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Foram encontradas 40 questões.

1118167 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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“Borboletas e mariposas apresentam 3 fases distintas em seu desenvolvimento, antes de atingir a fase adulta. No cerrado brasileiro, lagartas de aproximadamente 20 famílias desses insetos aproveitam materiais extraídos da natureza ou produzidos por elas próprias para construir minúsculos abrigos, com uma infinidade de formas, um comportamento curioso e ainda não muito bem estudado. Todos os animais adotam algum tipo de estratégia para se defender. Morar e alimentar-se bem amplia as chances de desenvolvimento até a fase adulta, quando então podem se reproduzir e reiniciar o ciclo de vida.”
Arquitetas do Cerrado, 259:27, 2009. Ciência Hoje, (adaptado).
Sobre esses insetos e sua estratégia de moradia foram feitas as afirmativas abaixo.
I - Suspeita-se que esses abrigos possam proteger os insetos de seus inimigos naturais, como predadores e parasitas, embora suas funções ainda não sejam bem conhecidas.
II - Borboletas e mariposas são insetos da ordem lepidóptera e suas fases do desenvolvimento antes da fase adulta são: ovo, lagarta e crisálida.
III - Viver em um abrigo no cerrado, que possui uma vegetação aberta e com uma estação seca bem marcada, certamente é um importante meio de manter a umidade e reduzir a variação de temperatura.
É(São) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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1118166 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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O sequenciamento de genomas celulares inteiros permitiu a identificação de um grande número de genes de função desconhecida. A função de um determinado gene pode ser revelada, de maneira experimental, por meio da
 

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1118150 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO II

A BIC E O SOCIALISMO

É moda dizer que o socialismo fracassou devido à natureza humana. Será? Se você quiser entender o socialismo, poderá ler a História da riqueza do homem, de Leo Huberman. Marx, Engels etc. já exigem mais disposição, mas se você quer MESMO entender como o socialismo dá certo, abandone a teoria e olhe à volta. O que vê? Capitalismo por toda parte? Engano seu... há um enclave socialista, diria até comunista, sólido, consolidado, bem abaixo de nossos narizes e essa obra, revolucionária, foi criada por um francês de nome curtíssimo: Bic.

Ele é o inventor da caneta Bic. Não há nada mais comunista do que a caneta Bic. Quer ver? Se você não for encarregado do almoxarifado da empresa, for apenas um homem comum, responda: quantas Bics você comprou na vida? Quantas você já usou? Quantas usou DO COMEÇO ATÉ O FIM?

Nas respostas está o segredo. Normalmente (a não ser que seja almoxarife ou tarado!$ ^{(a} !$), você não comprou nem 5% das Bics que usou em sua vida. E elas vêm e vão mas não pertencem a ninguém em particular. São socializadas e ninguém se desespera ao ver que sua Bic sumiu (experimente perder uma Parker!$ ^{(b} !$), pois tem certeza de que, em meia hora, outra estará caindo em suas mãos. Você vai ao banco, preenche um cheque, pede emprestada!$ ^{(c} !$ a Bic e a põe no bolso, saindo lépido e fagueiro para esquecê-la com seu colega de trabalho que a pediu “emprestada”, mas recupera, logo adiante, outra, esquecida sobre a mesa...

As Bics se encaixam perfeitamente na máxima marxista: “De cada um, segundo as suas possibilidades, a cada um, segundo suas necessidades.” Quem pode (o almoxarife, por exemplo!$ ^{(d} !$) compra muitas; quem precisa serve-se de acordo com a necessidade e todos ficam felizes.

Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome. Só funciona – às vezes – se conhecermos o dono. Do contrário, olharemos para a caneta em nosso bolso e nos perguntaremos, lendo a tira de papel: “Quem, diabos, é Zwinglio Kelezogulu?!$ ^{(e} !$

Depois, balançando a cabeça, embolsaremos a caneta. Sem culpa. Eu não disse?

UTZERI, Fritz. Dancing Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 145.

Na crônica, alguns sinais de pontuação são muito expressivos, como o emprego de aspas e parênteses. O emprego do sinal de pontuação está corretamente justificado em:

 

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1118149 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO II
A BIC E O SOCIALISMO
É moda dizer que o socialismo fracassou devido à natureza humana!$ ^{(a} !$. Será? Se você quiser entender o socialismo, poderá ler a História da riqueza do homem, de Leo Huberman. Marx, Engels etc. já exigem mais disposição, mas se você quer MESMO entender como o socialismo dá certo, abandone a teoria e olhe à volta. O que vê? Capitalismo por toda parte? Engano seu... há um enclave socialista, diria até comunista, sólido, consolidado, bem abaixo de nossos narizes e essa obra, revolucionária, foi criada por um francês de nome curtíssimo: Bic.
Ele é o inventor da caneta Bic. Não há nada mais comunista do que a caneta Bic!$ ^{(b} !$. Quer ver? Se você não for encarregado do almoxarifado da empresa, for apenas um homem comum, responda: quantas Bics você comprou na vida? Quantas você já usou? Quantas usou DO COMEÇO ATÉ O FIM?
Nas respostas está o segredo. Normalmente (a não ser que seja almoxarife ou tarado), você não comprou nem 5% das Bics que usou em sua vida!$ ^{(c} !$. E elas vêm e vão mas não pertencem a ninguém em particular. São socializadas e ninguém se desespera ao ver que sua Bic sumiu!$ ^{(d} !$ (experimente perder uma Parker), pois tem certeza de que, em meia hora, outra estará caindo em suas mãos!$ ^{(e} !$. Você vai ao banco, preenche um cheque, pede emprestada a Bic e a põe no bolso, saindo lépido e fagueiro para esquecê-la com seu colega de trabalho que a pediu “emprestada”, mas recupera, logo adiante, outra, esquecida sobre a mesa...
As Bics se encaixam perfeitamente na máxima marxista: “De cada um, segundo as suas possibilidades, a cada um, segundo suas necessidades.” Quem pode (o almoxarife, por exemplo) compra muitas; quem precisa serve-se de acordo com a necessidade e todos ficam felizes.
Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome. Só funciona – às vezes – se conhecermos o dono. Do contrário, olharemos para a caneta em nosso bolso e nos perguntaremos, lendo a tira de papel: “Quem, diabos, é Zwinglio Kelezogulu?”
Depois, balançando a cabeça, embolsaremos a caneta. Sem culpa. Eu não disse?
UTZERI, Fritz. Dancing Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 145.
O valor gramatical do vocábulo que, no trecho “Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome.”, é o mesmo que ele apresenta em
 

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1118148 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO II
A BIC E O SOCIALISMO
É moda dizer que o socialismo fracassou devido à natureza humana. Será? Se você quiser entender o socialismo, poderá ler a História da riqueza do homem, de Leo Huberman. Marx, Engels etc. já exigem mais disposição, mas se você quer MESMO entender como o socialismo dá certo, abandone a teoria e olhe à volta. O que vê? Capitalismo por toda parte? Engano seu... há um enclave socialista, diria até comunista, sólido, consolidado, bem abaixo de nossos narizes e essa obra, revolucionária, foi criada por um francês de nome curtíssimo: Bic.
Ele é o inventor da caneta Bic. Não há nada mais comunista do que a caneta Bic!$ ^{(a} !$. Quer ver? Se você não for encarregado do almoxarifado da empresa, for apenas um homem comum, responda: quantas Bics você comprou na vida? Quantas você já usou? Quantas usou DO COMEÇO ATÉ O FIM?
Nas respostas está o segredo. Normalmente (a não ser que seja almoxarife ou tarado), você não comprou nem 5% das Bics que usou em sua vida. E elas vêm e vão mas não pertencem a ninguém em particular!$ ^{(b} !$. São socializadas e ninguém se desespera ao ver que sua Bic sumiu!$ ^{(c} !$ (experimente perder uma Parker), pois tem certeza de que, em meia hora, outra estará caindo em suas mãos. Você vai ao banco, preenche um cheque, pede emprestada a Bic e a põe no bolso, saindo lépido e fagueiro para esquecê-la com seu colega de trabalho que a pediu “emprestada”, mas recupera, logo adiante, outra, esquecida sobre a mesa...
As Bics se encaixam perfeitamente na máxima marxista!$ ^{(d} !$: “De cada um, segundo as suas possibilidades, a cada um, segundo suas necessidades.” Quem pode (o almoxarife, por exemplo) compra muitas; quem precisa serve-se de acordo com a necessidade e todos ficam felizes.
Há maníacos pela propriedade que colocam tiras de papel no interior da caneta com seu nome!$ ^{(e} !$. Só funciona – às vezes – se conhecermos o dono. Do contrário, olharemos para a caneta em nosso bolso e nos perguntaremos, lendo a tira de papel: “Quem, diabos, é Zwinglio Kelezogulu?”
Depois, balançando a cabeça, embolsaremos a caneta. Sem culpa. Eu não disse?
UTZERI, Fritz. Dancing Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 145.
O Texto II se baseia numa comparação incomum para confirmar sua tese de que o socialismo não fracassou. Qual dos trechos transcritos a seguir NÃO demonstra a relação entre a caneta Bic e a visão socialista?
 

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1118147 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO I
NÃO HÁ VAGAS
O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema.
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão.
O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras
– porque o poema, senhores,
está fechado:
“não há vagas”
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço
O poema, senhores,
não fede
nem cheira.
GULLAR, Ferreira. Toda Poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 157.
O presente do indicativo, marcante na construção do poema, é um tempo verbal que pode ser empregado com valores diversos.
Qual a explicação correta para o emprego do presente do indicativo nos versos “...o operário / que esmerila seu dia de aço / e carvão / nas oficinas escuras”?
 

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1118145 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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TEXTO I
NÃO HÁ VAGAS
O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema.
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão.
O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras
– porque o poema, senhores,
está fechado:
“não há vagas”
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço
O poema, senhores,
não fede
nem cheira.
GULLAR, Ferreira. Toda Poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 157.
A última estrofe do Texto I “O poema, senhores, / não fede / nem cheira.” (A. 29-31) apresenta a visão do eu lírico sobre a construção do poema. Considerando todo o texto, a afirmação da última estrofe revela a atitude de
 

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1118143 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
Provas:

TEXTO I

NÃO HÁ VAGAS

O preço do feijão

não cabe no poema. O preço

do arroz

não cabe no poema.

Não cabem no poema o gás

a luz o telefone

a sonegação

do leite

da carne

do açúcar

do pão.

O funcionário público

não cabe no poema

com seu salário de fome

sua vida fechada

em arquivos.

Como não cabe no poema

o operário

que esmerila seu dia de aço

e carvão

nas oficinas escuras

– porque o poema, senhores,

está fechado:

“não há vagas”

Só cabe no poema

o homem sem estômago

a mulher de nuvens

a fruta sem preço

O poema, senhores,

não fede

nem cheira.

GULLAR, Ferreira. Toda Poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 157.

Toda a primeira estrofe do poema é construída sem conectivos, no entanto, pode-se perceber a relação de sentido que as orações estabelecem. A relação de sentido entre as orações é de

 

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1118137 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
Provas:
TEXTO I
NÃO HÁ VAGAS
O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema.
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão.
O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras
– porque o poema, senhores,
está fechado:
“não há vagas”
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço
O poema, senhores,
não fede
nem cheira.
GULLAR, Ferreira. Toda Poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 157.
O Texto I apresenta uma série de negações, que estabelecem uma oposição entre os elementos que constituem o poema. O contraste em que se baseia a construção do texto é
 

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1157629 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESGRANRIO
Orgão: MEC
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LEGISLAÇÃO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
Alguns jovens estavam interessados em cursar a graduação na modalidade a distância. Sobre o assunto, estabeleceram o seguinte diálogo:
Beatriz – Quero fazer minha faculdade a distância para não perder tempo, já que posso reduzir a duração em relação aos mesmos cursos que são feitos na forma presencial. Matheus – Comecei um curso presencial ano passado e gostaria de me transferir para a modalidade a distância, mas agora terei que continuar o presencial até a sua conclusão, ou interromper e começar novamente o curso a distância.
Júlia – Eu sei que há vários momentos presenciais, como a avaliação, estágios, defesa de trabalhos e até mesmo uso de laboratórios, conforme o curso.
Sofia – Meu namorado quer fazer Medicina e eu quero fazer Direito, mas soube que a criação desses cursos na modalidade a distância depende de submissão aos respectivos Conselhos, em âmbito nacional.
Max – Sei que o resultado de avaliações feitas a distância tem prevalência em relação aos resultados obtidos em outras modalidades, o que ajuda a concluir o curso.
De acordo com o Decreto no 5.622, de 19/12/2005, estão corretas APENAS as falas de
Questão Desatualizada

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