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Irã volta a impedir entrada de mulheres em jogos de futebol
Por France Presse
A entrada de mulheres em um estádio de futebol voltou a ser proibida no Irã: desta vez, para assistir a uma partida entre as seleções masculinas de seu país e a do Líbano, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, informou a imprensa iraniana. A partida, vencida pelo Irã por 2x0, foi disputada no estádio Imã Reza, na cidade de Mashhad, no nordeste do país.
“Cerca de 2.000 mulheres iranianas, que haviam comprado ingressos para a partida Irã-Líbano, estavam presentes nos arredores do estádio Imã Reza, mas não puderam entrar no estádio”, noticiou a agência de notícias ISNA. “Para esta partida, foram vendidos 12.500 ingressos, dos quais menos de um sexto para mulheres”, acrescentou a agência.
Há quatro décadas, a República Islâmica impede, em geral, que as torcedoras assistam às partidas de futebol. Em janeiro, as mulheres iranianas haviam sido autorizadas a assistir a uma partida de futebol da seleção masculina de seu país pela primeira vez em quase três anos. A partida, contra o Iraque, carimbou o passaporte do Irã para a Copa do Mundo de 2022.
“Peço desculpas porque muitas pessoas não puderam entrar no estádio para ver de perto a partida de futebol entre as seleções do Irã e do Líbano. Infelizmente, não foi possível para um grande número de pessoas que estavam do lado de fora entrar no estádio”, declarou o governador de Mashhad, Mohsen Davari, à televisão pública iraniana IRIB.
Diante da revolta provocada pelo incidente, o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, ordenou que o ministro do Interior, Ahmad Vahidi, acompanhasse de perto a situação.
O capitão da seleção iraniana, Alireza Jahanbakhsh, comentou o ocorrido: “Não acho que teria acontecido alguma coisa se as mulheres tivessem ido ao estádio. Pelo contrário, pode favorecer nossa cultura”, disse à imprensa.
Em declarações a uma estação de rádio local, o procurador-geral iraniano, Mohammad Jafar Montazeri, considerou que, “se as condições permitissem a venda de ingresso para as mulheres, seria necessário encontrar um local adequado para elas”.
Pressão da Fifa
Os setores religiosos, que têm grande peso na tomada de decisões no país, defendem que as mulheres devem ser protegidas do “ambiente masculino” e da visão dos homens “seminus”.
Em setembro de 2019, a Fifa exigiu do Irã que autorizasse o acesso das mulheres aos estádios, sem restrições. A diretriz de 2019 da Fifa, ameaçando uma suspensão contra o Irã, veio após a morte de uma torcedora chamada Sahar Khodayari. Ela ateou fogo ao corpo por medo de ser presa por ter tentado assistir a uma partida. Em 2018, ela fora presa, na tentativa de entrada em um estádio vestida como um homem. Sua morte deflagrou uma onda de reações contra o Irã.
A Fifa pressiona o Irã, há anos, para que abra seus estádios para as mulheres. Foi somente em 2019 que o governo autorizou um número limitado de torcedoras nos jogos.
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/03
/30/ira-volta-a-impedir-entrada-de-mulheres-em-jogos-de-futebol.ghtml. Acesso em 20/06/2022. Adaptado.
Assinale a opção que apresenta corretamente a divisão e a classificação silábicas das palavras.
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Irã volta a impedir entrada de mulheres em jogos de futebol
Por France Presse
A entrada de mulheres em um estádio de futebol voltou a ser proibida no Irã: desta vez, para assistir a uma partida entre as seleções masculinas de seu país e a do Líbano, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, informou a imprensa iraniana. A partida, vencida pelo Irã por 2x0, foi disputada no estádio Imã Reza, na cidade de Mashhad, no nordeste do país.
“Cerca de 2.000 mulheres iranianas, que haviam comprado ingressos para a partida Irã-Líbano, estavam presentes nos arredores do estádio Imã Reza, mas não puderam entrar no estádio”, noticiou a agência de notícias ISNA. “Para esta partida, foram vendidos 12.500 ingressos, dos quais menos de um sexto para mulheres”, acrescentou a agência.
