Foram encontradas 57 questões.
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.
Propósitos para o Ano Novo
O que conseguimos neste último ano? Quanto falta para a meta? Quanto nos desviamos? Quais foram os erros? Era isso mesmo o que a gente queria da vida? Os balanços prosperam no fim do ano.
O problema é que, muitas vezes, eles se apresentam como listas de frustrações: algumas coisas não deram certo, algo iludiu nossos esforços, fracassamos. E qual é o problema? Não seria bom dispor do catálogo de nossos desacertos? Afinal, com ele na mão, deveria ser mais fácil inventar um futuro que corrija o passado. Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece: de regra, a lista das frustrações transforma-se numa cantilena não de emendas e projetos, mas de acusações. A coisa é particularmente sensível quando os membros de um casal fazem seu balanço: nesse caso, as frustrações de um são sempre culpa do outro.
"Não escrevi o grande romance brasileiro deste século porque você não soube me proteger do choro das crianças." "Deixei de formar-me em biologia porque você quis ter filhos logo." "Não fui para a Antártida porque você se esqueceria de tomar seu remédio contra a pressão alta". O extraordinário é que, mesmo enunciadas na frente de um terceiro, essas frases não suscitam o riso. Ao contrário, elas solidificam o ressentimento.
Aparentemente, o milagre de conseguir conviver, de inventar a cada dia compromissos viáveis entre desejos diferentes, não vale nada. Na hora de fazer as contas, só importa o sacrifício imposto à liberdade absoluta e triste que seria a nossa, se pudéssemos viver sem concessões, ou seja, sem fazer caso de nenhum semelhante.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Está inteiramente correta a pontuação da seguinte frase:
Provas
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.
Propósitos para o Ano Novo
O que conseguimos neste último ano? Quanto falta para a meta? Quanto nos desviamos? Quais foram os erros? Era isso mesmo o que a gente queria da vida? Os balanços prosperam no fim do ano.
O problema é que, muitas vezes, eles se apresentam como listas de frustrações: algumas coisas não deram certo, algo iludiu nossos esforços, fracassamos. E qual é o problema? Não seria bom dispor do catálogo de nossos desacertos? Afinal, com ele na mão, deveria ser mais fácil inventar um futuro que corrija o passado. Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece: de regra, a lista das frustrações transforma-se numa cantilena não de emendas e projetos, mas de acusações. A coisa é particularmente sensível quando os membros de um casal fazem seu balanço: nesse caso, as frustrações de um são sempre culpa do outro.
"Não escrevi o grande romance brasileiro deste século porque você não soube me proteger do choro das crianças." "Deixei de formar-me em biologia porque você quis ter filhos logo." "Não fui para a Antártida porque você se esqueceria de tomar seu remédio contra a pressão alta". O extraordinário é que, mesmo enunciadas na frente de um terceiro, essas frases não suscitam o riso. Ao contrário, elas solidificam o ressentimento.
Aparentemente, o milagre de conseguir conviver, de inventar a cada dia compromissos viáveis entre desejos diferentes, não vale nada. Na hora de fazer as contas, só importa o sacrifício imposto à liberdade absoluta e triste que seria a nossa, se pudéssemos viver sem concessões, ou seja, sem fazer caso de nenhum semelhante.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:
Provas
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.
Propósitos para o Ano Novo
O que conseguimos neste último ano? Quanto falta para a meta? Quanto nos desviamos? Quais foram os erros? Era isso mesmo o que a gente queria da vida? Os balanços prosperam no fim do ano.
O problema é que, muitas vezes, eles se apresentam como listas de frustrações: algumas coisas não deram certo, algo iludiu nossos esforços, fracassamos. E qual é o problema? Não seria bom dispor do catálogo de nossos desacertos? Afinal, com ele na mão, deveria ser mais fácil inventar um futuro que corrija o passado. Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece: de regra, a lista das frustrações transforma-se numa cantilena não de emendas e projetos, mas de acusações. A coisa é particularmente sensível quando os membros de um casal fazem seu balanço: nesse caso, as frustrações de um são sempre culpa do outro.
"Não escrevi o grande romance brasileiro deste século porque você não soube me proteger do choro das crianças." "Deixei de formar-me em biologia porque você quis ter filhos logo." "Não fui para a Antártida porque você se esqueceria de tomar seu remédio contra a pressão alta". O extraordinário é que, mesmo enunciadas na frente de um terceiro, essas frases não suscitam o riso. Ao contrário, elas solidificam o ressentimento.
