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Foram encontradas 50 questões.

2332384 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 3

O Tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano ...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado ...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas ...

QUINTANA, Mario. Esconderijos do templo. Porto Alegre, L&PM, 1980. (Adaptação)

Analise as frases abaixo:

I- Desde que me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

II- Logo que me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

III- Como se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Das locuções conjuntivas destacadas acima, quais têm a mesma classificação semântica da conjunção destacada em: "Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio."?

 

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2332383 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 3

O Tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano ...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado ...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas ...

QUINTANA, Mario. Esconderijos do templo. Porto Alegre, L&PM, 1980. (Adaptação)

Assinale a opção que justifica corretamente o emprego da vírgula no verso "Quando se vê, já são seis horas!".

 

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2332382 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 3

O Tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano ...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado ...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas ...

QUINTANA, Mario. Esconderijos do templo. Porto Alegre, L&PM, 1980. (Adaptação)

No trecho: "Quando se vê, já terminou o ano ... / Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. / Quando se vê passaram 50 anos!" os verbos "ver", "terminar", "perder" e "passar" apresentam quais valores semânticos, respectivamente?

 

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2332381 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 3

O Tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano ...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado ...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas ...

QUINTANA, Mario. Esconderijos do templo. Porto Alegre, L&PM, 1980. (Adaptação)

Em relação ao emprego do hífen, a palavra destacada no verso "Quando se vê, já é sexta-feira!" está de acordo com o sistema ortográfico em vigor. Assinale a opção em que todas as palavras também estão corretamente grafadas.

 

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2332380 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 2

Antigamente

Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesses entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar fresca; e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo, chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas, e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n'água.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1971. p. 3.

Assinale a opção que apresenta o tipo textual predominante no Texto 2.

 

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2332379 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 2

Antigamente

Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesses entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar fresca; e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo, chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas, e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n'água.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1971. p. 3.

A oração "mesmo não sendo rapagões" exprime, em relação à oração principal, a circunstância de:

 

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2332378 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 2

Antigamente

Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesses entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar fresca; e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo, chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas, e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n'água.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1971. p. 3.

Assinale a opção que apresenta a correta análise sintática do trecho destacado em " Encontravam alguém que lhes passasse a manta [...]".

 

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2332377 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 2

Antigamente

Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduroE), e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesses entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar frescaD); e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafoA), chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varasB), e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n'águaC).

ANDRADE, Carlos Drummond de. Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1971. p. 3.

Assinale a opção em que a expressão retirada do texto foi empregada em sentido denotativo.

 

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2332376 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 2

Antigamente

Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesses entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar fresca; e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo, chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas, e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n'água.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1971. p. 3.

"O gue não impedia gue, nesses entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada". As palavras grifadas, no trecho, classificam-se, respectivamente, como:

 

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2332375 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 2

Antigamente

Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca e não caíam de cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesses entrementes, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar fresca; e também tomavam cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo, chupando balas de altéia. Ou sonhavam em andar de aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas, e até em calças pardas; não admira que dessem com os burros n'água.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1971. p. 3.

A utilização de arcaísmos na construção do Texto 2 provocou o efeito de:

 

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