Há quatro décadas, a República Islâmica impede, em geral, que as torcedoras assistam às partidas de futebol. Em janeiro, as mulheres iranianas haviam sido autorizadas a assistir a uma partida de futebol da seleção masculina de seu país pela primeira vez em quase três anos. A partida, contra o Iraque, carimbou o passaporte do Irã para a Copa do Mundo de 2022.
“Peço desculpas porque muitas pessoas não puderam entrar no estádio para ver de perto a partida de futebol entre as seleções do Irã e do Líbano. Infelizmente, não foi possível para um grande número de pessoas que estavam do lado de fora entrar no estádio”, declarou o governador de Mashhad, Mohsen Davari, à televisão pública iraniana IRIB.
Diante da revolta provocada pelo incidente, o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, ordenou que o ministro do Interior, Ahmad Vahidi, acompanhasse de perto a situação.
O capitão da seleção iraniana, Alireza Jahanbakhsh, comentou o ocorrido: “Não acho que teria acontecido alguma coisa se as mulheres tivessem ido ao estádio. Pelo contrário, pode favorecer nossa cultura”, disse à imprensa.
Em declarações a uma estação de rádio local, o procurador-geral iraniano, Mohammad Jafar Montazeri, considerou que, “se as condições permitissem a venda de ingresso para as mulheres, seria necessário encontrar um local adequado para elas”.
Pressão da Fifa
Os setores religiosos, que têm grande peso na tomada de decisões no país, defendem que as mulheres devem ser protegidas do “ambiente masculino” e da visão dos homens “seminus”.
Em setembro de 2019, a Fifa exigiu do Irã que autorizasse o acesso das mulheres aos estádios, sem restrições. A diretriz de 2019 da Fifa, ameaçando uma suspensão contra o Irã, veio após a morte de uma torcedora chamada Sahar Khodayari. Ela ateou fogo ao corpo por medo de ser presa por ter tentado assistir a uma partida. Em 2018, ela fora presa, na tentativa de entrada em um estádio vestida como um homem. Sua morte deflagrou uma onda de reações contra o Irã.
A Fifa pressiona o Irã, há anos, para que abra seus estádios para as mulheres. Foi somente em 2019 que o governo autorizou um número limitado de torcedoras nos jogos.
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/03
/30/ira-volta-a-impedir-entrada-de-mulheres-em-jogos-de-futebol.ghtml. Acesso em 20/06/2022. Adaptado.
No enunciado “Há quatro décadas, a República Islâmica impede, em geral, que as torcedoras assistam às partidas de futebol.”, o verbo “haver” é
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Irã volta a impedir entrada de mulheres em jogos de futebol
Por France Presse
A entrada de mulheres em um estádio de futebol voltou a ser proibida no Irã: desta vez, para assistir a uma partida entre as seleções masculinas de seu país e a do Líbano, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, informou a imprensa iraniana. A partida, vencida pelo Irã por 2x0, foi disputada no estádio Imã Reza, na cidade de Mashhad, no nordeste do país.
“Cerca de 2.000 mulheres iranianas, que haviam comprado ingressos para a partida Irã-Líbano, estavam presentes nos arredores do estádio Imã Reza, mas não puderam entrar no estádio”, noticiou a agência de notícias ISNA. “Para esta partida, foram vendidos 12.500 ingressos, dos quais menos de um sexto para mulheres”, acrescentou a agência.
Há quatro décadas, a República Islâmica impede, em geral, que as torcedoras assistam às partidas de futebol. Em janeiro, as mulheres iranianas haviam sido autorizadas a assistir a uma partida de futebol da seleção masculina de seu país pela primeira vez em quase três anos. A partida, contra o Iraque, carimbou o passaporte do Irã para a Copa do Mundo de 2022.
“Peço desculpas porque muitas pessoas não puderam entrar no estádio para ver de perto a partida de futebol entre as seleções do Irã e do Líbano. Infelizmente, não foi possível para um grande número de pessoas que estavam do lado de fora entrar no estádio”, declarou o governador de Mashhad, Mohsen Davari, à televisão pública iraniana IRIB.
Diante da revolta provocada pelo incidente, o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, ordenou que o ministro do Interior, Ahmad Vahidi, acompanhasse de perto a situação.
