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Foram encontradas 492 questões.

2494841 Ano: 2014
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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É possível afirmar que Barak Obama representa os EUA em sua dimensão multicultural, multirracial e globalizada. Na política externa, o governo Obama apresentou algumas novidades. A respeito desse assunto, julgue (C ou E) o item seguinte.
No primeiro ano de seu primeiro mandato, 2009-2012, Obama, no Cairo, fez um discurso que seria entendido como a expressão de sua intenção de estabelecer novo começo nas relações entre o mundo islâmico e os EUA.
 

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2494838 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Julgue (C ou E) o item a seguir, relativo ao Estado Federal brasileiro e ao controle de legalidade dos atos da administração.

A CF estabelece matérias de competência privativa da União no âmbito legislativo, admitindo, porém, que lei complementar federal autorize os estados, o Distrito Federal e os municípios a legislar sobre tais questões.

 

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2494824 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Uma das razões por que Rosalina não o [José Feliciano] mandou embora foi exatamente o que disse José Feliciano: a gente carece de ouvir voz humana, pra sair das sombras. Um homem não é só um lago de silêncio, necessita de ouvir a música da fala humana. Se a gente não cuida muito do que dizem as palavras, se não cheira o seu sumo, ouve apenas, a fala humana é rude e bárbara, cheia de ruídos estranhos, de altos e baixos. Atente agora não só com os ouvidos bem abertos, ouça com o corpo, com a barriga se possível, com o coração, e veja, ouça a doce modulação do canto. Só o canto, a música.

Rosalina ouvia José Feliciano. A voz de José Feliciano veio dar vida ao sobrado, encheu de música o oco do casarão, afugentou para longe as sombras pesadas em que ela, sem dar muita conta, vivia. Agora ela pensava: como foi possível viver tanto tempo sem ouvir voz humana, só os grunhidos, os gestos às vezes desesperados de Quiquina quando ela não conseguia se fazer entender? Ouvindo a própria voz. Mas a gente nunca pega no ar, com o ouvido, a própria voz. É no corpo, no porão da alma que ela ressoa como um rumor de chão. Veja-se o disco, a fala do próprio gravada, ninguém se reconhece.

De repente, acordada pelo canto, viu a solidão que era a sua vida. Como foi possível viver tanto tempo assim? Como, meu Deus? Ela estava virando coisa, se enterrava no oco do escuro, ela e o mundo uma coisa só. E dentro dela rugia a seiva, a força que através de verdes fusos dá vida à flora e à fauna, e torna o mundo esta coisa fechada, impenetrável ao puro espírito do homem.

E a voz, que a princípio chegava a doer-lhe nos ouvidos, alta demais, acordou-a para a claridade, para a luz das coisas, para a vida.

Autran Dourado. Ópera dos mortos. Cap. 5. Os dentes da engrenagem. 9.ª ed., Rio de Janeiro: Record, 1985, p. 73-4.

Com referência a aspectos linguísticos do texto acima, julgue (C ou E) o item subsecutivo.

No trecho “Se a gente não cuida (...) de altos e baixos”, o emprego de um ponto e vírgula após o vocábulo “apenas”, no lugar da vírgula, marcaria o final do primeiro período e o início da oração que se segue, mantendo-se a correção gramatical e favorecendo-se a compreensão do trecho.

 

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2494794 Ano: 2014
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A preocupação com os direitos humanos é antiga, mas sua positivação internacional é fenômeno recente, iniciado no pós- Segunda Guerra Mundial. Acerca desse assunto, julgue (C ou E) o item subsecutivo.

Assinada em 1948, no âmbito da Assembleia Geral das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, ainda que não obrigue legalmente os Estados a cumprir suas disposições, não só influenciou muitas constituições nacionais, que expressam, em seu texto, o propósito de garantir a promoção e a proteção dos direitos humanos, mas também impulsionou a criação de convenções internacionais que visam proteger os direitos humanos.

 

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2494709 Ano: 2014
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para la cuestione
Vine a Comala porque me dijeron que acá vivía mi padre, un tal Pedro Páramo. Mi madre me lo dijo. Y yo le prometí que vendría a verlo en cuanto ella muriera. Le apreté sus manos en señal de que lo haría, pues ella estaba por morirse y yo en un plan de prometerlo todo. “No dejes de ir a visitarlo—me recomendó—. Se llama de este modo y de este otro. Estoy segura de que le dará gusto conocerte.”Entonces no pude hacer otra cosa sino decirle que así lo haría, y de tanto decírselo se lo seguí diciendo aun después que a mis manos les costó trabajo zafarse de sus manos muertas.
Todavía antes me había dicho:—No vayas a pedirle nada. Exígele lo nuestro. Lo que estuvo obligado a darme y nunca me dio... El olvido en que nos tuvo, mi hijo, cóbraselo caro.
—Así lo haré, madre.
Pero no pensé cumplir mi promesa. Hasta que ahora pronto comencé a llenarme de sueños, a darle vuelo a las ilusiones. Y de este modo se me fue formando un mundo alrededor de la esperanza que era aquel señor llamado Pedro Páramo, el marido de mi madre. Por eso vine a Comala. Era ese tipo de canícula, cuando el aire de agosto sopla caliente, envenenado por el olor podrido, de las saponarias.
El camino subía y bajaba; “sube o baja según se va o se viene. Para el que va, sube; para el que viene, baja.”
—¿Cómo dice usted que se llama el pueblo que se ve allá abajo?
—Comala, señor.
—¿Está seguro de que ya es Comala?
—Seguro, señor.
—¿Y por qué se ve esto tan triste?
—Son los tiempos, señor.
Yo imaginaba ver aquello a través de los recuerdos de mi madre; de su nostalgia entre retazos de suspiros. Siempre vivió ella suspirando por Comala, por el retorno; pero jamás volvió. Ahora yo vengo en su lugar. Traigo los ojos con que ella miró estas cosas, porque me dio sus ojos para ver:
“Hay allí, pasando el puerto de los Colimotes, la vista muy hermosa de una llanura verde, algo amarilla por el maíz maduro; desde ese lugar se ve Comala, blanqueando por la tierra, iluminándola durante la noche.” Y su voz era secreta, casi apagada, como si hablara consigo misma... Mi madre.
—¿Y a qué va usted a Comala, si se puede saber?—oí que me preguntaban.
—Voy a ver a mi padre—contesté.
—¡Ah!—dijo él.
Y volvimos al silencio.
Caminábamos cuesta abajo, oyendo el trote rebotado de los burros. Los ojos reventados por el sopor del sueño, en la canícula de agosto.
—Bonita fiesta le va a armar—volví a oír la voz del que iba allí a mi lado—. Se pondrá contento de ver a alguien después de tantos años que nadie viene por aquí.
Luego añadió:
—Sea usted quien sea, se alegrará de verlo.
En la reverberación del sol, la llanura parecía una laguna transparente, deshecha en vapores por donde se traslucía un horizonte gris. Y más allá, una línea de montañas. Y todavía más allá, la más remota lejanía.
—¿Y qué trazas tiene su padre, si se puede saber?
—No lo conozco—le dije—. Sólo sé que se llama
Pedro Páramo.
—¡Ah!, vaya.
—Sí, así me dijeron que se llamaba.
Oí otra vez el “¡ah!” del arriero.
Juan Rulfo. Pedro Páramo. Cátedra. Madrid, 2005 (con adaptaciones).
Para la madre, Comala
está en una región árida e inhóspita.
 

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2494642 Ano: 2014
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texte VIII — pour le question
Voici les vérités qui sont, selon moi, la base de toute démocratie et en particulier de la grande démocratie française : La souveraineté du peuple, le suffrage universel, la liberté de la presse sont trois choses identiques, ou, pour mieux dire, c'est la même chose sous trois noms différents ; à elles trois, elles constituent notre droit public tout entier. La première en est le principe ; la seconde en est le mode d'action ; la troisième en est l'expression multiple, animée, vivante, mobile comme la nation elle-même. Ces trois faits, ces trois principes liés d'une solidarité essentielle, ayant chacun leur fonction: la souveraineté du peuple vivifiant, le suffrage universel gouvernant, la presse éclairant, se confondent dans une étroite et indissoluble unité, et cette unité, c'est la République.
Partout où ces trois principes, souveraineté du peuple, suffrage universel, liberté de la presse, existent dans leur plénitude et dans leur toute-puissance, la République existe, même sous le mot monarchie. Là où ces trois principes sont amoindris dans leur développement, opprimés dans leur action, méconnus dans leur solidarité, contestés dans leur majesté, il y a monarchie ou oligarchie, même sous le mot république.
Victor Hugo. Discours sur la modification de la loi électorale. 9/7/1850 (extrait modifié).
Jugez si le item suivants, se référant aux mots et expressions du texte VIII, sont vrais (C) ou faux (E).
L’adjectif « mobile » signifie servile.
 

