Revista Nova Escola.
São Paulo, maio 2001
1. Na frase que segue temos uso de linguagem conotativa: “A lua, com seu olhar manso, invadia a intimidade dos namorados”. 2. Observe: “O gaúcho pôs a sinaleira no lugar”; se precisássemos trocar o termo sublinhado por um pronome pessoal, teríamos a seguinte redação: “O gaúcho pôs ela no lugar”. 3. Em: “Anoiteço nos teus braços” temos uso de linguagem figurada. 4. Na frase: “A bondosa professora advertiu seus rebeldes alunos sobre seu péssimo comportamento”, há três adjetivos. 5. Há correta concordância verbal em: “Na sala de aula, havia muitos alunos que zombavam do gaúcho”.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações corretas.
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No Microsoft Office, por intermédio de qual aba
são acessadas as opções de impressão do arquivo?
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Efigênia quer colaborar com a manutenção da segurança no ambiente de trabalho.
Assinale a alternativa que exemplifica uma atitude que Efigênia deve ter para que consiga manter seu ambiente de trabalho um local seguro para si e para todos.
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Qual o significado da placa com a imagem ilustrada ao lado?

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Jade se deparou com a placa ilustrada ao lado em seu ambiente de trabalho.
Esta placa alerta Jade para o risco de:

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O símbolo ilustrado ao lado significa:

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