Foram encontradas 50 questões.
Leia o trecho Abaixo:
"Fraqueza generalizada, seguida de grande aumento de temperatura, com transpiração excessiva. Depois de três ou quatro dias de grande mal-estar, seguia-se tosse com expectoração sanguínea e congestão pulmonar. Alguns iniciavam as convulsões e os soluços, outros se debatiam em agonia, todos ávidos por água para debelar a sede incontrolável. Dentro de pouco tempo a morte se abatia derradeira e incontrolável. Durante a Primeira Guerra Mundial, a permanência da DNOG em Dakar deveria ser curta. No entanto, devido à gravidade da situação sanitária, os navios lá permaneceram mais tempo. A tudo isso se somou o impaludismo e as febres biliares africanas. Dos navios atingidos pelas doenças, o mais afetado foi o Cruzador-Auxiliar Belmonte que, entre seus 364 tripulantes, contaram-se 154 doentes. Substituições foram solicitadas ao Brasil, que vieram no Paquete Ásia para completar os claros com as moléstias apontadas."
(Bittencourt, 2006)
Ao todo, durante o período da Primeira Guerra Mundial, 156 brasileiros da Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG) teriam sido vitimados por qual doença?
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Como foi chamada a única operação ofensiva realizada pela Marinha Imperial durante a Guerra contra Oribe e Rosas, segundo Bittencourt (2006)?
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Leia o trecho abaixo:
A partir de 1840 e até o final da Balaiada, o CapitãoTenente Joaquim Marques Lisboa atuaria em cooperação com o então Coronel Luís Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, que comandava a Divisão Pacificadora do Norte, reunida para debelar a revolta. A união dos futuros patronos das forças singulares de mar e terra no combate à Balaiada simboliza uma situação recorrente em todos os conflitos internos durante a Regência e o Segundo Império: a atuação conjunta da Marinha e do Exército na manutenção da ordem constituída e da unidade do Império. (Bitencourt, 2006)
O texto acima faz referência à atuação da Marinha nos Conflitos da Regência. Assinale a opção que apresenta as províncias no conflito citado pelo autor.
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Conforme a Constituição Federal de 1988, a policia federal, instituída por lei como órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se:
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Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil( 1988), assinale a opção que apresenta o órgão que, além das atribuições definidas em lei, incumbe à execução de atividades de defesa civil.
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Analise o trecho abaixo.
"Em uma passagem da obra Hamlet, o personagem de mesmo nome ergue o crânio do bobo da corte e lamenta o que acontece com todas as pessoas após a morte, até mesmo com as mais vivas e vibrantes: todas são reduzidas a um crânio oco." (8°§)
Assinale a opção em que a reescritura do trecho mantém o sentido original.
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Assinale a opção em que a concordância nominal está correta.
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Texto 3
Memento mori: um convite à reflexão sobre a vida e a morte
Joana Coelho
Memento mori é uma expressão em latim que significa "lembre-se de que você irá morrer''. Apesar de parecer algo mórbido, funciona como um convite à reflexão para que nós pensemos sobre o nosso modo de viver e valorizemos mais a vida, cumprindo nossos deveres e desejos sem perder tempo e estando prontos para o momento em que a morte chegar.
Acredita-se que a expressão memento mori tenha surgido na Roma Antiga, onde os povos tinham a tradição de realizar um desfile de gala em homenagem a um general vitorioso recém-chegado do campo de batalha. Era uma cerimônia tão surpreendente e admirável que poderia fazer com que o general se sentisse um verdadeiro deus. Por isso, sempre havia um servo que tinha como única função ficar atrás do general dizendo "Respice post te. Hominem te esse memento. Memento mori!" que significa "Olhe para trás. Lembre-se de que você é mortal. Lembre-se de que você deve morrer!".
Esperava-se que a frase fosse um lembrete ao general a respeito de sua natureza mortal, forçando-o a assimilar a cerimônia com sabedoria e razão e fazendo-o se lembrar de que a fama e glória são temporárias.
A reflexão sobre a morte, de alguma maneira, passou por todas as gerações e diferentes culturas. Os filósofos estoicos, por exemplo, apesar de não usarem diretamente a expressão memento mori, em diversos momentos : refletiram sobre a maneira ideal de se viver. Marco Aurélio, antigo Imperador Romano, frequentemente se lembrava de sua morte. Uma de suas frases demonstra isso: "Não aja como se fosse viver dez mil anos. A morte paira sobre você. Enquanto você viver, enquanto estiver em seu poder, seja bom." Séneca, um dos filósofos e escritores estoicos, também refletia sobre o assunto. Em sua carta ao amigo Lucllio, intitulada "Da economia do tempo", ele diz: "Podes me indicar alguém que dê valor ao seu tempo, valorize o seu dia, entenda que se morre diariamente? Nisto, pois, falhamos: pensamos que a morte é coisa do futuro, mas parte dela já é coisa do passado. Qualquer tempo que já passou pertence à morte".
Assim como esses filósofos, outros pensadores acreditam que, ao se lembrar da morte, pode-se valorizar melhor a vida e aprender a viver melhor. Essa é a ideia e a função da expressão memento mori que, nos tempos modernos, segue sendo um convite à reflexão.
A ideia do memento mori inspirou diversos artistas a criarem esculturas, pinturas e mosaicos que costumavam levar crênios, esqueletos e outros slmbolos da morte. Essas artes eram exibidas para fazer com que os espectadores meditassem sobre a morte e refletissem sobre suas vidas.
Memento mori também foi um gênero de música de réquiem e funeral comum na Europa antiga. O gênero denominado dança macabra ou dança da morte foi uma espécie de memento mori e se tratava de uma peça dramática que destacava a universalidade e inevitabilidade da morte.
Na literatura, a reflexão sobre a morte também é extensa. Shakespeare, por exemplo, em diversas peças apresentou a temática. Em uma passagem da obra Hamlet, o personagem de mesmo nome ergue o crênio do bobo da corte e lamenta o que acontece com todas as pessoas após a morte, até mesmo com as mais vivas e vibrantes: todas são reduzidas a um crênio oco.
Em todos esses pensamentos, reflexões, contextos e expressões artísticas, o ideal do memento mori é o mesmo: nos fazer lembrar da nossa mortalidade, livrando-nos de vaidades e futilidades terrenas e incentivando-nos a valorizar e viver melhor a vida.
Disponível em: https://www.ecycle.eom.br/memento-mori/. Acesso em 22 de outubro de 2022. Texto adaptado.
Assinale a opção em que o elemento coesivo destacado está corretamente relacionado a seu referente no texto.
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Texto 3
Memento mori: um convite à reflexão sobre a vida e a morte
Joana Coelho
Memento mori é uma expressão em latim que significa "lembre-se de que você irá morrer''. Apesar de parecer algo mórbido, funciona como um convite à reflexão para que nós pensemos sobre o nosso modo de viver e valorizemos mais a vida, cumprindo nossos deveres e desejos sem perder tempo e estando prontos para o momento em que a morte chegar.
Acredita-se que a expressão memento mori tenha surgido na Roma Antiga, onde os povos tinham a tradição de realizar um desfile de gala em homenagem a um general vitorioso recém-chegado do campo de batalha. Era uma cerimônia tão surpreendente e admirável que poderia fazer com que o general se sentisse um verdadeiro deus. Por isso, sempre havia um servo que tinha como única função ficar atrás do general dizendo "Respice post te. Hominem te esse memento. Memento mori!" que significa "Olhe para trás. Lembre-se de que você é mortal. Lembre-se de que você deve morrer!".
Esperava-se que a frase fosse um lembrete ao general a respeito de sua natureza mortal, forçando-o a assimilar a cerimônia com sabedoria e razão e fazendo-o se lembrar de que a fama e glória são temporárias.
A reflexão sobre a morte, de alguma maneira, passou por todas as gerações e diferentes culturas. Os filósofos estoicos, por exemplo, apesar de não usarem diretamente a expressão memento mori, em diversos momentos : refletiram sobre a maneira ideal de se viver. Marco Aurélio, antigo Imperador Romano, frequentemente se lembrava de sua morte. Uma de suas frases demonstra isso: "Não aja como se fosse viver dez mil anos. A morte paira sobre você. Enquanto você viver, enquanto estiver em seu poder, seja bom." Séneca, um dos filósofos e escritores estoicos, também refletia sobre o assunto. Em sua carta ao amigo Lucllio, intitulada "Da economia do tempo", ele diz: "Podes me indicar alguém que dê valor ao seu tempo, valorize o seu dia, entenda que se morre diariamente? Nisto, pois, falhamos: pensamos que a morte é coisa do futuro, mas parte dela já é coisa do passado. Qualquer tempo que já passou pertence à morte".
Assim como esses filósofos, outros pensadores acreditam que, ao se lembrar da morte, pode-se valorizar melhor a vida e aprender a viver melhor. Essa é a ideia e a função da expressão memento mori que, nos tempos modernos, segue sendo um convite à reflexão.
A ideia do memento mori inspirou diversos artistas a criarem esculturas, pinturas e mosaicos que costumavam levar crênios, esqueletos e outros slmbolos da morte. Essas artes eram exibidas para fazer com que os espectadores meditassem sobre a morte e refletissem sobre suas vidas.
Memento mori também foi um gênero de música de réquiem e funeral comum na Europa antiga. O gênero denominado dança macabra ou dança da morte foi uma espécie de memento mori e se tratava de uma peça dramática que destacava a universalidade e inevitabilidade da morte.
Na literatura, a reflexão sobre a morte também é extensa. Shakespeare, por exemplo, em diversas peças apresentou a temática. Em uma passagem da obra Hamlet, o personagem de mesmo nome ergue o crênio do bobo da corte e lamenta o que acontece com todas as pessoas após a morte, até mesmo com as mais vivas e vibrantes: todas são reduzidas a um crênio oco.
Em todos esses pensamentos, reflexões, contextos e expressões artísticas, o ideal do memento mori é o mesmo: nos fazer lembrar da nossa mortalidade, livrando-nos de vaidades e futilidades terrenas e incentivando-nos a valorizar e viver melhor a vida.
Disponível em: https://www.ecycle.eom.br/memento-mori/. Acesso em 22 de outubro de 2022. Texto adaptado.
Assinale a opção que apresenta a mesma regra de formação de palavra composta do termo destacado no trecho "[ ... ] um desfile de gala em homenagem a um general vitorioso recém-chegado do campo de batalha." (2º§).
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Texto 3
Memento mori: um convite à reflexão sobre a vida e a morte
Joana Coelho
Memento mori é uma expressão em latim que significa "lembre-se de que você irá morrer''. Apesar de parecer algo mórbido, funciona como um convite à reflexão para que nós pensemos sobre o nosso modo de viver e valorizemos mais a vida, cumprindo nossos deveres e desejos sem perder tempo e estando prontos para o momento em que a morte chegar.
Acredita-se que a expressão memento mori tenha surgido na Roma Antiga, onde os povos tinham a tradição de realizar um desfile de gala em homenagem a um general vitorioso recém-chegado do campo de batalha. Era uma cerimônia tão surpreendente e admirável que poderia fazer com que o general se sentisse um verdadeiro deus. Por isso, sempre havia um servo que tinha como única função ficar atrás do general dizendo "Respice post te. Hominem te esse memento. Memento mori!" que significa "Olhe para trás. Lembre-se de que você é mortal. Lembre-se de que você deve morrer!".
Esperava-se que a frase fosse um lembrete ao general a respeito de sua natureza mortal, forçando-o a assimilar a cerimônia com sabedoria e razão e fazendo-o se lembrar de que a fama e glória são temporárias.
A reflexão sobre a morte, de alguma maneira, passou por todas as gerações e diferentes culturas. Os filósofos estoicos, por exemplo, apesar de não usarem diretamente a expressão memento mori, em diversos momentos : refletiram sobre a maneira ideal de se viver. Marco Aurélio, antigo Imperador Romano, frequentemente se lembrava de sua morte. Uma de suas frases demonstra isso: "Não aja como se fosse viver dez mil anos. A morte paira sobre você. Enquanto você viver, enquanto estiver em seu poder, seja bom." Séneca, um dos filósofos e escritores estoicos, também refletia sobre o assunto. Em sua carta ao amigo Lucllio, intitulada "Da economia do tempo", ele diz: "Podes me indicar alguém que dê valor ao seu tempo, valorize o seu dia, entenda que se morre diariamente? Nisto, pois, falhamos: pensamos que a morte é coisa do futuro, mas parte dela já é coisa do passado. Qualquer tempo que já passou pertence à morte".
Assim como esses filósofos, outros pensadores acreditam que, ao se lembrar da morte, pode-se valorizar melhor a vida e aprender a viver melhor. Essa é a ideia e a função da expressão memento mori que, nos tempos modernos, segue sendo um convite à reflexão.
A ideia do memento mori inspirou diversos artistas a criarem esculturas, pinturas e mosaicos que costumavam levar crênios, esqueletos e outros slmbolos da morte. Essas artes eram exibidas para fazer com que os espectadores meditassem sobre a morte e refletissem sobre suas vidas.
Memento mori também foi um gênero de música de réquiem e funeral comum na Europa antiga. O gênero denominado dança macabra ou dança da morte foi uma espécie de memento mori e se tratava de uma peça dramática que destacava a universalidade e inevitabilidade da morte.
Na literatura, a reflexão sobre a morte também é extensa. Shakespeare, por exemplo, em diversas peças apresentou a temática. Em uma passagem da obra Hamlet, o personagem de mesmo nome ergue o crênio do bobo da corte e lamenta o que acontece com todas as pessoas após a morte, até mesmo com as mais vivas e vibrantes: todas são reduzidas a um crênio oco.
Em todos esses pensamentos, reflexões, contextos e expressões artísticas, o ideal do memento mori é o mesmo: nos fazer lembrar da nossa mortalidade, livrando-nos de vaidades e futilidades terrenas e incentivando-nos a valorizar e viver melhor a vida.
Disponível em: https://www.ecycle.eom.br/memento-mori/. Acesso em 22 de outubro de 2022. Texto adaptado.
Assinale a opção em que a função do pronome relativo destacado está indicada corretamente.
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