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2494613 Ano: 2014
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texte III — pour le question
Piracicaba et l’Agenda 21
[…] Parmi les exemples de territoires durables en construction, on retrouve le cas d’école de la municipalité brésilienne Piracicaba. Elle s’est dotée d’un Agenda 21 local en 1999, qui a publié son premier plan d’action en 2001. Les A21L, comme on les appelle, sont issus de l’Agenda 21, un guide de mise en oeuvre du développement durable pour le XXIe siècle adopté par 173 chefs d’État au sommet de Rio de Janeiro en 1992. Parmi ses différentes recommandations, il interpellait les collectivités à être parties prenantes de la promotion du développement durable.
À Piracicaba, cela s’est décliné en une multitude d’objectifs spécifiques qui ont toujours tenu compte des dimensions à la fois environnementale, sociale, économique, politique, culturelle et urbaine. Par exemple, il était souhaité que la ville devienne une référence technologique et industrielle pour l’industrie brésilienne de la canne à sucre ; qu’elle ne tolère ni les favelas ni les logements insalubres ; que sa culture locale soit favorisée ; que la qualité des eaux de ses rivières soit adéquate pour l’approvisionnement public. L’A21L de Piracicaba est devenu une référence en raison notamment de son caractère participatif et démocratique et du partenariat qui s’est établi entre le gouvernement local et la société civile.
Depuis 2001, l’A21L de Piracicaba a revu son plan d’action deux fois. Cette évolution illustre pourquoi les territoires durables restent en devenir. « C’est un chantier, une construction, un apprentissage individuel et collectif en continu, croit Christiane Gagnon. Depuis 20 ans, les connaissances, les pratiques sociales et scientifiques allant dans le sens du développement durable et viable se multiplient et se précisent. Si on avait coulé le développement durable dans une définition unique et idéale au Sommet de la terre à Rio de Janeiro en 1992, on aurait alors enfermé son potentiel social innovateur et édicté une norme, voire une idéologie. » […]
De Piracicaba à Saint-Honoré-de-Témiscouatas. Le Devoir. Marie Lambert-Chan. 1/3/ 2014 (modifié).
D’après le texte III, jugez si le item suivants sont vrais (C) ou faux (E).
Dans le premier paragraphe l’auteur affirme que la municipalité de Piracicaba a d’abord mis en oeuvre les principes de l’agenda 21 dans l’école.
 

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2494587 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

— Este livro não é meu! Meu Deus, o que fizeram do meu livro?

A exclamação, patética, vinha da famosa jornalista internacional Oriana Fallaci (no caso, como escritora), ao perceber que a tradução brasileira de seu livro Um homem (1981) não era fiel à estrutura paragráfica do original, construída em forma de monólogo compacto. O que a escritora concebera como blocos de longo discurso interior foi transformado, na tradução, em diálogos convencionais. Em posterior entrevista, Fallaci definiu, como criadora, seu ponto de vista:

— Em Um homem, todos os diálogos são dados sem parágrafo, e não só porque esse é notoriamente o meu modo de escrever, de obter o ritmo da página, a musicalidade da língua, mas porque isso corresponde a uma rigorosa necessidade de estilo ditada pela substância do livro. Nele, o diálogo é um diálogo recordado, um diálogo interior, e não um diálogo que determina um diálogo. É um livro em que a forma e a substância, o estilo e o significado se integram indissoluvelmente. E trabalhei tanto para escrevê-lo! Três longos anos sem nunca deixar aquele quarto e aquela pequena mesa, jamais uma interrupção, nada de férias, nada de domingos, nada de natais e páscoas. Sempre trabalhando, de manhã à noite, refazendo, corrigindo, limando o estilo, cuidando da ausência de parágrafos.

Com seu protesto, Oriana Fallaci levantou, na época, um sério problema de editoração, aliás, um problema duplo: a técnica literária do autor e — o mais importante para o editor de texto — o respeito em relação a essa técnica, que a autora definiu como estilo. Vejamos a questão por partes.

No que concerne à técnica literária dos diálogos, até o século XIX conheciam-se apenas o discurso direto e o discurso narrativo ou indireto. A partir de meados desse século, entretanto, surgiu o discurso aparente ou discurso indireto livre. De início, nesse caso, os autores usaram aspas para não confundir o leitor, mas estas seriam logo abandonadas como técnica narrativa.