Aparentemente, o milagre de conseguir conviver, de inventar a cada dia compromissos viáveis entre desejos diferentes, não vale nada. Na hora de fazer as contas, só importa o sacrifício imposto à liberdade absoluta e triste que seria a nossa, se pudéssemos viver sem concessões, ou seja, sem fazer caso de nenhum semelhante.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece.
As frases acima podem constituir um único período, sem prejuízo para o sentido do contexto, nesta nova redação:Provas
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.
Propósitos para o Ano Novo
O que conseguimos neste último ano? Quanto falta para a meta? Quanto nos desviamos? Quais foram os erros? Era isso mesmo o que a gente queria da vida? Os balanços prosperam no fim do ano.
O problema é que, muitas vezes, eles se apresentam como listas de frustrações: algumas coisas não deram certo, algo iludiu nossos esforços, fracassamos. E qual é o problema? Não seria bom dispor do catálogo de nossos desacertos? Afinal, com ele na mão, deveria ser mais fácil inventar um futuro que corrija o passado. Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece: de regra, a lista das frustrações transforma-se numa cantilena não de emendas e projetos, mas de acusações. A coisa é particularmente sensível quando os membros de um casal fazem seu balanço: nesse caso, as frustrações de um são sempre culpa do outro.
"Não escrevi o grande romance brasileiro deste século porque você não soube me proteger do choro das crianças." "Deixei de formar-me em biologia porque você quis ter filhos logo." "Não fui para a Antártida porque você se esqueceria de tomar seu remédio contra a pressão alta". O extraordinário é que, mesmo enunciadas na frente de um terceiro, essas frases não suscitam o riso. Ao contrário, elas solidificam o ressentimento.
Aparentemente, o milagre de conseguir conviver, de inventar a cada dia compromissos viáveis entre desejos diferentes, não vale nada. Na hora de fazer as contas, só importa o sacrifício imposto à liberdade absoluta e triste que seria a nossa, se pudéssemos viver sem concessões, ou seja, sem fazer caso de nenhum semelhante.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Atente para as seguintes afirmações:
I. No segundo parágrafo, o autor defende a idéia de que a enumeração das nossas frustrações poderia propiciar um efeito positivo.
II. No terceiro parágrafo, todas as frases entre aspas enunciam as causas reais e profundas das frustrações de um casal.
III. No quarto parágrafo, o autor afirma que é triste não dispormos de uma liberdade absoluta, que nos permitiria realizar nossos desejos.
Em relação ao texto, SOMENTE está correto o que se afirma em
Provas
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.
Propósitos para o Ano Novo
O que conseguimos neste último ano? Quanto falta para a meta? Quanto nos desviamos? Quais foram os erros? Era isso mesmo o que a gente queria da vida? Os balanços prosperam no fim do ano.
O problema é que, muitas vezes, eles se apresentam como listas de frustrações: algumas coisas não deram certo, algo iludiu nossos esforços, fracassamos. E qual é o problema? Não seria bom dispor do catálogo de nossos desacertos? Afinal, com ele na mão, deveria ser mais fácil inventar um futuro que corrija o passado. Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece: de regra, a lista das frustrações transforma-se numa cantilena não de emendas e projetos, mas de acusações. A coisa é particularmente sensível quando os membros de um casal fazem seu balanço: nesse caso, as frustrações de um são sempre culpa do outro.
"Não escrevi o grande romance brasileiro deste século porque você não soube me proteger do choro das crianças." "Deixei de formar-me em biologia porque você quis ter filhos logo." "Não fui para a Antártida porque você se esqueceria de tomar seu remédio contra a pressão alta". O extraordinário é que, mesmo enunciadas na frente de um terceiro, essas frases não suscitam o riso. Ao contrário, elas solidificam o ressentimento.
Aparentemente, o milagre de conseguir conviver, de inventar a cada dia compromissos viáveis entre desejos diferentes, não vale nada. Na hora de fazer as contas, só importa o sacrifício imposto à liberdade absoluta e triste que seria a nossa, se pudéssemos viver sem concessões, ou seja, sem fazer caso de nenhum semelhante.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de uma expressão ou frase do texto em:
Provas
As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.
Propósitos para o Ano Novo
O que conseguimos neste último ano? Quanto falta para a meta? Quanto nos desviamos? Quais foram os erros? Era isso mesmo o que a gente queria da vida? Os balanços prosperam no fim do ano.