O capitão da seleção iraniana, Alireza Jahanbakhsh, comentou o ocorrido: “Não acho que teria acontecido alguma coisa se as mulheres tivessem ido ao estádio. Pelo contrário, pode favorecer nossa cultura”, disse à imprensa.
Em declarações a uma estação de rádio local, o procurador-geral iraniano, Mohammad Jafar Montazeri, considerou que, “se as condições permitissem a venda de ingresso para as mulheres, seria necessário encontrar um local adequado para elas”.
Pressão da Fifa
Os setores religiosos, que têm grande peso na tomada de decisões no país, defendem que as mulheres devem ser protegidas do “ambiente masculino” e da visão dos homens “seminus”.
Em setembro de 2019, a Fifa exigiu do Irã que autorizasse o acesso das mulheres aos estádios, sem restrições. A diretriz de 2019 da Fifa, ameaçando uma suspensão contra o Irã, veio após a morte de uma torcedora chamada Sahar Khodayari. Ela ateou fogo ao corpo por medo de ser presa por ter tentado assistir a uma partida. Em 2018, ela fora presa, na tentativa de entrada em um estádio vestida como um homem. Sua morte deflagrou uma onda de reações contra o Irã.
A Fifa pressiona o Irã, há anos, para que abra seus estádios para as mulheres. Foi somente em 2019 que o governo autorizou um número limitado de torcedoras nos jogos.
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/03
/30/ira-volta-a-impedir-entrada-de-mulheres-em-jogos-de-futebol.ghtml. Acesso em 20/06/2022. Adaptado.
Observe a sequência numérica e assinale a opção que classifica corretamente as palavras grifadas no enunciado abaixo.
“1Em 2setembro 3de 42019, a Fifa exigiu do Irã 5que autorizasse o acesso das 6mulheres aos estádios, 7sem 8restrições.” (linhas 60-62)
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A entrada de mulheres em um estádio de futebol voltou a ser proibida no Irã: desta vez, para assistir a uma partida entre as seleções masculinas de seu país e a do Líbano, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, informou a imprensa iraniana. A partida, vencida pelo Irã por 2x0, foi disputada no estádio Imã Reza, na cidade de Mashhad, no nordeste do país.
“Cerca de 2.000 mulheres iranianas, que haviam comprado ingressos para a partida Irã-Líbano, estavam presentes nos arredores do estádio Imã Reza, mas não puderam entrar no estádio”, noticiou a agência de notícias ISNA. “Para esta partida, foram vendidos 12.500 ingressos, dos quais menos de um sexto para mulheres”, acrescentou a agência.
Há quatro décadas, a República Islâmica impede, em geral, que as torcedoras assistam às partidas de futebol. Em janeiro, as mulheres iranianas haviam sido autorizadas a assistir a uma partida de futebol da seleção masculina de seu país pela primeira vez em quase três anos. A partida, contra o Iraque, carimbou o passaporte do Irã para a Copa do Mundo de 2022.
“Peço desculpas porque muitas pessoas não puderam entrar no estádio para ver de perto a partida de futebol entre as seleções do Irã e do Líbano. Infelizmente, não foi possível para um grande número de pessoas que estavam do lado de fora entrar no estádio”, declarou o governador de Mashhad, Mohsen Davari, à televisão pública iraniana IRIB.
Diante da revolta provocada pelo incidente, o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, ordenou que o ministro do Interior, Ahmad Vahidi, acompanhasse de perto a situação.
O capitão da seleção iraniana, Alireza Jahanbakhsh, comentou o ocorrido: “Não acho que teria acontecido alguma coisa se as mulheres tivessem ido ao estádio. Pelo contrário, pode favorecer nossa cultura”, disse à imprensa.
Em declarações a uma estação de rádio local, o procurador-geral iraniano, Mohammad Jafar Montazeri, considerou que, “se as condições permitissem a venda de ingresso para as mulheres, seria necessário encontrar um local adequado para elas”.
Pressão da Fifa
Os setores religiosos, que têm grande peso na tomada de decisões no país, defendem que as mulheres devem ser protegidas do “ambiente masculino” e da visão dos homens “seminus”.