Quanto ao estilo, foi com a Revolução Industrial, vale dizer, com o amadurecimento da sociedade capitalista, que os escritores começaram a ter consciência não da forma em geral, mas da forma individual, da maneira particular de exposição de cada autor como artista que produz obra única e consumada. A revolução das técnicas e do mercado, traduzindo-se no binômio velocidade-quantidade, suscitou a massificação do livro, contra a qual emergiu a figura do autor como artista, como criador por excelência, como aquele que domina a gramática para ter o direito de fraturá-la. Roland Barthes (1971) observa que, assim,

começa a elaborar-se uma imagética do escritor-artesão que se fecha num lugar lendário, como um operário na oficina, e desbasta, talha, pule e engasta sua forma, exatamente como um lapidário extrai a arte da matéria, passando, nesse trabalho, horas regulares de solidão e esforço. Esse valor-trabalho substitui, de certa maneira, o valor-gênio; há uma certa vaidade em dizer que se trabalha bastante e longamente a forma.

Desde então, ao se trabalhar com obras em que o elemento primordial é a informação, existe a liberdade de redisposição dos originais em benefício da clareza, mas, com produção literária, impõe-se absoluto privilégio autoral, que é um princípio socialmente reconhecido, com o qual o editor de texto sempre convive.

Emanuel Araújo. A construção do livro: princípios da técnica de

editoração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; Brasília: INL, 2000, p. 23 6 (com adaptações).

No que se refere aos sentidos do texto de E. Araújo, julgue (C ou E) o item subsequente.

Depreende-se do texto que a escritora Oriana Fallaci protestou contra a formatação de seu original traduzido porque almejava, com a obra Um homem, ficar conhecida por sua técnica inovadora na apresentação de diálogos, integrando estilo e forma.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2494577 Ano: 2014
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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O Brasil tem um extenso litoral, que lhe assegura posição política e estratégica privilegiada. O mar sempre foi elemento importante na história do país e tudo indica que, no futuro, ainda será mais relevante. A propósito desse tema, julgue (C ou E) o item subsecutivo.
O Brasil possui um mar territorial de doze milhas marítimas e uma zona econômica exclusiva (ZEE) de 200 milhas marítimas. Na ZEE, o Brasil exerce direitos de soberania que lhe permitem explorar economicamente e gerir recursos naturais nesse amplo espaço marítimo.
 

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2494477 Ano: 2014
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texte IX — pour le question
A quelques jours d’intervalle, deux de nos plus grands poètes d’expression arabe, Ounsi el-Hajj et Joseph Harb, ont tiré leur révérence. Pourquoi sont-ils partis avant l’heure ? Est4 ce par dégoût d’un monde où la poésie est devenue « secondaire », où les poètes, au lieu d’être des guides et des visionnaires comme chez Hugo, sont désormais traités tels des « marginaux », des « illuminés » ? […] Est-ce, tout simplement, pour rejoindre « les nuages » qui leur ont appris, selon la formule d’Ounsi el-Hajj, « la joie de la disparition » (farah el zawal) ? En écrivant ces mots, je ne puis m’empêcher de penser à un passage révélateur tiré de l’introduction de Michel Chiha à son recueil poétique La maison des champs. Homme d’État, économiste de renom, Chiha aurait pu se passer de poésie. « Un poème survit à un empire, telle est la puissance de l'esprit, écrivait-il pourtant. Et le souvenir des générations mortes peut ne se retrouver que dans un chant. La puissance que ce siècle met au service du laboratoire (et des armes, devrait-on ajouter !), il faut en mettre une part au service de la poésie. Et nous entendons par poésie tout ce qui est élévation de l'âme servie par l'harmonie du langage. Il y a des jours où, sans poésie, il n'y aurait plus de consolation ni d'espoir ; où, sans elle, la nature serait sans voix. Les gouvernements sans horizons et sans allégresse ne savent plus son bienfait. S'ils se servaient mieux d'elle, ils auraient moins de soucis et de plaintes. Et les vivants ne ressembleraient pas aussi souvent aux morts. » La poésie ne peut sans doute pas sauver notre pays. Mais elle peut nous aider à en supporter les malheurs.
Alexandre Najjar. Quand les poètes s’en vont. Internet : <www.lorientlitteraire.com> Mars 2014 (modifié).
Jugez si le item suivants, concernant les aspects grammaticaux du texte IX, sont vrais (C) ou faux (E).
Dans « Est-ce par dégoût … », on pourrait remplacer, sans changer le sens de la phrase « est-ce » par : est-ce que c’est.
 

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