No texto, a oposição ou contraste como estratégia argumentativa pode ser exemplificada em vários enunciados, entre eles: "Não veio salvar o morto. Veio salvar a vida, a nossa vida." (L.7) e "encontrará não a folha escrita mas um vazio que você mesmo irá preencher" (L.9).
Em "Nada sei dessas coisas" (l.2-3), "entendo alguma coisa de arquitetura urbana" (l.3), "a primeira coisa a respeito de uma casa" (l.5), "cemitério das coisas" (l.7) e "coisas instrutivas" (l.12), a palavra "coisas" (ou seu singular "coisa") está empregada com o mesmo sentido.