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3253712 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Texto

FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

A palavra destacada no verso “E aquele sentimento de amor eterno” é um adjetivo. Em que trecho a seguir, a palavra ou expressão destacada NÃO corresponde a um adjetivo?

 

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3253711 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

Em “Entre o céu e o firmamento”, podemos afirmar que as palavras em destaque são:

 

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3253710 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

Considere os versos:

“Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Assinale a opção em que a palavra substitui o termo destacado sem alterar o sentido do texto.

 

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3253709 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

No verso: “Todo verbo que é forte", temos um predicado

 

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3253708 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Texto

FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

Em “O que é que eu vou...”, as reticências são usadas para

 

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3253707 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
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FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

Assinale a opção que corresponde à figura de linguagem utilizada pelo autor no verso “E minha mente voa”.

 

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3253706 Ano: 2014
Disciplina: Português
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FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

Assinale a opção cujo termo apresentado rege a mesma preposição que a destacada em “Que vagam pelo tempo”.

 

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3253705 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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FIRMAMENTO

O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori

Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor

Todo verbo que é forte

Se conjuga no tempo

Perto, longe, o que for

Você não sai da minha cabeça

E minha mente voa

Você não sai, não sai, não sai, não sai...

Entre o céu e o firmamento

Não há ressentimento

Cada um ocupando o seu lugar

Não sai, não sai, não sai, não sai, não sai...

O que é que eu vou...

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio pensar

Que vagam como o vento

E aquele sentimento de amor eterno

Entre o céu e o firmamento

Existem mais coisas do que julga

O nosso próprio entendimento

Que vagam pelo tempo

Com aquele juramento de amor eterno

(CIDADE NEGRA, In: O erê. CD Sony, 1996. Faixa 6.)

Considere os versos abaixo:

“O que é que eu vou fazer agora

Se o teu sol não brilhar por mim?

Num céu de estrelas multicoloridas

Existe uma que eu não colori” (1ª estrofe)

Assinale a opção em que os verbos destacados estão conjugados, respectivamente, no

 

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3253704 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Marinha
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Texto

A BOLA

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? - perguntou

- Como, como é que liga? Não se liga.

O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

- Não tem manual de instrução?

O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

- Não precisa manual de instrução.

- O que é que ela faz?

- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

- O quê?

- Controla, chuta...

- Ah, então é uma bola.

- Claro que é uma bola.

- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

- Você pensou que fosse o quê?

- Nada, não.

O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.

O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 41-42)

Com a leitura do texto, pode-se depreender que o

 

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3253703 Ano: 2014
Disciplina: Português
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Texto

A BOLA

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? - perguntou

- Como, como é que liga? Não se liga.

O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

- Não tem manual de instrução?

O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

- Não precisa manual de instrução.

- O que é que ela faz?

- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

- O quê?

- Controla, chuta...

- Ah, então é uma bola.

- Claro que é uma bola.

- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

- Você pensou que fosse o quê?

- Nada, não.

O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.

O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 41-42)

No primeiro parágrafo do texto, ao presentear o filho com uma bola, infere-se que o pai gostaria de

 

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