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Foram encontradas 292 questões.

2565575 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O terreno em que vivemos sempre nos moldou. Ele moldou as guerras, o poder, a política e o desenvolvimento social dos povos que habitam hoje todas as partes da Terra. A tecnologia talvez pareça superar as distâncias entre nós no espaço mental e físico, mas é fácil esquecer que o terreno em que vivemos, trabalhamos e criamos nossos filhos é importantíssimo, e que as escolhas dos que dirigem os sete bilhões de habitantes deste planeta serão sempre moldadas, em alguma medida, por rios, montanhas, desertos, lagos e mares que nos restringem – e sempre o fizeram.
[...] Em termos gerais, a geopolítica examina as maneiras pelas quais os assuntos internacionais podem ser compreendidos por meio de fatores geográficos; não somente a paisagem física – as barreiras naturais ou conexões de redes fluviais, por exemplo –, mas também clima, dados demográficos, regiões culturais e acesso a recursos naturais. Fatores como esses podem ter um importante impacto sobre aspectos diferenciados de nossa civilização, de estratégia política e militar a desenvolvimento social humano, incluindo língua, comércio e religião.
As realidades físicas que sustentam a política nacional e internacional são desconsideradas, com demasiada frequência, tanto quando se escreve a respeito de história quanto na cobertura contemporânea da mídia acerca dos assuntos mundiais. A geografia é claramente uma parte do “por quê”, bem como de “o quê”. Ela pode não ser o fator determinante, mas, com certeza, é o mais subestimado.
MARSHALL, Tim. Prisioneiros da Geografia: 10 mapas que explicam tudo o que você
precisa saber sobre política global. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2018, p. 12-13, com adaptações.
Com base nas relações entre a geografia e a política, julgue o item a seguir.
As fronteiras modernas da China, com base em uma coerência geográfica – relevo e hidrografia –, garantem ao país pressupostos defensivos e comerciais eficazes. A Iniciativa Belt and Road, por sua vez, é uma estratégia para estabelecer fluxos de abastecimento energético inter e intracontinentais eficientes, com o objetivo de contornar os entraves físicos (estreitos, ilhas, entre outros) à navegação marítima chinesa, uma vez que a política de defesa do país privilegia o poderio territorial em detrimento de investimentos para o desenvolvimento de uma força naval capaz de atuar em águas internacionais.
 

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2565574 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O terreno em que vivemos sempre nos moldou. Ele moldou as guerras, o poder, a política e o desenvolvimento social dos povos que habitam hoje todas as partes da Terra. A tecnologia talvez pareça superar as distâncias entre nós no espaço mental e físico, mas é fácil esquecer que o terreno em que vivemos, trabalhamos e criamos nossos filhos é importantíssimo, e que as escolhas dos que dirigem os sete bilhões de habitantes deste planeta serão sempre moldadas, em alguma medida, por rios, montanhas, desertos, lagos e mares que nos restringem – e sempre o fizeram.
[...] Em termos gerais, a geopolítica examina as maneiras pelas quais os assuntos internacionais podem ser compreendidos por meio de fatores geográficos; não somente a paisagem física – as barreiras naturais ou conexões de redes fluviais, por exemplo –, mas também clima, dados demográficos, regiões culturais e acesso a recursos naturais. Fatores como esses podem ter um importante impacto sobre aspectos diferenciados de nossa civilização, de estratégia política e militar a desenvolvimento social humano, incluindo língua, comércio e religião.
As realidades físicas que sustentam a política nacional e internacional são desconsideradas, com demasiada frequência, tanto quando se escreve a respeito de história quanto na cobertura contemporânea da mídia acerca dos assuntos mundiais. A geografia é claramente uma parte do “por quê”, bem como de “o quê”. Ela pode não ser o fator determinante, mas, com certeza, é o mais subestimado.
MARSHALL, Tim. Prisioneiros da Geografia: 10 mapas que explicam tudo o que você
precisa saber sobre política global. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2018, p. 12-13, com adaptações.
Com base nas relações entre a geografia e a política, julgue o item a seguir.
Os EUA consolidaram a respectiva massa territorial ao longo do século 19 e desenvolveram, durante o século seguinte, um poderio naval bioceânico, apoiado em bases navais e militares em ilhas do Atlântico e do Pacífico. O desenvolvimento de uma “marinha de águas azuis” estadunidense, inspirada pela teoria do poder marítimo de Mahan, teve como meta impedir eventuais invasões, sobretudo pela costa do Pacífico, região relativamente carente de barreiras físicas de porte, que pudessem servir de obstáculo natural ao acesso às áreas produtoras de alimentos do meio-oeste e aos grandes centros urbanos-industriais do leste.
 