O problema é que, muitas vezes, eles se apresentam como listas de frustrações: algumas coisas não deram certo, algo iludiu nossos esforços, fracassamos. E qual é o problema? Não seria bom dispor do catálogo de nossos desacertos? Afinal, com ele na mão, deveria ser mais fácil inventar um futuro que corrija o passado. Faz sentido. Mas não é bem isso o que acontece: de regra, a lista das frustrações transforma-se numa cantilena não de emendas e projetos, mas de acusações. A coisa é particularmente sensível quando os membros de um casal fazem seu balanço: nesse caso, as frustrações de um são sempre culpa do outro.
"Não escrevi o grande romance brasileiro deste século porque você não soube me proteger do choro das crianças." "Deixei de formar-me em biologia porque você quis ter filhos logo." "Não fui para a Antártida porque você se esqueceria de tomar seu remédio contra a pressão alta". O extraordinário é que, mesmo enunciadas na frente de um terceiro, essas frases não suscitam o riso. Ao contrário, elas solidificam o ressentimento.
Aparentemente, o milagre de conseguir conviver, de inventar a cada dia compromissos viáveis entre desejos diferentes, não vale nada. Na hora de fazer as contas, só importa o sacrifício imposto à liberdade absoluta e triste que seria a nossa, se pudéssemos viver sem concessões, ou seja, sem fazer caso de nenhum semelhante.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
A questão nuclear desse texto representa-se conceitualmente no seguinte enunciado:
Provas
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto seguinte.
A verdadeira liderança
Uma organização prestadora de serviços foi contratada para realizar um trabalho que envolveria vários de seus integrantes. Um destes, a certa altura, deixou de participar das atividades programadas. Então, o líder do grupo decidiu visitálo. Era uma noite muito fria, e encontrou o seu liderado em casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde um fogo brilhante e acolhedor queimava as achas.
Sabendo o porquê da visita do líder, o liderado deu-lhe as boas-vindas, convidou-o a sentar-se em uma cadeira que estava perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente, porém não disse nada. Em silêncio, ambos contemplavam o estalar da lenha e a dança das chamas.
Quando passaram alguns minutos, o líder se levantou, foi para junto da lareira, examinou as brasas que se formaram e, cuidadosamente, selecionou a mais incandescente de todas, separando-a das demais e empurrando-a para o lado. Em seguida, sentou-se novamente, permanecendo silencioso.
O liderado quieto, porém fascinado, analisava todos os gestos do líder. Aos poucos, percebeu que a brasa, antes a mais viva de todas, ia perdendo, agora solitária, o brilho e o calor. Passados alguns minutos, apagou-se de vez.
O líder levantou-se, foi de novo para junto da lareira e manipulou novamente o carvão apagado, colocando-o de volta entre as brasas, no meio do fogo. Imediatamente o carvão voltou a incandescer, alimentado pelo calor dos outros carvões ardentes.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder levantou-se para ir embora. Quando se aproximou da porta, seu liderado lhe disse: "Você é um líder verdadeiro, obrigado por ter vindo e por me ensinar tanto por meio desse seu belíssimo sermão. Quero voltar ao convívio do nosso grupo."
(Ad
Está clara, coerente e correta a redação da seguinte frase:
Provas
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto seguinte.
A verdadeira liderança
Uma organização prestadora de serviços foi contratada para realizar um trabalho que envolveria vários de seus integrantes. Um destes, a certa altura, deixou de participar das atividades programadas. Então, o líder do grupo decidiu visitálo. Era uma noite muito fria, e encontrou o seu liderado em casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde um fogo brilhante e acolhedor queimava as achas.
Sabendo o porquê da visita do líder, o liderado deu-lhe as boas-vindas, convidou-o a sentar-se em uma cadeira que estava perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente, porém não disse nada. Em silêncio, ambos contemplavam o estalar da lenha e a dança das chamas.
Quando passaram alguns minutos, o líder se levantou, foi para junto da lareira, examinou as brasas que se formaram e, cuidadosamente, selecionou a mais incandescente de todas, separando-a das demais e empurrando-a para o lado. Em seguida, sentou-se novamente, permanecendo silencioso.
O liderado quieto, porém fascinado, analisava todos os gestos do líder. Aos poucos, percebeu que a brasa, antes a mais viva de todas, ia perdendo, agora solitária, o brilho e o calor. Passados alguns minutos, apagou-se de vez.
