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No que se refere à política externa da China, da Índia e do Japão e às suas relações com o Brasil, julgue (C ou E) o item seguinte.
Brasil e China organizam sua parceria estratégica no marco da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação, em cuja reunião mais recente se decidiu dedicar especial atenção aos segmentos de maior valor agregado, ao agronegócio e aos projetos-chave de energia e infraestrutura.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
la del que huye del mundanal ruido,
y sigue la escondida
senda, por donde han ido
los pocos sabios que en el mundo han sido!
de los soberbios grandes el estado,
ni del dorado techo
se admira, fabricado
del sabio moro, en jaspes sustentado.
canta con voz su nombre pregonera,
ni cura si encarama
la lengua lisonjera
lo que condena la verdad sincera.
si soy del vano dedo señalado;
si, en busca deste viento,
ando desalentado
con ansias vivas, con mortal cuidado?
¡Oh secreto seguro, deleitoso! ,
roto casi el navío,
a vuestro almo reposo
huyo de aqueste mar tempestuoso.
un día puro, alegre, libre quiero;
no quiero ver el ceño
vanamente severo
de a quien la sangre ensalza, o el dinero.
con su cantar sabroso no aprendido;
no los cuidados graves
de que es siempre seguido
el que al ajeno arbitrio está atenido.
gozar quiero del bien que debo al cielo,
a solas, sin testigo,
libre de amor, de celo,
de odio, de esperanzas, de recelo.
por mi mano plantado tengo un huerto,
que con la primavera,
de bella flor cubierto
ya muestra en esperanza el fruto cierto.
por ver y acrecentar su hermosura,
desde la cumbre airosa
una fontana pura
hasta llegar corriendo se apresura.
el paso entre los árboles torciendo,
el suelo de pasada,
de verdura vistiendo
y con diversas flores va esparciendo.
y ofrece mil olores al sentido;
los árboles menea
con un manso ruido,
que del oro y del cetro pone olvido.
los que de un falso leño se confían;
no es mío ver el lloro
de los que desconfían
cuando el cierzo y el ábrego porfían.
cruje, y en ciega noche el claro día
confusa vocería,
y la mar enriquecen a porfía.
mesa de amable paz bien abastada,
me baste; y la vajilla,
de fino oro labrada
sea de quien la mar no teme airada.
se están los otros abrazando
con sed insaciable
del peligroso mando,
tendido yo a la sombra esté cantando.
de yedra y lauro eterno coronado,
puesto el atento oído
al son dulce, acordado,
del plectro sabiamente meneado.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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soft power, c'est une bonne nouvelle.
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Que me perdoem os devotos machadianos, eu prefiro Euclides da Cunha e Lima Barreto, com todos os defeitos que ambos possam ter, a Machado de Assis, com todas as suas qualidades. E, até onde pude entender, Millôr Fernandes tem opinião parecida com a minha. Tanto assim que, segundo afirmou, não incluiria qualquer dos livros de Machado de Assis entre os dez maiores romances brasileiros.
A meu ver, ao falar assim, Millôr Fernandes levou em conta apenas livros como Dom Casmurro, em que, na minha opinião, Machado incorre naquela miopia contra a qual o músico Jayme Ovalle reclamava. Mas esqueceu de Quincas Borba, que inclui Machado de Assis na linhagem cervantina da literatura e em que a insânia de Rubião se aproxima da insânia do Cavaleiro da Triste Figura.
Mas, talvez por causa da ironia sem compaixão de Machado de Assis, a loucura de Rubião gira somente em torno de sua pessoa, jamais partindo ele para qualquer ação no sentido de corrigir “os desconcertos do mundo” — como acontecia com o cavaleiro manchego. De modo que o personagem mais generosamente quixotesco da literatura brasileira não é Rubião, é Policarpo Quaresma. Lima Barreto é nosso escritor mais puramente humorístico, tomada a palavra em seu verdadeiro sentido, que inclui, ao lado do riso, a compaixão, que a ironia de Machado de Assis ou impede ou mancha.
Alguns escritores que desprezam o Brasil e seu povo costumam usar Policarpo Quaresma como pretexto para escarnecer de ambos. Pensam, talvez, que Lima Barreto era um deles. Esquecem que, em seu romance, o grande escritor carioca ri, antes de tudo, de si mesmo. E, sobretudo, não veem tais escritores que, se a realidade brutal e mesquinha (inclusive a da política) desmente e destrói, a cada instante, as ações generosas de Policarpo Quaresma, a pureza de seu sonho permanece intocada até a morte, o que o coloca muito acima dos poderosos e “realistas” que o cercam.
Ariano Suassuna. In: Cadernos de literatura brasileira – Millôr Fernandes, n.º 15, Rio de Janeiro: Instituto Moreira Salles, 2003, p. 18-9 (com adaptações).
Acerca das ideias desenvolvidas no texto acima, julgue (C ou E) o item subsequente.
Com o emprego da expressão “na linhagem cervantina", Ariano Suassuna explicita um parâmetro por ele adotado, para opinar sobre romances e escritores, e que é reiterado pelo emprego dos seguintes termos: “Cavaleiro da Triste Figura”, “cavaleiro manchego”, “quixotesco”.
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