Magna Concursos

Foram encontradas 292 questões.

201383 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

Considerando a ordem constitucional brasileira, julgue (C ou E) o item seguinte.

A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os estados, o Distrito Federal, os municípios e os territórios, todos entes federativos autônomos dotados de capacidade de autogoverno e autoadministração.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
201382 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

Com relação à classificação da Constituição, à competência dos entes federativos, ao ato jurídico e à personalidade jurídica, julgue (C ou E) o item que se segue.

A vigente Constituição brasileira é, no que se refere à estabilidade, semirrígida, pois, além de conter normas modificáveis por processo legislativo dificultoso e solene, possui também normas flexíveis, que podem ser alteradas por processo legislativo ordinário.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
201418 Ano: 2018
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

As operações de paz sempre tiveram importância no âmbito da atuação da ONU e, a partir do fim da Guerra Fria, seu número cresceu significativamente. O Brasil participou de várias operações de paz da ONU, sendo essa participação coerente com a importância que historicamente a política externa brasileira tem atribuído às instâncias multilaterais, notadamente no campo da paz e da segurança internacionais. A esse respeito, julgue (C ou E) o item seguinte.

O Brasil participa da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL). A Marinha do Brasil comanda a força-tarefa marítima que atua na costa libanesa.

Questão Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2564130 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
Text III
Much has been written about the superlative qualities desirable in diplomacy. Few persons can embody them all, but the greater part of a diplomat’s armoury can be developed and improved by sincere application guided by advice and example of his/her seniors. One must be concerned primarily with the foundations on which to build. For these the selectors must be satisfied there is a hard core to the applicant’s personality. On it will rest the courage, toughness in confrontation, patience and perseverance without which many more brilliant gifts can come to grief. Contrary to popular belief, diplomacy is not a career for the compliant. It often imposes on an officer the duty of defending the interests of his/her country in places not of his/her choice, where he/she must be prepared to withstand the moral attrition to which he/she may be exposed in the front line of international politics.
Lord Gore-Booth and Desmond Pakenham. Satow’s
guide to diplomatic practice. 5.th ed. London and New York: Longman, 1979, p. 79 (adapted)).
Considering the grammatical and semantic aspects of text III, decide whether the following items are right (C) or wrong (E).
In “On it will rest the courage”, the pronoun “it” refers to “the applicant’s personality”.
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2564121 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
Text II
What do politically minded visitors to a zoo feel when they stand in front of the panda bear’s cage? The previously cute panda may suddenly strike them as strange — there is an intuitive knowledge that this panda, constantly eating bamboo in front of a cheerful and amazed audience, is deeply charged with political agency.
Estrangement from the familiar is the start of every theory. Unfortunately, it was only recently that political scientists have embarked on exploring diplomacy systematically as a conceptual phenomenon, generating one unquestionable axiom: that of representation. As with any axiom, it is unprovable, but it is the taken-for-granted starting point for all further research: most scholars agree on the basic postulate that diplomacy is about people representing polities (most often a state) vis-à-vis another polity.
One should mention that the notion of political representation is a theoretical axiom applicable to all countries, but let us explore the example given by the panda bear and, consequently, by China a little further.
It is often correctly perceived that the speech of an accredited Chinese ambassador is attributable to the Chinese government. It is “China” who spoke, not (just) the individual person. This is the basis of representation. But what is often forgotten is how non-human material can represent polities — they are also diplomats, but mute.
It may sound ridiculous, if not provocative, to posit that the panda bear in the zoo is China. But this is merely an extension of the basic premise of diplomatic theory. Why should only human individuals be able to represent a state? In periods of conflict, flags (material objects) are burnt, walls are erected, monuments torn down; in times of better political mood, heads of states exchange precious gifts with each other, while embassy buildings in foreign countries enjoy a “sacred” legal status. Flags, walls, monuments, gifts, and the embassies re-present, i.e. “bring into presence,” a country, and actions toward these objects address the states they represent.
And there are good grounds for sensing a foreign policy tool in the giant pandas that now reside in zoos all over the world. They prominently embody China’s modern public diplomacy; they are non-human material deliberately deployed by the Chinese government to the soil of other states; and they have, at times, served as the primary means of expressing inter-state sentiment — during times of both conflict and cooperation —, in instances of the so-called “panda diplomacy”.
Andreas Pacher. The Diplomat. Nov./2017. Internet: <https://thediplomat.com> (adapted).
Decide whether the following statements are right (C) or wrong (E) according to text II.
The author starts his text by mentioning people who stand apart from most because of their understanding of the political implications which may arise from the presence of panda bears in countries other than China.
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2564091 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
Texto VII
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores (...) Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro — audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem — tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo. Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; tanto as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal quanto os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador. Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical.
Sergio Buarque de Holanda.
Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 44 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto VII, julgue (C ou E) o item seguinte.
O acento indicativo de crase utilizado à linha 17 poderia ser suprimido, mantendo-se a correção gramatical e as principais informações do texto, tendo em vista a variação, no português do Brasil, da transitividade do verbo visar com a acepção ter em vista, ter como fim ou objetivo.