Em setembro de 2019, a Fifa exigiu do Irã que autorizasse o acesso das mulheres aos estádios, sem restrições. A diretriz de 2019 da Fifa, ameaçando uma suspensão contra o Irã, veio após a morte de uma torcedora chamada Sahar Khodayari. Ela ateou fogo ao corpo por medo de ser presa por ter tentado assistir a uma partida. Em 2018, ela fora presa, na tentativa de entrada em um estádio vestida como um homem. Sua morte deflagrou uma onda de reações contra o Irã.
A Fifa pressiona o Irã, há anos, para que abra seus estádios para as mulheres. Foi somente em 2019 que o governo autorizou um número limitado de torcedoras nos jogos.
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/03
/30/ira-volta-a-impedir-entrada-de-mulheres-em-jogos-de-futebol.ghtml. Acesso em 20/06/2022. Adaptado.
Com base no texto, assinale a afirmação verdadeira.
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A entrada de mulheres em um estádio de futebol voltou a ser proibida no Irã: desta vez, para assistir a uma partida entre as seleções masculinas de seu país e a do Líbano, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, informou a imprensa iraniana. A partida, vencida pelo Irã por 2x0, foi disputada no estádio Imã Reza, na cidade de Mashhad, no nordeste do país.
“Cerca de 2.000 mulheres iranianas, que haviam comprado ingressos para a partida Irã-Líbano, estavam presentes nos arredores do estádio Imã Reza, mas não puderam entrar no estádio”, noticiou a agência de notícias ISNA. “Para esta partida, foram vendidos 12.500 ingressos, dos quais menos de um sexto para mulheres”, acrescentou a agência.
Há quatro décadas, a República Islâmica impede, em geral, que as torcedoras assistam às partidas de futebol. Em janeiro, as mulheres iranianas haviam sido autorizadas a assistir a uma partida de futebol da seleção masculina de seu país pela primeira vez em quase três anos. A partida, contra o Iraque, carimbou o passaporte do Irã para a Copa do Mundo de 2022.
“Peço desculpas porque muitas pessoas não puderam entrar no estádio para ver de perto a partida de futebol entre as seleções do Irã e do Líbano. Infelizmente, não foi possível para um grande número de pessoas que estavam do lado de fora entrar no estádio”, declarou o governador de Mashhad, Mohsen Davari, à televisão pública iraniana IRIB.
Diante da revolta provocada pelo incidente, o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, ordenou que o ministro do Interior, Ahmad Vahidi, acompanhasse de perto a situação.
O capitão da seleção iraniana, Alireza Jahanbakhsh, comentou o ocorrido: “Não acho que teria acontecido alguma coisa se as mulheres tivessem ido ao estádio. Pelo contrário, pode favorecer nossa cultura”, disse à imprensa.
Em declarações a uma estação de rádio local, o procurador-geral iraniano, Mohammad Jafar Montazeri, considerou que, “se as condições permitissem a venda de ingresso para as mulheres, seria necessário encontrar um local adequado para elas”.
Pressão da Fifa
Os setores religiosos, que têm grande peso na tomada de decisões no país, defendem que as mulheres devem ser protegidas do “ambiente masculino” e da visão dos homens “seminus”.
Em setembro de 2019, a Fifa exigiu do Irã que autorizasse o acesso das mulheres aos estádios, sem restrições. A diretriz de 2019 da Fifa, ameaçando uma suspensão contra o Irã, veio após a morte de uma torcedora chamada Sahar Khodayari. Ela ateou fogo ao corpo por medo de ser presa por ter tentado assistir a uma partida. Em 2018, ela fora presa, na tentativa de entrada em um estádio vestida como um homem. Sua morte deflagrou uma onda de reações contra o Irã.
A Fifa pressiona o Irã, há anos, para que abra seus estádios para as mulheres. Foi somente em 2019 que o governo autorizou um número limitado de torcedoras nos jogos.
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/03
/30/ira-volta-a-impedir-entrada-de-mulheres-em-jogos-de-futebol.ghtml. Acesso em 20/06/2022. Adaptado.
Considerando a natureza e função do texto, é correto afirmar que ele
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