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3220058 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO I

Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Assinale a opção cuja classe do termo sublinhado difere dos demais termos destacados.

 

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3220057 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO I

Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Em qual dos trechos a seguir o autor do artigo empregou linguagem conotativa?

 

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3220056 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO I

Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Analise o fragmento abaixo quanto à pontuação.

"Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais.” (6º §)

Em qual das opções a virgula foi empregada pelo mesmo motivo do trecho acima?

 

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3220055 Ano: 2024
Disciplina: Português
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TEXTO I

Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Tendo em vista o exposto sobre a ferramenta Chat GPT no texto I, é correto afirmar que Félix Alberto:

 

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3220054 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO I

Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Leia atentamente a frase abaixo.

"A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações”. (1º §)

Assinale a opção em que a reescritura da frase apresentada acima está correta.

 

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3220053 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO I

Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Assinale a opção que apresenta a ideia principal do texto I.

 

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3220052 Ano: 2024
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Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Assinale a opção em que há um predicado verbal.

 

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3220127 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Militar
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

A preparação dos navios, unidades aéreas e unidades de fuzileiros navais para combale e sua conduta durante o esse combate serão regidas por uma Organização:

Questão Anulada

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3220090 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Assinale a opção que apresenta APENAS eventos relativos à atuação da Marinha na Guerra da Triplice Aliança contra o governo do Paraguai, de acordo com Bittencourt (2006), em Introdução à História Marítima Brasileira.

Questão Anulada

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3220077 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

TEXTO I

Chat GPT: quem tem medo da inteligência artificial?

Se você ainda não teve acesso diretamente, pelo menos já deve ter ouvido falar do Chat GPT, uma ferramenta de inteligência artificial lançada hã pouco tempo que está provocando debates acalorados sobre praticidade, desvio ético, violação de direito autoral e plágio no ambiente digital. A partir de uma compilação de dados lançados na internet, os robôs que estão por trás da ferramenta podem entregar ao usuário uma infinidade de informações.

Não há limites para uma consulta. Você pode pedir ao Chat GPT para que escreva uma crônica sobre o centenário de fundação do Sampaio Correia, ele entrega. Se você optar por um relatório técnico sobre a economia do Maranhão, ele entrega. Se você quer escrever um conto sobre solidão, mas não sabe nem por onde começar, ele entrega. Se você pretende escrever uma poesia sobre a brisa da praia do Calhau, e não tem a menor ideia de como fazer, a ferramenta entrega. As linhas gerais de uma dissertação de mestrado. Uma simples receita de arroz de cuxá. Um discurso. Um ensaio literário. Um diagnóstico médico? Sim, até um diagnóstico médico.

As respostas. em forma de texto, são extremamente rápidas. Se são úteis? Se são confiáveis? O Chat GPT oferece informações rarefeitas, recicladas, que podem ou não servir ao interesse do usuário. As respostas são genéricas, algumas vezes superficiais, quando o tema requer uma avaliação mais técnica ou acadêmica. Quando o assunto exige uma elaboração mais subjetiva, como é o caso da linguagem literária (um poema cu conto, por exemplo), as respostas são simplórias, mas pelo menos garantem a arquitetura do resultado, um ponto de partida, um rascunho fluido, sem muita inventividade.

Novidade que mais parece uma simbiose prosaica de duas ferramentas populares, como o Google e a Alexa, o Chat GPT desperta, no minimo, curiosidade. Mas tem despertado mesmo é muita preocupação entre professores, que, com o advento dessa tecnologia, já não sabem mais se determinado conteúdo foi escrito de fato pelo aluno ou se é mera obra de robôs.

O que é ruim para a área de educação - pelo estimulo natural da ferramenta à formação de uma massa de alunos reprodutores de conteúdo de internet, de uma geração de ineptos - não é bom também para questões como ética e direito autoral, O Chat GPT nasceu com o “vício crônico” de não citar fontes. O robô simplesmente faz uma varredura na internet, mistura frases e parágrafos no liquidificador e regurgita o resultado em poucos segundos, como algo novo. Mas não cita a origem das informações, não dá nome aos autores garimpados. Tudo isso, claro, pode resultar numa fraude grosseira de conteúdo alheio. O risco de plágio é altíssimo.

Mas - dirão os defensores do uso da tecnologia - fora do ambiente da inteligência artificial o mundo anda cheio de plagiários, imitadores da criação alheia, jabutis e embusteiros profissionais. Muitos deles aplaudidos por suas obras-primas, premiados pelos incautos. [...]

Há versões gratuitas do Chat GPT, de conteúdo mais simples, e existem também aplicativos pagos, com possibilidades de buscas mais avançadas. E hoje não faltam concorrentes da ferramenta no mercado digital, como Meta, ChatSonic, Bing, Bard e algumas outras ainda em fase de desenvolvimento. OU seja, estamos apenas no começo dessa corrida insana pelo eldorado da inteligência artificial.

Não temos a menor ideia onde tudo isso vai dar. Estamos diante de uma realidade que não tem mais volta, Ferramentas como o Chat GPT não devem impor medo, mas atenção. À inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais capaz de atropelar a ética, o direito autoral. É preciso estabelecer a distância necessária entre conhecimento propriamente dito e informação instantânea subtraida de uma máquina. Para isso, vale discernir, no uso corrente da tecnológia, o que é pesquisa de fato daquilo que pode ser um exercício meramente lúdico.

Félix Alberto. Disponivel em: <<hitps:/fimirante.com/noticias/saoluis/2023/03/03/chat-gpt-quem-tem-medo-da-inteligenciaartificial>>.Acesso em 10/10/2023. Adaptado.

Assinale a opção que apresenta corretamente duas figuras de linguagem empregadas no trecho abaixo.

"A inteligência artificial não pode ser utilizada como um vagão desgovernado nas infovias digitais [...].” (8º §)

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