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2564088 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
Texto VI
A segunda ignorância que tira o merecimento ao amor é não conhecer quem ama, a quem ama. Quantas cousas há no mundo muito amadas, que, se as conhecera quem as ama, haviam de ser muito aborrecidas! Graças logo ao engano e não ao amor (...) Deste discurso se segue uma conclusão tão certa como ignorada; e é que os homens não amam aquilo que cuidam que amam. Por quê? Ou porque o que amam não é o que cuidam; ou porque amam o que verdadeiramente não há. Quem estima vidros, cuidando que são diamantes, diamantes estima e não vidros; quem ama defeitos, cuidando que são perfeições, perfeições ama e não defeitos. Cuidais que amais diamantes de firmeza, e amais vidros de fragilidade; cuidais que amais perfeições angélicas, e amais imperfeições humanas. Logo, os homens não amam o que cuidam que amam. Donde também se segue que amam o que verdadeiramente não há; porque amam as cousas, não como são, senão como as imaginam; e o que se imagina, e não é, não o há no mundo.
Padre Antonio Vieira. Sermão do Mandato.
In: Sermões Escolhidos. Lisboa: Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses, 1996, p. 144-5.
Texto VII
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores (...) Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro — audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem — tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo. Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; tanto as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal quanto os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador. Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical.
Sergio Buarque de Holanda.
Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 44 (com adaptações).
Texto VIII
A maior injustiça que se poderia fazer a um regionalismo como o nosso seria confundi-lo com separatismo ou com bairrismo. Com anti-internacionalismo, antiuniversalismo ou antinacionalismo. Ele é tão contrário a qualquer espécie de separatismo que, mais unionista que o
atual e precário unionismo brasileiro, visa a superação do estadualismo, lamentavelmente desenvolvido aqui pela República — este sim, separatista —, para substituí-lo por novo e flexível sistema em que as regiões, mais importantes que os Estados, se completem e se integrem ativa e criadoramente numa verdadeira organização nacional.
Gilberto Freyre. Manifesto regionalista. Recife: Editora Massangana, 1996, p. 49.
Texto IX
O gosto da maravilha e do mistério, quase inseparável da literatura de viagens na era dos grandes descobrimentos marítimos, ocupa espaço singularmente reduzido nos escritos quinhentistas dos portugueses sobre o Novo Mundo. Ou porque a longa prática das navegações do Mar Oceano e o assíduo trato das terras e gentes estranhas já tivessem amortecido neles a sensibilidade para o exótico, ou porque o fascínio do Oriente ainda absorvesse em demasia os seus cuidados sem deixar margem a maiores surpresas, a verdade é que não os inquietam, aqui, os extraordinários portentos, nem a esperança deles. E o próprio sonho de riquezas fabulosas, que no resto do hemisfério há de guiar tantas vezes os passos do conquistador europeu, é em seu caso constantemente cerceado por uma noção mais nítida, porventura, das limitações humanas e terrenas. (...) Não está um pouco nesse caso o realismo comumente desencantado, voltado sobretudo para o particular e o concreto, que vemos predominar entre nossos velhos cronistas portugueses? Desde Gandavo e, melhor, desde Pero Vaz de Caminha até, pelo menos, Frei Vicente do Salvador, é uma curiosidade relativamente temperada, sujeita, em geral, à inspiração prosaicamente utilitária, o que dita as descrições e reflexões de tais autores. (...) Muito mais do que as especulações ou os desvairados sonhos, é a experiência imediata o que tende a reger a noção do mundo desses escritores e marinheiros.
Sergio Buarque de Holanda. Visão do paraíso. São Paulo: Editora Brasiliense, 1998, p. 1 e 5.
Com base nas ideias desenvolvidas nos textos VI, VII, VIII e IX, julgue (C ou E) o item que se segue.
No texto IX, o autor apresenta os seguintes argumentos para justificar o reduzido “gosto da maravilha e do mistério” dos cronistas portugueses do século XVI sobre o Novo Mundo: redução da sensibilidade para o exótico causado pela longa prática de navegações e pelo assíduo trato de terras e gentes estranhas; consciência das limitações humanas e terrenas da presença de riquezas fabulosas presentes em outras partes do continente; realismo desencantado, concreto e utilitário.
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2559799 Ano: 2018
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
A crescente exposição do Estado e da sociedade brasileira às dinâmicas internacionais tem, como contrapartida, entre outras, a maior importância conferida às questões de segurança nos planos regional e global. A respeito desse assunto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Nas tratativas sobre não proliferação de armamento nuclear de que toma parte, o Brasil defende que, em lugar de restringirem seu compromisso à contenção da proliferação vertical, as potências nucleares devem comprometer-se com a renúncia ao armamento nuclear, tendo, de modo consoante, apoiado o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares.
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
201585 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
A consolidação da conquista do território da América Portuguesa foi marcada pelo casuísmo, construído com base nos interesses e forças do reino português e nos desafios e benesses das possessões coloniais. Considerando esse processo, julgue (C ou E) o item seguinte.
Entre 1626 e 1772, a América Portuguesa teve seu território dividido em duas regiões administrativas: as capitanias meridionais formavam o Estado do Brasil, com sede em Salvador e, posteriormente, no Rio de Janeiro: a parte setentrional, por sua vez, constituía o Estado do Maranhão e Grão-Pará até 1751, quando foi substituído pelo Estado do Grão-Pará e Maranhão, e sua sede foi transferida de São Luís para Belém.
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
201524 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
Em novembro de 1807, temendo ser aprisionado pelas tropas de Napoleão Bonaparte, o príncipe regente de Portugal, D. João VI, deixou Lisboa acompanhado de sua família e de boa parte da nobreza da Corte, em direção ao Brasil, onde se estabeleceu até 1821, ano em que regressou à metrópole já como rei. Com relação às diversas consequências, para a colônia, da permanência de D. João VI no Brasil, julgue (C ou E) o item seguinte.
Em 1808, ocorreu a fundação da Escola Médico-Cirúrgica, na Bahia, bem como a fundação da Academia Real Militar e da Academia Real da Marinha, no Rio de Janeiro.
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas