Segundo Christensen (2012), com a transição para o aprendizado centrado no aluno, a avaliação poderia e deveria ser mudada. O aprendizado deveria, com o tempo, eliminar a necessidade dos exames em sua forma atual. Meios alternativos de avaliação, quando necessários, acabarão emergindo. No passado, os testes foram usados de modo a cumprir duas funções para estudantes, professores e administradores. Assim, quais foram essas funções, de acordo com o referido autor?
De acordo com Giacaglia e Penteado (2015), não há um conjunto determinado de instrumentos de medida cujos resultados possam assegurar uma boa escolha vocacional. Apesar do grande número de testes existentes, nenhum, isoladamente, ou em conjunto com os demais, é suficiente para tal decisão. Assinale a opção que apresenta o teste em que as pessoas manifestam interesse relativo a profissões, disciplinas escolares e outras atividades, e, mesmo na sua forma mais reduzida, constitui instrumento pouco prático para ser aplicado e tabulado.
Para Lukesi (2011) nem todas as aprendizagens, que ao longo do tempo configuram cada ser humano individual, necessariamente ocorrerão exclusivamente através do trabalho produtivo (= trabalho produz lucro); elas ocorrerão sempre de uma forma ativa, que pode ser mediada pela comunicação - pela transmissão e pela assimilação ativa da experiência. Esses elementos atingem todos os seres humanos, incluindo, é claro, o educador e o educando, sujeitos do processo de ensino e aprendizagem. Segundo o autor, pode-se concluir, sinteticamente, que o ser humano manifesta-se:
Segundo Jean-Claude Forquin (1993, apud SOUZA, 2015), qual acepção que entende a cultura como "um patrimônio de conhecimentos e competências, de instituições, de valores e de símbolos, constituído ao longo de gerações e característico de uma comunidade humana particular"?
De acordo com Perrenoud (2000), na escola primária ou no ensino médio, o domínio da individualização dos percursos visa, sobretudo, ao não-aumento das desigualdades em relação à formação. Trata-se, pois, de enfatizar as discriminações positivas, de favorecer os desfavorecidos de sempre contra uma individualização selvagem que aumenta as variações ou, pelo menos, não contribui para sua redução. O autor distingue três níveis de organização nos quais pode ocorrer a individualização dos percursos de formação, sendo um deles:
De acordo com Sant'anna (2014), é preciso, para realizar uma avaliação coerente com os objetivos educacionais, levar em consideração a necessidade de uma ação cooperativa entre os participantes do processo, uma ação coletiva consensual, uma consciência crítica e responsável de todos. Assim, Penna Firme (1976, p.17. apud SANT'ANNA, 2014), define que a avaliação é:
Khan (2013) aponta algumas proposições sobre como seria avaliado tanto o desempenho quanto o potencial dos alunos na escola do futuro. Primeiro, ele sugere a eliminação das notas e propõe que a ênfase da avaliação também não recaia sobre aspectos imediatos e circunstanciais, mas sobre algo que pudesse e devesse ser retomado depois, refinando as habilidades do aluno. Khan (2013), reconhecendo a dura verdade de que exames padronizados nunca serão perfeitos, poria muito menos ênfase neles do que ocorre atualmente. Em vez disso, o referido autor proporia, como aspectos centrais da avaliação do aluno, duas coisas:
De acordo com Rangel (2013), quanto a currículo e programas, observando os parâmetros normativos, é interessante notar que tanto os princípios quanto as "habilidades e competências" aplicam-se mais diretamente à sua prática: