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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- SintaxeConcordância
- Interpretação de Textos
Leia trechos da letra da música dos compositores José Carlos Figueiredo, Antônio Carlos Marques Pinto e José Ubaldo Avila para responder às questões de números 06 a 09.
Você abusou
Me magoa, maltrata e quer desculpa
Me retruca, me trai e quer perdão
Me ofende, me fere e não tem culpa
Jesus Cristo, eu não sei quem tem razão.
Esse fogo, essa farsa, essa desgraça
Me corrompe e corrói meu coração
Há momentos que eu paro e acho graça
Procuro, e não acho a solução.
Você abusou,
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal
É tão normal ter desamor
É tão cafona sofrer dor
Que eu já não sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor.
Que me perdoem, se eu insisto neste tema
Se o quadradismo dos meus versos,
Vai de encontro aos intelectos,
Que não usam o coração,
Como expressão...
Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa cuja afirmação está correta.Você abusou
Me magoa, maltrata e quer desculpa
Me retruca, me trai e quer perdão
Me ofende, me fere e não tem culpa
Jesus Cristo, eu não sei quem tem razão.
Esse fogo, essa farsa, essa desgraça
Me corrompe e corrói meu coração
Há momentos que eu paro e acho graça
Procuro, e não acho a solução.
Você abusou,
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal
É tão normal ter desamor
É tão cafona sofrer dor
Que eu já não sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor.
Que me perdoem, se eu insisto neste tema
Se o quadradismo dos meus versos,
Vai de encontro aos intelectos,
Que não usam o coração,
Como expressão...
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- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Considere a charge.

Os termos destacados em – Depois que comecei... – e – ... com mais de 140 caracteres. – exprimem, correta e respectivamente, circunstâncias de

Os termos destacados em – Depois que comecei... – e – ... com mais de 140 caracteres. – exprimem, correta e respectivamente, circunstâncias de
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Juros e marshmallows
Formação de poupança, taxa de juros, r > g, na agora célebre formulação de Thomas Piketty. Expressos em economês, esses conceitos têm algo de impenetravelmente abstrato. Mas tudo isso pode se tornar um pouco mais compreensível se recorrermos à psicologia.
Sob essa chave interpretativa, a taxa de juros é a expressão monetária da recompensa diferida, ou melhor, o prêmio que se paga à paciência. O sujeito que aceita deixar de consumir já e guarda seu dinheiro recebe uma gratificação por seu autocontrole. Essa faceta psicológica, embora não dê conta de explicar todos os aspectos da taxa de juros, ajudaria a compreender sua relativa estabilidade. Historicamente, ela fica em torno dos 4% ou 5% ao ano, que seriam o preço-base da impaciência humana.
O interessante é que a noção de recompensa diferida não serve só para ajudar a entender a economia. Ela se revelou também um teste de inteligência emocional com alto valor preditivo sobre o sucesso de pessoas.
Tudo começou nos anos 60 com o experimento do marshmallow. O psicólogo Walter Mischel, de Stanford, estava interessado em saber como crianças resistiam a tentações. Assim, colocava garotos de quatro anos numa sala diante de um marshmallow e lhes dava duas opções. Poderiam tocar uma campainha, encerrar o experimento e devorar a guloseima, ou aguardar a volta do pesquisador, que então lhes entregaria um segundo marshmallow.
Anos depois, Mischel correlacionou o tempo que elas conseguiram esperar com indicadores de sucesso. Constatou que as que conseguiram esperar mais se saíram melhor nos exames acadêmicos, tinham menos problemas com drogas, menores taxas de divórcio e até menor peso.
Não podemos, decerto, transpor esses achados individuais para sociedades, mas será que as altas taxas de juros no Brasil não dizem algo sobre nossa saúde mental coletiva?
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 13.07.2014. Adaptado)
Considerando o contexto, a forma verbal destacada em – Historicamente, ela fica em torno dos 4% ou 5% ao ano... (segundo parágrafo) – está corretamente substituída, preservando-se o sentido de uma ação que se iniciou no passado e se prolonga até o presente, porFormação de poupança, taxa de juros, r > g, na agora célebre formulação de Thomas Piketty. Expressos em economês, esses conceitos têm algo de impenetravelmente abstrato. Mas tudo isso pode se tornar um pouco mais compreensível se recorrermos à psicologia.
Sob essa chave interpretativa, a taxa de juros é a expressão monetária da recompensa diferida, ou melhor, o prêmio que se paga à paciência. O sujeito que aceita deixar de consumir já e guarda seu dinheiro recebe uma gratificação por seu autocontrole. Essa faceta psicológica, embora não dê conta de explicar todos os aspectos da taxa de juros, ajudaria a compreender sua relativa estabilidade. Historicamente, ela fica em torno dos 4% ou 5% ao ano, que seriam o preço-base da impaciência humana.
O interessante é que a noção de recompensa diferida não serve só para ajudar a entender a economia. Ela se revelou também um teste de inteligência emocional com alto valor preditivo sobre o sucesso de pessoas.
Tudo começou nos anos 60 com o experimento do marshmallow. O psicólogo Walter Mischel, de Stanford, estava interessado em saber como crianças resistiam a tentações. Assim, colocava garotos de quatro anos numa sala diante de um marshmallow e lhes dava duas opções. Poderiam tocar uma campainha, encerrar o experimento e devorar a guloseima, ou aguardar a volta do pesquisador, que então lhes entregaria um segundo marshmallow.
Anos depois, Mischel correlacionou o tempo que elas conseguiram esperar com indicadores de sucesso. Constatou que as que conseguiram esperar mais se saíram melhor nos exames acadêmicos, tinham menos problemas com drogas, menores taxas de divórcio e até menor peso.
Não podemos, decerto, transpor esses achados individuais para sociedades, mas será que as altas taxas de juros no Brasil não dizem algo sobre nossa saúde mental coletiva?
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 13.07.2014. Adaptado)
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- Interpretação de Textos
O Ateneu era o grande colégio da época.
“Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do
Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois
a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões
de criança educada exoticamente na estufa de carinho
que é o regime do amor doméstico, diferente do que se encontra
fora, tão diferente ... [...]
Eu tinha 11 anos.
Frequentara como externo, durante alguns meses, uma
escola familiar do Caminho Novo, onde algumas senhoras inglesas,
sob a direção do pai, distribuíam educação à infância
como melhor lhes parecia.
[...]
Apesar deste ensaio da vida escolar a que me sujeitou
a família, antes da verdadeira provação, eu estava perfeitamente
virgem para as sensações novas da nova fase. O
internato! Destacado do conchego placentário da dieta caseira,
vinha próximo o momento de se definir a minha individualidade.
Amarguei por antecipação o adeus às primeiras
alegrias; olhei triste os meus brinquedos, antigos já!
[...]
Um dia, meu pai tomou-me pela mão, minha mãe beijou-me a testa, molhando-me de lágrimas os cabelos e eu parti.
(O Ateneu, Raul Pompeia, Ed. Nova Fronteira, 2011. Excertos. Adaptado)
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Leia o texto.
Leilão - Licitação n.º 02/2010
O Município de Água Doce – estado de Santa Catarina – torna público, para conhecimento dos interessados, conforme dispõem os regulamentos municipais, que fará realizar leilão para a venda de veículos e máquinas pertencentes ao patrimônio público municipal, a ocorrer no dia 29 de abril de 2010, às 10 horas.
(http://www.aguadoce.sc.gov.br/conteudo/ ?item=98&fa=4&cc=5&cd=13246. Adaptado)
A expressão que substitui corretamente o trecho em destaque, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e preservando o sentido original do texto, é:
Leilão - Licitação n.º 02/2010
O Município de Água Doce – estado de Santa Catarina – torna público, para conhecimento dos interessados, conforme dispõem os regulamentos municipais, que fará realizar leilão para a venda de veículos e máquinas pertencentes ao patrimônio público municipal, a ocorrer no dia 29 de abril de 2010, às 10 horas.
