Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

1458519 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Considere a frase abaixo retirada do texto:

“A própria linguagem corrente vai-se renovando (...)”. O termo em destaque pode ser classificado como

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458518 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Leia o fragmento retirado do texto: “

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.”.

Assinale a opção na qual o verbo “assistir” possui significado semelhante ao apresentado no trecho acima.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458517 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Considere este trecho:

“A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.”.

Assinale a opção em que a conjunção poderia substituir o vocábulo em destaque sem modificar o sentido da frase.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458516 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Na frase: “- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil - o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.”, os travessões foram utilizados com a intenção de

I– introduzir a fala de uma pessoa ou personagem.

II– colocar em evidência uma expressão ou frase.

III– atribuir sentido irônico a uma frase.

IV- separar orações intercaladas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458515 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Na oração “Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro” - o sujeito é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458514 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Segundo o Novo Acordo Ortográfico, assinale a opção cujas palavras seguem a mesma regra de emprego do hífen utilizada na palavra “auto-ônibus”

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458513 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Em relação à colocação pronominal, segundo a norma padrão da língua, a posição do pronome oblíquo átono 'me' na frase: “- me diz um francês residente no Brasil - (...)” está

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458512 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

No trecho “Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pagarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.” -, o autor relaciona uma série de palavras ou expressões que podem ser agrupadas aos pares, cada um deles formado por uma palavra “antiga” e uma palavra “atual”.

Que tipo de relação semântica há entre as palavras que compõem cada par?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458511 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Em “Está sempre mudando” -, o autor se refere

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1458510 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
Provas:

- Falar português não é difícil – me diz um francês residente no Brasil -, o diabo é que, mal consigo aprender, a língua portuguesa já ficou diferente. Está sempre mudando.

E como! No Brasil as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Ainda bem a gente não conseguiu aprender uma nova expressão, já vem o pessoal com outra.

Não é somente pela gíria que a gente é apanhado. (Aliás, já não se usa mais a primeira pessoa, tanto do singular como do plural: tudo é 'a gente'.) A própria linguagem corrente vai-se renovando, e a cada dia uma parte do léxico cai em desuso. É preciso ficar atento, para não continuar usando palavras que já morreram, vocabulário de velho que só velho entende.

Os que falariam ainda em cinematógrafo, auto-ônibus, aeroplano, estes também já morreram e não sabem. Mas uma amiga minha, que vive preocupada com este assunto, me chama a atenção para os que falam assim:

- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.

Os que acharem natural esta frase, cuidado! Não saberão dizer que viram um filme com um ator que trabalha bem. E irão ao banho de mar em vez de ir à praia, vestidos de roupa de banho em vez de calção ou biquíni, carregando guarda-sol em vez de barraca. Comprarão um automóvel em vez de comprar um carro, pegarão um defluxo em vez de um resfriado, vão andar no passeio em vez de passear na calçada e percorrer um quarteirão em vez de uma quadra. Viajarão de trem de ferro acompanhados de sua esposa ou sua senhora em vez de sua mulher.

A lista poderia ser enorme, mas vou ficando por aqui, pois entre escrever e publicar há tempo suficiente para que tudo que eu disser caia em desuso – é dito e feito.

Segundo o autor, qual é o problema em se usar palavras que já caíram em desuso?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas