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A comunicação entre os componentes do computador é realizada através de um canal de comunicação denominado barramento. O barramento que tem a função de interligar os principais componentes do computador, como CPU (Central Processing Unit ou Unidade Central de Processamento), processador, memórias (principal e auxiliares), dispositivos de entrada e saída etc.).
Trata-se de:
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Analise a figura do Microsoft Word 2013, Configuração Local, Idioma Português-Brasil:

Ela representa o Grupo Estilos, que pode ser aplicado ao texto no qual se está trabalhando.
A Guia cujo tal grupo pertence está representada em:
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Para elaborar uma apresentação de slides, deverão ser mostradas algumas ações pelo Microsoft PowerPoint 2013, Configuração Local, Idioma Português-Brasil. Há itens na Área de Transferência; dessa forma, torna-se necessário o comando Abrir a caixa de diálogo – Colar Especial.
Uma maneira é através das teclas de atalho:
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No Microsoft Excel 2013, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, ao utilizar determinada planilha, torna-se necessário aplicar a formatação Sublinhado nos dados de uma célula.
Para isso, deve-se aplicar o seguinte comando:
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Considerando o Sistema Operacional Microsoft Windows 10, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, “são todos pequenos símbolos gráficos que representam objetos utilizáveis no Windows”.
A afirmativa se refere a:
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Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
– Essa eu beijo?
Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
– Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
– Beijo todas!
– Mas quatro beijos!
– Me passei na conta.
Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa.
Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
– Você enlouqueceu?
– Me descontrolei, pronto.
– Você beijou todo mundo.
– Todo mundo estava beijando todo mundo.
– Você beijou homem na boca.
– Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
– Mas logo o padre!
Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM. Adaptado.)
No fragmento “Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo.”, a expressão indicada expressa ideia de:
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Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
– Essa eu beijo?
Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
– Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
– Beijo todas!
– Mas quatro beijos!
– Me passei na conta.
Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa.
Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
– Você enlouqueceu?
– Me descontrolei, pronto.
– Você beijou todo mundo.
– Todo mundo estava beijando todo mundo.
– Você beijou homem na boca.
– Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
– Mas logo o padre!
Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM. Adaptado.)
No trecho “Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, (...)”, a expressão “frenesi” significa:
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Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
– Essa eu beijo?
Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
– Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
– Beijo todas!
– Mas quatro beijos!
– Me passei na conta.
Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa.
Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
– Você enlouqueceu?
– Me descontrolei, pronto.
– Você beijou todo mundo.
– Todo mundo estava beijando todo mundo.
– Você beijou homem na boca.
– Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
– Mas logo o padre!
Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM. Adaptado.)
Considerando o excerto “O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.”, é possível inferir que:
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Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
– Essa eu beijo?
Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
– Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
– Beijo todas!
– Mas quatro beijos!
– Me passei na conta.
Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa.
Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
– Você enlouqueceu?
– Me descontrolei, pronto.
– Você beijou todo mundo.
– Todo mundo estava beijando todo mundo.
– Você beijou homem na boca.
– Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
– Mas logo o padre!
Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM. Adaptado.)
Evidencia características cômicas e engraçadas o seguinte trecho textual:
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Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar.
Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:
– Essa eu beijo?
Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!”
A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou:
– Não sabia que você era tão amigo da Leonor.
– Beijo todas!
– Mas quatro beijos!
– Me passei na conta.
Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada.
Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa.
Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou.
Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou:
– Você enlouqueceu?
– Me descontrolei, pronto.
– Você beijou todo mundo.
– Todo mundo estava beijando todo mundo.
– Você beijou homem na boca.
– Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só.
– Mas logo o padre!
Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM. Adaptado.)
Em “Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: (...)”, é possível depreender que o trecho assinalado demonstra:
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