O líder levantou-se, foi de novo para junto da lareira e manipulou novamente o carvão apagado, colocando-o de volta entre as brasas, no meio do fogo. Imediatamente o carvão voltou a incandescer, alimentado pelo calor dos outros carvões ardentes.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder levantou-se para ir embora. Quando se aproximou da porta, seu liderado lhe disse: "Você é um líder verdadeiro, obrigado por ter vindo e por me ensinar tanto por meio desse seu belíssimo sermão. Quero voltar ao convívio do nosso grupo."
(Ad
Cabe a um líder, ...... iniciativa costuma depender a orientação de um grupo de trabalho, incentivar aquele integrante ...... nota um declínio da auto-estima.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, respectivamente:Provas
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto seguinte.
A verdadeira liderança
Uma organização prestadora de serviços foi contratada para realizar um trabalho que envolveria vários de seus integrantes. Um destes, a certa altura, deixou de participar das atividades programadas. Então, o líder do grupo decidiu visitálo. Era uma noite muito fria, e encontrou o seu liderado em casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde um fogo brilhante e acolhedor queimava as achas.
Sabendo o porquê da visita do líder, o liderado deu-lhe as boas-vindas, convidou-o a sentar-se em uma cadeira que estava perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente, porém não disse nada. Em silêncio, ambos contemplavam o estalar da lenha e a dança das chamas.
Quando passaram alguns minutos, o líder se levantou, foi para junto da lareira, examinou as brasas que se formaram e, cuidadosamente, selecionou a mais incandescente de todas, separando-a das demais e empurrando-a para o lado. Em seguida, sentou-se novamente, permanecendo silencioso.
O liderado quieto, porém fascinado, analisava todos os gestos do líder. Aos poucos, percebeu que a brasa, antes a mais viva de todas, ia perdendo, agora solitária, o brilho e o calor. Passados alguns minutos, apagou-se de vez.
O líder levantou-se, foi de novo para junto da lareira e manipulou novamente o carvão apagado, colocando-o de volta entre as brasas, no meio do fogo. Imediatamente o carvão voltou a incandescer, alimentado pelo calor dos outros carvões ardentes.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder levantou-se para ir embora. Quando se aproximou da porta, seu liderado lhe disse: "Você é um líder verdadeiro, obrigado por ter vindo e por me ensinar tanto por meio desse seu belíssimo sermão. Quero voltar ao convívio do nosso grupo."
(Ad
Aos poucos, percebeu que a brasa, antes a mais viva de todas, ia perdendo, agora solitária, o brilho e o calor.
Considerando-se o contexto, as expressões sublinhadas podem ser substituídas, sem prejuízo para a correção e o sentido da frase acima, por, respectivamente,Provas
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto seguinte.
A verdadeira liderança
Uma organização prestadora de serviços foi contratada para realizar um trabalho que envolveria vários de seus integrantes. Um destes, a certa altura, deixou de participar das atividades programadas. Então, o líder do grupo decidiu visitálo. Era uma noite muito fria, e encontrou o seu liderado em casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde um fogo brilhante e acolhedor queimava as achas.
Sabendo o porquê da visita do líder, o liderado deu-lhe as boas-vindas, convidou-o a sentar-se em uma cadeira que estava perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente, porém não disse nada. Em silêncio, ambos contemplavam o estalar da lenha e a dança das chamas.
Quando passaram alguns minutos, o líder se levantou, foi para junto da lareira, examinou as brasas que se formaram e, cuidadosamente, selecionou a mais incandescente de todas, separando-a das demais e empurrando-a para o lado. Em seguida, sentou-se novamente, permanecendo silencioso.
O liderado quieto, porém fascinado, analisava todos os gestos do líder. Aos poucos, percebeu que a brasa, antes a mais viva de todas, ia perdendo, agora solitária, o brilho e o calor. Passados alguns minutos, apagou-se de vez.
O líder levantou-se, foi de novo para junto da lareira e manipulou novamente o carvão apagado, colocando-o de volta entre as brasas, no meio do fogo. Imediatamente o carvão voltou a incandescer, alimentado pelo calor dos outros carvões ardentes.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder levantou-se para ir embora. Quando se aproximou da porta, seu liderado lhe disse: "Você é um líder verdadeiro, obrigado por ter vindo e por me ensinar tanto por meio desse seu belíssimo sermão. Quero voltar ao convívio do nosso grupo."
(Ad
Está correta a articulação entre os tempos e modos verbais na frase:
Provas
Caderno Container