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Foram encontradas 100 questões.

2322793 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Militar
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Conforme o Regulamento Disciplinar para a Marinha, qual das opções abaixo NÃO apresenta uma circunstância atenuante da contravenção disciplinar?

 

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2322792 Ano: 2022
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Qual foi a participação da Marinha na Primeira Guerra Mundial?

 

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2322791 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente, ressalvada a acumulação de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas, será:

 

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2322790 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Enunciado 2322790-1

"Nascer, reproduzir,

morrer - eis o ciclo

da vida. Mas isso é

só por enquanto.

A ciência está

trabalhando para que

ninguém mais morra

de velho. E é possível

que dê tempo de

você entrar nessa."

CAPA DA REVISTA SUPER INTERESSANTE.

Disponível em: <http://diariodefarmacia201 O .blogspot. com/201 O/OS/imortalidade. html> (adaptado) Acesso em 27 nov 2021.

Assinale a opção que NÃO está de acordo com o texto 2.

 

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2322789 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Enunciado 2322789-1

"Nascer, reproduzir,

morrer - eis o ciclo

da vida. Mas isso é

só por enquanto.

A ciência está

trabalhando para que

ninguém mais morra

de velho. E é possível

que dê tempo de

você entrar nessa."

CAPA DA REVISTA SUPER INTERESSANTE.

Disponível em: <http://diariodefarmacia201 O .blogspot. com/201 O/OS/imortalidade. html> (adaptado) Acesso em 27 nov 2021.

Observe o trecho:

"E é possível

que dê tempo de

. você entrar nessa."

Assinale a opção em que a palavra possui a mesma quantidade de fonemas do vocábulo destacado acima.

 

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2322788 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Enunciado 2322788-1

"Nascer, reproduzir,
morrer - eis o ciclo
da vida. Mas isso é
só por enquanto.
A ciência está
trabalhando para que
ninguém mais morra
de velho. E é possível
que dê tempo de
você entrar nessa."

CAPA DA REVISTA SUPER INTERESSANTE.

Disponível em: <http://diariodefarmacia201 O .blogspot. com/201 O/OS/imortalidade. html> (adaptado) Acesso em 27 nov 2021.

No trecho "Nascer, reproduzir, morrer - eis o ciclo da vida", que conjunção abaixo poderia ser inserida entre os verbos "Reproduzir, morrer'', em lugar da vírgula, sem prejuízo do sentido original?

 

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2322787 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Enunciado 2322787-1

"Nascer, reproduzir,
morrer - eis o ciclo
da vida. Mas isso é
só por enquanto.
A ciência está
trabalhando para que
ninguém mais morra
de velho. E é possível
que dê tempo de
você entrar nessa."

CAPA DA REVISTA SUPER INTERESSANTE.

Disponível em: <http://diariodefarmacia201 O .blogspot. com/201 O/OS/imortalidade. html> (adaptado) Acesso em 27 nov 2021.

Observe o trecho do texto 2:

"A ciência está

trabalhando para que

ninguém mais morra

de velho."

Assinale a opção em que a preposição sublinhada tem o mesmo sentido do termo destacado no trecho acima.

 

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2322786 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 01

Medo da Eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar:a com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

- Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

- Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa.

- Não acaba nunca, e pronto.

- Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de- rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo ·impossível do qual já começara a me dar conta.

- Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

- E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.b

- Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa ·a mastigar. E ai mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

- Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimoc. E, ainda perplexa·, encaminhávamos para a escola.

- Acabou-se o docinho. E agora?

- Agora mastigue para sempre.

Assustei-me não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa -puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nadad. Mastigava, mastigava. Mas me sentia · contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava a altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e; _atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

- Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

- Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a ·gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no s?no a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregarae dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

LISPECTOR, Clarice. Disponível

em: <https://claricelispector.blogspot.com/2009/04/medo-daeternidade. html - acesso em 18-11-21>cesso em 18 nov 2021.

Observe o trecho a seguir:

"Eu não quis confessar que não estava á altura da eternidade."

Assinale a opção em que o vocábulo destacado pertence á mesma classe de palavras do termo sublinhado no período acima.

 

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2322785 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 01

Medo da Eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

- Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

- Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa.

- Não acaba nunca, e pronto.

- Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de- rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo ·impossível do qual já começara a me dar conta.

- Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

- E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

- Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa ·a mastigar. E ai mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

- Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa·, encaminhávamos para a escola.

- Acabou-se o docinho. E agora?

- Agora mastigue para sempre.

Assustei-me não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa -puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia · contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava a altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e; _atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

- Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

- Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a ·gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no s?no a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

LISPECTOR, Clarice. Disponível

em: <https://claricelispector.blogspot.com/2009/04/medo-daeternidade. html - acesso em 18-11-21>cesso em 18 nov 2021.

Observe o trecho:

"[ ... ] de aparência tão inocente[ ... ]".

Que palavra abaixo, retirada do texto 1, tem sua acentuação gráfica justificada pela mesma regra do vocábulo destacado no trecho acima?

 

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2322784 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO 01

Medo da Eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

- Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

- Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa.

- Não acaba nunca, e pronto.

- Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de- rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo ·impossível do qual já começara a me dar conta.

- Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

- E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

- Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa ·a mastigar. E ai mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

- Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa·, encaminhávamos para a escola.

- Acabou-se o docinho. E agora?

- Agora mastigue para sempre.

Assustei-me não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa -puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia · contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava a altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e; _atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

- Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

- Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a ·gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no s?no a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

LISPECTOR, Clarice. Disponível

em: <https://claricelispector.blogspot.com/2009/04/medo-daeternidade. html - acesso em 18-11-21>cesso em 18 nov 2021.

No trecho "[ ... ] quase não podia acreditar no milagre", observa-se que o verbo "acreditar'' exige complemento regido por preposição.

Assinale a opção que preenche corretamente os espaços, de acordo com a regência verbal.

Eu ofereci moça da festa, delicadas flores ela tanto gostou.

 

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