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2565573 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O terreno em que vivemos sempre nos moldou. Ele moldou as guerras, o poder, a política e o desenvolvimento social dos povos que habitam hoje todas as partes da Terra. A tecnologia talvez pareça superar as distâncias entre nós no espaço mental e físico, mas é fácil esquecer que o terreno em que vivemos, trabalhamos e criamos nossos filhos é importantíssimo, e que as escolhas dos que dirigem os sete bilhões de habitantes deste planeta serão sempre moldadas, em alguma medida, por rios, montanhas, desertos, lagos e mares que nos restringem – e sempre o fizeram.
[...] Em termos gerais, a geopolítica examina as maneiras pelas quais os assuntos internacionais podem ser compreendidos por meio de fatores geográficos; não somente a paisagem física – as barreiras naturais ou conexões de redes fluviais, por exemplo –, mas também clima, dados demográficos, regiões culturais e acesso a recursos naturais. Fatores como esses podem ter um importante impacto sobre aspectos diferenciados de nossa civilização, de estratégia política e militar a desenvolvimento social humano, incluindo língua, comércio e religião.
As realidades físicas que sustentam a política nacional e internacional são desconsideradas, com demasiada frequência, tanto quando se escreve a respeito de história quanto na cobertura contemporânea da mídia acerca dos assuntos mundiais. A geografia é claramente uma parte do “por quê”, bem como de “o quê”. Ela pode não ser o fator determinante, mas, com certeza, é o mais subestimado.
MARSHALL, Tim. Prisioneiros da Geografia: 10 mapas que explicam tudo o que você
precisa saber sobre política global. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2018, p. 12-13, com adaptações.
Com base nas relações entre a geografia e a política, julgue o item a seguir.
A Rússia, o maior país do mundo, é aproximadamente duas vezes maior que os Estados Unidos da América (EUA) ou a China e cinco vezes maior que a Índia. Estendendo-se por cerca de 170° de longitude, possui ampla fronteira terrestre com países europeus e asiáticos, bem como fronteiras marítimas com o Japão e os EUA. A profundidade territorial russa, que dificultaria ataques de potências marítimas, aliada à existência de recursos naturais e energéticos e de um relevo predominantemente plano, inspiraram Harlford Mackinder a formular a teoria da Área Pivô.
 

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2565572 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O terreno em que vivemos sempre nos moldou. Ele moldou as guerras, o poder, a política e o desenvolvimento social dos povos que habitam hoje todas as partes da Terra. A tecnologia talvez pareça superar as distâncias entre nós no espaço mental e físico, mas é fácil esquecer que o terreno em que vivemos, trabalhamos e criamos nossos filhos é importantíssimo, e que as escolhas dos que dirigem os sete bilhões de habitantes deste planeta serão sempre moldadas, em alguma medida, por rios, montanhas, desertos, lagos e mares que nos restringem – e sempre o fizeram.
[...] Em termos gerais, a geopolítica examina as maneiras pelas quais os assuntos internacionais podem ser compreendidos por meio de fatores geográficos; não somente a paisagem física – as barreiras naturais ou conexões de redes fluviais, por exemplo –, mas também clima, dados demográficos, regiões culturais e acesso a recursos naturais. Fatores como esses podem ter um importante impacto sobre aspectos diferenciados de nossa civilização, de estratégia política e militar a desenvolvimento social humano, incluindo língua, comércio e religião.
As realidades físicas que sustentam a política nacional e internacional são desconsideradas, com demasiada frequência, tanto quando se escreve a respeito de história quanto na cobertura contemporânea da mídia acerca dos assuntos mundiais. A geografia é claramente uma parte do “por quê”, bem como de “o quê”. Ela pode não ser o fator determinante, mas, com certeza, é o mais subestimado.
MARSHALL, Tim. Prisioneiros da Geografia: 10 mapas que explicam tudo o que você
precisa saber sobre política global. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2018, p. 12-13, com adaptações.
Com base nas relações entre a geografia e a política, julgue o item a seguir.
A atual fronteira sinoindiana é exemplo da falta de predominância de elementos naturais que dificultam o avanço de grandes colunas militares pelo território, tendo em conta que a rede hidrográfica que separa os dois países tem como sentido predominante o noroeste-sudeste. No entanto, o peso demográfico, aliado ao poderio nuclear desenvolvido por ambos os países a partir da segunda metade do século passado, desestimulou conflitos armados de grande escala entre a China e a Índia ao longo dos séculos 20 e 21, apesar de disputas fronteiriças recorrentes no sul e sudeste da Ásia.
 

