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1475695 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


Jair Humberto Rosa Jornal de Caruaru disponível em: http://www.jornaldecaruaru.com.br/2017/05/cronicado-dia-aposentado-por-jair-humberto-rosa acesso em julho de 2017

Observe o uso do travessão nas expressões abaixo:

- Que nada, ele é aposentado;

- Pois é; a preferência é dele;

Assinale a alternativa que corresponde a mesma regra de utilização do travessão utilizado no trecho retirado do texto acima:

 

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1475694 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


Jair Humberto Rosa Jornal de Caruaru disponível em: http://www.jornaldecaruaru.com.br/2017/05/cronicado-dia-aposentado-por-jair-humberto-rosa acesso em julho de 2017

Assinale a alternativa cujas orações estão ligadas por uma conjunção:

 

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1475693 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


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Observe as palavras grifadas nas afirmativas abaixo e assinale a alternativa incorreta quanto a sua classe gramatical:

 

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1475692 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


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Assinale a alternativa cujas palavras grifadas se caracterizam por Adjetivos;

 

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1475691 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


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De acordo com a análise sintática em parênteses das orações abaixo, é correto afirmar sobre os termos grifados:

 

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1475690 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


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Em qual trecho do texto é possível perceber no texto, que o freguês faz uma leitura do ambiente com um conhecimento superior sobre os demais frequentadores da padaria:

 

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1475689 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


Jair Humberto Rosa Jornal de Caruaru disponível em: http://www.jornaldecaruaru.com.br/2017/05/cronicado-dia-aposentado-por-jair-humberto-rosa acesso em julho de 2017

Quando o freguês menciona a expressão: - Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas. Mostra que:

 

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1475688 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBC
Orgão: IPMO Osasco
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


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É correto afirmar de acordo com o texto:

 

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1475687 Ano: 2017
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" - PASSA LOGO, ELE TEM O DIA LIVRE."

Sete horas da manhã, forma-se uma pequena fila na padaria, a mais movimentada do bairro. O proprietário, que está no caixa, gesticula para que o freguês se antecipe ao que ele reage:

- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


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Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção incorreta de acordo com o texto:

 

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- Aquele senhor chegou primeiro.

- Que nada, ele é aposentado.

- Pois é; a preferência é dele.

- É aposentado, não faz nada, pode esperar.

- Mas é direito dele.

- É velho, nem escuta direito. Passa logo sua compra aqui.

A padaria está repleta. Muitos estão sentados nas banquetas ao redor do balcão, outros ocupam as mesas, a maioria mastigando ávida e apressadamente seus lanches, quase todos acompanhados de café preto ou com leite. Um ou outro se serve de suco de caixinha ou garrafa, iludidos de que ingerem uma bebida pura e saudável. Conservantes, estabilizantes e outras substâncias aditivadas nem são do conhecimento da clientela.

O homem de aparentemente quarenta anos quer que o senhor mais velho passe na frente, não apenas porque é um direito que ele tem, mas também porque tem respeito pelas pessoas com maior vivência. Mas o proprietário, falastrão e inconveniente, insiste para que se apresse:

- Passa logo, ele tem o dia inteiro livre.

O freguês não se sente nem um pouco motivado a seguir a determinação do homem atrás do balcão. Primeiro porque é contra seus princípios desobedecer às leis. E é lei a preferência que os idosos têm em relação ao atendimento. Segundo porque não tem pressa de ser atendido, já que tem ainda boa disponibilidade de tempo para levar os pães que está comprando até seu apartamento, onde a esposa está preparando o café para tomarem juntos. E terceiro porque não suporta arrogância, ainda mais agravada com desprezo a qualquer pessoa, mas em especial, idosos.

Para que todos ao redor ouçam, diz:

- Tenho menos pressa do que ele, que tem direito de aproveitar o tempo disponível. Graças a pessoas como ele, que trabalharam antes de nós, é que muitas coisas tornam nossas vidas mais práticas.

Enquanto a maioria dos clientes aprova a afirmação, apesar de não se manifestar, o aposentado se dirige ao caixa, paga sua compra e sai, sem nem saber o que se passou naquela padaria.


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Na leitura do texto, é possível concluir que:

 

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