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No que tange às implicações da participação do Brasil na
Primeira Guerra Mundial, julgue (C ou E) o item a seguir.
Ao final do conflito, os valores correspondentes aos depósitos de café, feitos pelo estado de São Paulo em bancos alemães como garantia de empréstimos contraídos na Europa, foram arrolados no rateio total das reparações de guerra alemãs aos países aliados, causando prejuízo ao Brasil, que receberia apenas uma parcela daqueles valores em vista de sua modesta colaboração no conflito.
Ao final do conflito, os valores correspondentes aos depósitos de café, feitos pelo estado de São Paulo em bancos alemães como garantia de empréstimos contraídos na Europa, foram arrolados no rateio total das reparações de guerra alemãs aos países aliados, causando prejuízo ao Brasil, que receberia apenas uma parcela daqueles valores em vista de sua modesta colaboração no conflito.
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Havendo El Rei Meu Augusto Pai pelo Decreto e
Instruções, de 22 de abril de 1821, em que houve por bem
prover acerca do Governo e Administração deste Reino do
Brasil, estabelecido, entre outras sábias providências, que ao
Ministro Secretá
rio d’Estado dos Negócios do Reino ficasse
pertencendo a direção privativa da Pasta dos Negócios da
Guerra a que andava anexa; E cumprindo, segundo o espírito
das citadas Instruções, dar toda a latitude e estabilidade àquela
providência afim de que a Escrituração e Expediente dos
Negócios Estrangeiros fiquem efetivamente independentes de se
acharem, como se acham, promiscuamente escriturados e
expedidos por uma só Secretaria, e nos mesmos livros, negócios
diferentes e quase incompatíveis; E merecendo outrossim a Minha Real Consideração o que a este respeito Me representou
o Oficial Maior atual de ambas as Repartições, Simeão Estellita
Gomes da Fonseca, que insta para ser aliviado de uma
responsabilidade cumulativa; e por outros motivos igualmente
atendíveis, Hei por bem dividir em duas a Secretaria d’Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, passando a repartição
dos Negócios Estrangeiros a formar uma Secretaria
absolutamente desligada da da Guerra, debaixo da direção do
meu Ministro e Secretário d’Estado dos Negócios.
DECRETO de separação das Secretarias dos Negócios Estrangeiros e dos
Negócios da Guerra, de 2 de maio de 1822. AHI. (Leis, Decretos e Portarias, 321-
1-1). Apud: ANJOS, João Alfredo dos. José Bonifácio, primeiro chanceler do
Brasil. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2008, p. 301.
Ciente de que o conceito de Reino Unido jamais significaria, na prática, que os interesses brasileiros prevaleceriam nas decisões tomadas na metrópole, José Bonifácio foi um dos principais arautos de uma ruptura política definitiva e irreversível entre Brasil e Portugal.
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Havendo El Rei Meu Augusto Pai pelo Decreto e
Instruções, de 22 de abril de 1821, em que houve por bem
prover acerca do Governo e Administração deste Reino do
Brasil, estabelecido, entre outras sábias providências, que ao
Ministro Secretá
rio d’Estado dos Negócios do Reino ficasse
pertencendo a direção privativa da Pasta dos Negócios da
Guerra a que andava anexa; E cumprindo, segundo o espírito
das citadas Instruções, dar toda a latitude e estabilidade àquela
providência afim de que a Escrituração e Expediente dos
Negócios Estrangeiros fiquem efetivamente independentes de se
acharem, como se acham, promiscuamente escriturados e
expedidos por uma só Secretaria, e nos mesmos livros, negócios
diferentes e quase incompatíveis; E merecendo outrossim a Minha Real Consideração o que a este respeito Me representou
o Oficial Maior atual de ambas as Repartições, Simeão Estellita
Gomes da Fonseca, que insta para ser aliviado de uma
responsabilidade cumulativa; e por outros motivos igualmente
atendíveis, Hei por bem dividir em duas a Secretaria d’Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, passando a repartição
dos Negócios Estrangeiros a formar uma Secretaria
absolutamente desligada da da Guerra, debaixo da direção do
meu Ministro e Secretário d’Estado dos Negócios.
DECRETO de separação das Secretarias dos Negócios Estrangeiros e dos
Negócios da Guerra, de 2 de maio de 1822. AHI. (Leis, Decretos e Portarias, 321-
1-1). Apud: ANJOS, João Alfredo dos. José Bonifácio, primeiro chanceler do
Brasil. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2008, p. 301.
Idealizado a partir da personalidade carismática de D. Pedro I, o modelo de estado independente preconizado por José Bonifácio assentava-se na popularidade da figura do monarca como elemento de coesão social da nação, sendo o poder moderador o principal distintivo dele.
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Havendo El Rei Meu Augusto Pai pelo Decreto e
Instruções, de 22 de abril de 1821, em que houve por bem
prover acerca do Governo e Administração deste Reino do
Brasil, estabelecido, entre outras sábias providências, que ao
Ministro Secretá
rio d’Estado dos Negócios do Reino ficasse
pertencendo a direção privativa da Pasta dos Negócios da
Guerra a que andava anexa; E cumprindo, segundo o espírito
das citadas Instruções, dar toda a latitude e estabilidade àquela
providência afim de que a Escrituração e Expediente dos
Negócios Estrangeiros fiquem efetivamente independentes de se
acharem, como se acham, promiscuamente escriturados e
expedidos por uma só Secretaria, e nos mesmos livros, negócios
diferentes e quase incompatíveis; E merecendo outrossim a Minha Real Consideração o que a este respeito Me representou
o Oficial Maior atual de ambas as Repartições, Simeão Estellita
Gomes da Fonseca, que insta para ser aliviado de uma
responsabilidade cumulativa; e por outros motivos igualmente
atendíveis, Hei por bem dividir em duas a Secretaria d’Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, passando a repartição
dos Negócios Estrangeiros a formar uma Secretaria
absolutamente desligada da da Guerra, debaixo da direção do
meu Ministro e Secretário d’Estado dos Negócios.
DECRETO de separação das Secretarias dos Negócios Estrangeiros e dos
Negócios da Guerra, de 2 de maio de 1822. AHI. (Leis, Decretos e Portarias, 321-
1-1). Apud: ANJOS, João Alfredo dos. José Bonifácio, primeiro chanceler do
Brasil. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2008, p. 301.
A missão Corrêa da Câmara, enviada por José Bonifácio ao cabildo de Buenos Aires, tinha por objetivo estabelecer uma aliança defensiva e ofensiva, em coordenação com outras nações sul-americanas, contra eventuais agressões de potências europeias.
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Havendo El Rei Meu Augusto Pai pelo Decreto e
Instruções, de 22 de abril de 1821, em que houve por bem
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Brasil, estabelecido, entre outras sábias providências, que ao
Ministro Secretá
rio d’Estado dos Negócios do Reino ficasse
pertencendo a direção privativa da Pasta dos Negócios da
Guerra a que andava anexa; E cumprindo, segundo o espírito
das citadas Instruções, dar toda a latitude e estabilidade àquela
providência afim de que a Escrituração e Expediente dos
Negócios Estrangeiros fiquem efetivamente independentes de se
acharem, como se acham, promiscuamente escriturados e
expedidos por uma só Secretaria, e nos mesmos livros, negócios
diferentes e quase incompatíveis; E merecendo outrossim a Minha Real Consideração o que a este respeito Me representou
o Oficial Maior atual de ambas as Repartições, Simeão Estellita
Gomes da Fonseca, que insta para ser aliviado de uma
responsabilidade cumulativa; e por outros motivos igualmente
atendíveis, Hei por bem dividir em duas a Secretaria d’Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, passando a repartição
dos Negócios Estrangeiros a formar uma Secretaria
absolutamente desligada da da Guerra, debaixo da direção do
meu Ministro e Secretário d’Estado dos Negócios.