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2565571 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O avanço da divisão técnica e territorial do trabalho e as transformações decorrentes das novas formas de comunicação ampliaram a organização em redes – de produção e distribuição, de prestação de serviços, de gestão política e econômica – cujos nós são constituídos pelas cidades.
Nesse contexto, a rede urbana brasileira definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir do estudo Regiões de Influência das Cidades – REGIC (2007), destaca a concepção da complexidade das relações e interações espaciais entre as cidades brasileiras em suas diferentes tipologias e redes de influência entre centros urbanos, em alguns contextos de proximidade ou até mesmo de distância.
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 9, com adaptações.
Rede Urbana do Brasil, 2007
Enunciado 3537122-1
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 12.
A esse respeito, com base nas informações do texto e considerando a imagem da rede urbana brasileira apresentada, julgue o item a seguir.
A ocupação rarefeita da Amazônia brasileira apresenta urbanização limitada a duas grandes cidades médias, Belém e Manaus, e uma rede dispersa de pequenas cidades de influência apenas local.
 

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2565570 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O avanço da divisão técnica e territorial do trabalho e as transformações decorrentes das novas formas de comunicação ampliaram a organização em redes – de produção e distribuição, de prestação de serviços, de gestão política e econômica – cujos nós são constituídos pelas cidades.
Nesse contexto, a rede urbana brasileira definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir do estudo Regiões de Influência das Cidades – REGIC (2007), destaca a concepção da complexidade das relações e interações espaciais entre as cidades brasileiras em suas diferentes tipologias e redes de influência entre centros urbanos, em alguns contextos de proximidade ou até mesmo de distância.
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 9, com adaptações.
Rede Urbana do Brasil, 2007
Enunciado 3537121-1
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 12.
A esse respeito, com base nas informações do texto e considerando a imagem da rede urbana brasileira apresentada, julgue o item a seguir.
Brasília, pela própria função de capital da República, detém papel importante na gestão federal e na articulação entre as regiões brasileiras, sendo considerada uma metrópole de influência nacional.
 

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2565569 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O avanço da divisão técnica e territorial do trabalho e as transformações decorrentes das novas formas de comunicação ampliaram a organização em redes – de produção e distribuição, de prestação de serviços, de gestão política e econômica – cujos nós são constituídos pelas cidades.
Nesse contexto, a rede urbana brasileira definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir do estudo Regiões de Influência das Cidades – REGIC (2007), destaca a concepção da complexidade das relações e interações espaciais entre as cidades brasileiras em suas diferentes tipologias e redes de influência entre centros urbanos, em alguns contextos de proximidade ou até mesmo de distância.
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 9, com adaptações.
Rede Urbana do Brasil, 2007
Enunciado 3537120-1
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 12.
A esse respeito, com base nas informações do texto e considerando a imagem da rede urbana brasileira apresentada, julgue o item a seguir.
As cidades são economias abertas em que as estruturas produtivas têm ampla mobilidade e capacidade de transformação. A rede urbana brasileira apresenta um conjunto expressivo de cidades de porte médio, que desempenham papéis importantes na dinâmica atual do território brasileiro.
 

