Foram encontradas 100 questões.
Define-se intensidade I de uma onda como a razão entre a potência que essa onda transporta por unidade de área perpendicular à direção dessa propagação. Considere que para uma certa onda de amplitude a, freqüência f e velocidade v, que se propaga em um meio de densidade !$ \rho !$ foi determinada que a intensidade é dada por: !$ I = 2 \pi^2 f^x \rho\,v\,a^y !$.
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A questão refere-se à seguinte página da internet:

http://www.idph.state.il.us/tobacco/ilsmkfree.htm Data da visita ao site: 26/06/2007
Assinale a opção que indica o link que contém as informações abaixo.

(endereço eletrônico omitido propositadamente).
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A figura mostra uma bobina com 80 espiras de !$ 0,5\,m^2 !$ de área e !$ 40 \Omega !$ de resistência. Uma indução magnética de 4 teslas é inicialmente aplicada ao longo do plano da bobina. Esta é então girada de modo que seu plano perfaça um ângulo de 30º em relação à posição inicial. Nesse caso, qual o valor da carga elétrica que deve fluir pela bobina?
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Indique a opção que explicita o representado pelo gráfico da figura:

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Considere um elemento galvânico formado pelos dois eletrodos (I e II), abaixo especificados e mantidos separados por uma ponte salina:
- Eletrodo I: chapa retangular de zinco metálico parcialmente mergulhada em uma solução aquosa 1,0 x 10−3 mol L−1 de cloreto de zinco;
- Eletrodo II: chapa retangular de platina metálica parcialmente mergulhada em uma solução aquosa de ácido clorídrico de pH = 2, isenta de oxigênio e sob pressão parcial de gás hidrogênio de 0,5 atm.
Assinale a opção CORRETA que expressa o valor calculado aproximado, na escala do eletrodo padrão de hidrogênio (EPH), da força eletromotriz, em volt, desse elemento galvânico atuando à temperatura de 25 ºC, sabendo-se que !$ log\,2 = 0,3 !$ e !$ E^\circ_{Zn^{2+} /Zn} = -0,76\,V\,(EPH) !$
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Assinale a opção que melhor expressaria a fala da Mônica no 2º balão.

www.monica.com.br/ingles/comics/tirinhas/tira 18.htm
Data da visita ao site: 20/09/2007
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A questão corresponde ao seguinte texto:
The hold-up
The gunman, is useless.
I know it.
He knows it.
The whole bank knows it.
I know it.
He knows it.
The whole bank knows it.
Even my best mate Marvin knows it and he’s more useless than the gunman.
The worst part about the whole thing is that Marv’s car is standing outside in a fifteen-minute parking zone. We’re all face-down on the floor and the car’s only got a few minutes left on it.
‘I wish this bloke’d hurry up,’ I mention.
I know,’ Marv whispers back. ‘This is outrageous.’ His voice rises from the depths of the floor. ‘I’ll be getting a fine because of this useless bastard. I can’t afford another fine, Ed.’
‘The car’s not even worth it.’
What?’
Marv looks over at me now. I can sense he’s getting uptight.
Offended. If there’s one thing Marv doesn’t tolerate, it’s someone putting shit on his car. He repeats the question.
‘What did you say, Ed?’
‘Look,’ he says, ‘I’ll take a lot of things, Ed, but…’
I tune out of what he’s saying, because quite frankly, once Marv gets going about his car, it’s downright pain in the arse material.
He goes on and on, like a kid, and he’s just turned twenty, for Jesus sake.
He goes on for another minute or so, until I have to cut him off.
‘Marv,’ I point out, ‘the car’s an embarrassment, okay? It doesn’t even have a handbrake – it’s sitting out there with two bricks behind the back wheels.’ I’m trying to keep my voice as quiet as possible. ‘Half the time you don’t even bother locking it. You’re probably hoping someone’ll flog it so you can collect the insurance.’
‘It isn’t insured.’ (…)
That’s when the gunman turns around and shouts, ‘Who’s talkin’ back there?!’
Marv doesn’t care. He’s worked up about the car. (…)
Zusak, M. The Messenger, Austrália: Ed. Picador, 2002 p. 3-4
Entende-se, pela leitura do texto, que o carro de Marvin
I. está estacionado próximo ao banco.
II. apresenta problema no freio.
III. possui seguro.
II. apresenta problema no freio.
III. possui seguro.
Está(ão) correta(s)
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Sejam !$ X, Y, Z, W !$ subconjuntos de !$ \mathbb{N} !$ tais que !$ ( X - Y) \cap Z = {1,2,3,4} !$, !$ Y = {5,6}, Z \cap Y= \phi, W \cap ( X - Z) = {7,8}, X\, \cap\,W\, \cap\,Z = {2,4} !$ . Então o conjunto é igual a
!$ [ X \cap ( Z \cup W)] - [W \cap ( Y\, \cup\, Z)] !$
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Carbamato de amônio sólido (NH2COONH4) decompõe-se em amônia e dióxido de carbono, ambos gasosos. Considere que uma amostra de carbamato de amônio sólido esteja em equilíbrio químico com CO2(g) e NH3(g) na temperatura de 50 ºC, em recipiente fechado e volume constante. Assinale a opção CORRETA que apresenta a constante de equilíbrio em função da pressão total P, no interior do sistema.
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Com um pouco de exagero, costumo dizer que todo jogo é de azar. Falo assim referindo-me ao futebol que, ao contrário da roleta ou da loteria, implica tática e estratégia, sem falar no principal, que é o talento e a habilidade dos jogadores. Apesar disso, não consegue eliminar o azar, isto é, o acaso.
E já que falamos em acaso, vale lembrar que, em francês, “acaso” escreve-se “hasard”, como no célebre verso de Mallarmé, que diz: “um lance de dados jamais eliminará o acaso”. Ele está, no fundo, referindo-se ao fazer do poema que, emque pese a mestria e lucidez do poeta, está ainda assim sujeito ao azar, ou seja, ao acaso.
Se no poema é assim, imagina numa partida de futebol, que envolve 22 jogadores se movendo num campo de amplas dimensões. Se é verdade que eles jogam conforme esquemas de marcação e ataque, seguindo a orientação do técnico, deve-se no entanto levar em conta que cada jogador tem sua percepção da jogada e decide deslocar-se nesta ou naquela direção, ou manter-se parado, certo de que a bola chegará a seus pés. Nada disso se pode prever, daí resultando um alto índice de probabilidades, ou seja, de ocorrências imprevisíveis e que, portanto, escapam ao controle.
Tomemos, como exemplo, um lance que quase sempre implica perigo de gol: o tiro de canto. Não é à toa que, quando se cria essa situação, os jogadores da defesa se afligem em anular as possibilidades que têm os adversários de fazerem o gol. Sentem-se ao sabor do acaso, da imprevisibilidade. O time adversário desloca para a área do que sofre o tiro de canto seus jogadores mais altos e, por isso mesmo, treinados para cabecear para dentro do gol. Isto reduz o grau de imprevisibilidade por aumentar as possibilidades do time atacante de aproveitar em seu favor o tiro de canto e fazer o gol. Nessa mesma medida, crescem, para a defesa, as dificuldades de evitar o pior. Mas nada disso consegue eliminar o acaso, uma vez que o batedor do escanteio, por mais exímio que seja, não pode com precisão absoluta lançar a bola na cabeça de determinado jogador. Além do mais, a inquietação ali na área é grande, todos os jogadores se movimentam, uns tentando escapar à marcação, outros procurando marcá-los. Essa movimentação, multiplicada pelo número de jogadores que se movem, aumenta fantasticamente o grau de imprevisibilidade do que ocorrerá quando a bola for lançada. A que altura chegará ali? Qual jogador estará, naquele instante, em posição propícia para cabeceá-la, seja para dentro do gol, seja para longe dele? Não existe treinamento tático, posição privilegiada, nada que torne previsível o desfecho do tiro de canto. A bola pode cair ao alcance deste ou daquele jogador e, dependendo da sorte, será gol ou não.
Não quero dizer com isso que o resultado das partidas de futebol seja apenas fruto do acaso, mas a verdade é que, sem um pouco de sorte, neste campo, como em outros, não se vai muito longe; jogadores, técnicos e torcedores sabem disso, tanto que todos querem se livrar do chamado “pé frio”. Como não pretendo passar por supersticioso, evito aderir abertamente a essa tese, mas quando vejo, durante uma partida, meu time perder “gols feitos”, nasce-me o desagradável temor de que aquele não é um bom dia para nós e de que a derrota é certa.
Que eu, mero torcedor, pense assim, é compreensível, mas que dizer de técnicos de futebol que vivem de terço na mão e medalhas de santos sob a camisa e que, em face de cada lance decisivo, as puxam para fora, as beijam e murmuram orações? Isso para não falar nos que consultam pais-de-santo e pagam promessas a Iemanjá. É como se dissessem: treino os jogadores, traço o esquema de jogo, armo jogadas, mas, independentemente disso, existem forças imponderáveis que só obedecem aos santos e pais-de-santo; são as forças do acaso.
Mas não se pode descartar o fator psicológico que, como se sabe, atua sobre os jogadores de qualquer esporte; tanto isso é certo que, hoje, entre os preparadores das equipes há sempre um psicólogo. De fato, se o jogador não estiver psicologicamente preparado para vencer, não dará o melhor de si.
Exemplifico essa crença na psicologia com a história de um técnico inglês que, num jogo decisivo da Copa da Europa, teve um de seus jogadores machucado. Não era um craque, mas sua perda desfalcaria o time. O médico da equipe, depois de atender o jogador, disse ao técnico: “Ele já voltou a si do desmaio, mas não sabe quem é”. E o técnico: “Ótimo! Diga que ele é o Pelé e que volte para o campo imediatamente”.
(Ferreira Gullar. Jogos de azar. Em: Folha de S. Paulo, 24/06/2007.)
Segundo o texto, NÃO se pode afirmar que nos jogos de futebol
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