DECRETO de separação das Secretarias dos Negócios Estrangeiros e dos
Negócios da Guerra, de 2 de maio de 1822. AHI. (Leis, Decretos e Portarias, 321-
1-1). Apud: ANJOS, João Alfredo dos. José Bonifácio, primeiro chanceler do
Brasil. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2008, p. 301.
José Bonifácio considerava o reconhecimento da independência por potências estrangeiras essencial para preservar a unidade territorial e a soberania do Brasil, mesmo que isso implicasse, no curto prazo, a assinatura de tratados comercialmente pouco favoráveis ao País.
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Acerca da economia no Regime Militar (1964-1985) e
considerando o período referente à implementação do
Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), julgue
(C ou E) o item a seguir.
As medidas de contração fiscal adotadas no âmbito do PAEG para auxiliar na redução da inflação foram potencializadas pela política de limitação dos vencimentos do funcionalismo público, os quais permaneceram congelados ao longo de 1964, mesmo em contexto de inflação elevada.
As medidas de contração fiscal adotadas no âmbito do PAEG para auxiliar na redução da inflação foram potencializadas pela política de limitação dos vencimentos do funcionalismo público, os quais permaneceram congelados ao longo de 1964, mesmo em contexto de inflação elevada.
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Acerca da economia no Regime Militar (1964-1985) e
considerando o período referente à implementação do
Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), julgue
(C ou E) o item a seguir.
O PAEG visou à internacionalização da economia brasileira, abrindo-a ao capital estrangeiro, promovendo a integração com centros financeiros mundiais e buscando o alinhamento com a Aliança para o Progresso lançada pelos Estados Unidos da América.
O PAEG visou à internacionalização da economia brasileira, abrindo-a ao capital estrangeiro, promovendo a integração com centros financeiros mundiais e buscando o alinhamento com a Aliança para o Progresso lançada pelos Estados Unidos da América.
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Acerca da economia no Regime Militar (1964-1985) e
considerando o período referente à implementação do
Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), julgue
(C ou E) o item a seguir.
Partia-se do pressuposto de que, entre as causas crônicas da inflação no Brasil, figurava a política de aumentos salariais a taxas acima do crescimento da produtividade.
Partia-se do pressuposto de que, entre as causas crônicas da inflação no Brasil, figurava a política de aumentos salariais a taxas acima do crescimento da produtividade.
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Acerca da economia no Regime Militar (1964-1985) e
considerando o período referente à implementação do
Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), julgue
(C ou E) o item a seguir.
A redução do deficit público entre os anos de 1963 e 1966 foi alcançada mediante a diminuição dos gastos governamentais, conjugada com a contração da carga tributária, reforçando a orientação liberal do PAEG.
A redução do deficit público entre os anos de 1963 e 1966 foi alcançada mediante a diminuição dos gastos governamentais, conjugada com a contração da carga tributária, reforçando a orientação liberal do PAEG.
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As instituições sociais e políticas são processos que se
desenrolam no tempo, sem saltos e sem paradas.
Não podemos forçar transformações prematuras, nem
precipitar acontecimentos que ainda não chegaram à
completa maturidade. Por outros termos, o arbítrio humano
não pode modificar o que, por qualquer causa, ainda não é
socialmente modificável.
Mas também não podemos impedir que as instituições se
modifiquem e se renovem, quando a sua própria história indica
novo rumo, quando a própria vida impõe novas tendências
adaptativas e novas diretrizes para o futuro.
ANDRADE. Almir de. A evolução política e social do Brasil.
Cultura
Política, n° 1, ano 1, 1941, com adaptações.
Uma ética positiva do trabalho era um dos fundamentos ideológicos do Estado Novo, sendo essa a base da emancipação pessoal, da construção da sociedade e da nação.
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