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2565568 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: IADES
Orgão: IRB
Provas:
O avanço da divisão técnica e territorial do trabalho e as transformações decorrentes das novas formas de comunicação ampliaram a organização em redes – de produção e distribuição, de prestação de serviços, de gestão política e econômica – cujos nós são constituídos pelas cidades.
Nesse contexto, a rede urbana brasileira definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir do estudo Regiões de Influência das Cidades – REGIC (2007), destaca a concepção da complexidade das relações e interações espaciais entre as cidades brasileiras em suas diferentes tipologias e redes de influência entre centros urbanos, em alguns contextos de proximidade ou até mesmo de distância.
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 9, com adaptações.
Rede Urbana do Brasil, 2007
Enunciado 3537119-1
IBGE. REGIC. Rio de Janeiro, 2008, p. 12.
A esse respeito, com base nas informações do texto e considerando a imagem da rede urbana brasileira apresentada, julgue o item a seguir.
São Paulo e Rio de Janeiro, maiores centros urbanos e principais centros financeiros e empresariais do Brasil e da América do Sul, são denominados metrópoles internacionais ou cidades mundiais pela respectiva influência sobre a vasta extensão do território brasileiro e sul-americano.
 

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2565567 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O senhor saiba: eu toda a minha vida pensei por mim, forro, sou nascido diferente. Eu sou é eu mesmo. Diverjo de todo o mundo... Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa. O senhor concedendo, eu digo: para pensar longe, sou cão mestre o senhor solte em minha frente uma ideia ligeira, e eu rastreio essa por fundo de todos os matos, amém![...]
A gente vive repetido, o repetido, e, escorregável, num mim minuto, já está empurrado noutro galho. Acertasse eu com o que depois sabendo fiquei, para de lá de tantos assombros... Um está sempre no escuro, só no último derradeiro é que clareiam a sala. Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia.[...]
Consegui o pensar direito: penso como um rio tanto anda: que as árvores das beiradas mal nem vejo... Quem me entende? O que eu queira. Os fatos passados obedecem à gente; os em vir, também. Só o poder do presente é que é furiável? Não. Esse obedece igual e é o que é.[...]
O senhor não pode estabelecer em sua ideia a minha tristeza quinhoã. Até os pássaros, consoante os lugares, vão sendo muito diferentes. Ou são os tempos, travessia da gente?
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro:
José Olympio Editora, 1976, p. 15, 51-52, 260 e 304, com adaptações.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
O adjetivo “quinhoã” refere-se ao quinhão de tristeza que cabe ao narrador.
 

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2565566 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: IRB
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O senhor saiba: eu toda a minha vida pensei por mim, forro, sou nascido diferente. Eu sou é eu mesmo. Diverjo de todo o mundo... Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa. O senhor concedendo, eu digo: para pensar longe, sou cão mestre o senhor solte em minha frente uma ideia ligeira, e eu rastreio essa por fundo de todos os matos, amém![...]
A gente vive repetido, o repetido, e, escorregável, num mim minuto, já está empurrado noutro galho. Acertasse eu com o que depois sabendo fiquei, para de lá de tantos assombros... Um está sempre no escuro, só no último derradeiro é que clareiam a sala. Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia.[...]
Consegui o pensar direito: penso como um rio tanto anda: que as árvores das beiradas mal nem vejo... Quem me entende? O que eu queira. Os fatos passados obedecem à gente; os em vir, também. Só o poder do presente é que é furiável? Não. Esse obedece igual e é o que é.[...]
O senhor não pode estabelecer em sua ideia a minha tristeza quinhoã. Até os pássaros, consoante os lugares, vão sendo muito diferentes. Ou são os tempos, travessia da gente?
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro:
José Olympio Editora, 1976, p. 15, 51-52, 260 e 304, com adaptações.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
O sentido do adjetivo “furiável” remete a uma natureza ordenada, determinada; por conseguinte, o presente também se submete à lógica da obediência.
 

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