(http://www.aguadoce.sc.gov.br/conteudo/ ?item=98&fa=4&cc=5&cd=13246. Adaptado)
A expressão que substitui corretamente o trecho em destaque, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e preservando o sentido original do texto, é:
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Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Leia o poema de Mário Quintana para responder às questões de números 01 e 02.
– Eu amo o mundo!
Eu detesto o mundo!
Eu creio em Deus! Deus é um absurdo!
Eu vou me matar! Eu quero viver!
– Você é louco?
– Não, sou poeta.
Quanto ao emprego das formas verbais em destaque, é correto afirmar que exprimem fatos
– Eu amo o mundo!
Eu detesto o mundo!
Eu creio em Deus! Deus é um absurdo!
Eu vou me matar! Eu quero viver!
– Você é louco?
– Não, sou poeta.
Quanto ao emprego das formas verbais em destaque, é correto afirmar que exprimem fatos
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O Ateneu era o grande colégio da época.
“Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do
Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois
a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões
de criança educada exoticamente na estufa de carinho
que é o regime do amor doméstico, diferente do que se encontra
fora, tão diferente ... [...]
Eu tinha 11 anos.
Frequentara como externo, durante alguns meses, uma
escola familiar do Caminho Novo, onde algumas senhoras inglesas,
sob a direção do pai, distribuíam educação à infância
como melhor lhes parecia.
[...]
Apesar deste ensaio da vida escolar a que me sujeitou
a família, antes da verdadeira provação, eu estava perfeitamente
virgem para as sensações novas da nova fase. O
internato! Destacado do conchego placentário da dieta caseira,
vinha próximo o momento de se definir a minha individualidade.
Amarguei por antecipação o adeus às primeiras
alegrias; olhei triste os meus brinquedos, antigos já!
[...]
Um dia, meu pai tomou-me pela mão, minha mãe beijou-me a testa, molhando-me de lágrimas os cabelos e eu parti.
(O Ateneu, Raul Pompeia, Ed. Nova Fronteira, 2011. Excertos. Adaptado)
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Leia trechos da letra da música dos compositores José Carlos Figueiredo, Antônio Carlos Marques Pinto e José Ubaldo Avila para responder às questões de números 06 a 08.
Você abusou
Me magoa, maltrata e quer desculpa
Me retruca, me trai e quer perdão
Me ofende, me fere e não tem culpa
Jesus Cristo, eu não sei quem tem razão.
Esse fogo, essa farsa, essa desgraça
Me corrompe e corrói meu coração
Há momentos que eu paro e acho graça
Procuro, e não acho a solução.
Você abusou,
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal
É tão normal ter desamor
É tão cafona sofrer dor
Que eu já não sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor.
Que me perdoem, se eu insisto neste tema
Se o quadradismo dos meus versos,
Vai de encontro aos intelectos,
Que não usam o coração,
Como expressão...
Releia os versos a seguir.Você abusou
Me magoa, maltrata e quer desculpa
Me retruca, me trai e quer perdão
Me ofende, me fere e não tem culpa
Jesus Cristo, eu não sei quem tem razão.
Esse fogo, essa farsa, essa desgraça
Me corrompe e corrói meu coração
Há momentos que eu paro e acho graça
Procuro, e não acho a solução.
Você abusou,
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal
É tão normal ter desamor
É tão cafona sofrer dor
Que eu já não sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor.
Que me perdoem, se eu insisto neste tema
Se o quadradismo dos meus versos,
Vai de encontro aos intelectos,
Que não usam o coração,
Como expressão...
Que me perdoem, se eu insisto neste tema
Se o quadradismo dos meus versos,
Vai de encontro aos intelectos,
Que não usam o coração,
Como expressão...
A frase em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido do texto, por:
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