A Constituição da República de 1988 dispõe que ao Conselho
Nacional do Ministério Público compete o controle da atuação
administrativa e financeira do Ministério Público e do
cumprimento dos deveres funcionais de seus membros, cabendo-lhe,
entre outros:
A Constituição da República de 1988 fortaleceu o Ministério
Público, atribuindo-lhe relevantes atividades estatais com
contornos de soberania e conceituando-o como instituição
permanente e essencial à função jurisdicional do Estado.
De acordo com o texto constitucional, ao MP incumbe a defesa
da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses:
O Ato Normativo nº 10/2010, do Procurador-Geral de Justiça do
Estado da Bahia, “institui o novo modelo e regulamenta a
expedição e uso de identidade funcional dos membros do
Ministério Público do Estado da Bahia”.
De acordo com a doutrina, o poder administrativo que embasou
a prática do mencionado ato é o:
A Secretaria Estadual de Obras da Bahia pretende realizar
licitação para contratação de sociedade empresária para
realização de determinadas obras. Após estudos preliminares,
visando ao aproveitamento dos recursos disponíveis no mercado
e à ampliação da competitividade sem perda da economia de
escala, a Administração Pública decidiu que tais obras serão
divididas em tantas parcelas quantas se comprovarem técnica e
economicamente viáveis.
De acordo com a Lei nº 8.666/93, a opção administrativa
escolhida é:
A Constituição da República de 1988, por um lado, assegurou ao
Ministério Público autonomia funcional e administrativa e, por
outro, estabeleceu um conjunto de instrumentos definidos no
ordenamento jurídico para sua fiscalização.
Em matéria de controle da Administração Pública, o Ministério
Público está sujeito ao controle:
Os princípios de Direito Administrativo são postulados básicos
fundamentais que permeiam a atuação dos agentes públicos na
constante busca da satisfação dos interesses coletivos.
Dentre os chamados princípios implícitos, merece destaque o da
autotutela, que ocorre, por exemplo, quando:
Funcionários da sociedade empresária concessionária prestadora
do serviço público de fornecimento de energia elétrica
compareceram em determinada via pública para manutenção de
rotina no aparelho distribuidor de energia. No entanto, durante o
serviço, ocorreu uma explosão no equipamento que causou a
interrupção no fornecimento de energia em diversas ruas
daquele bairro, durante dez dias.
Após instauração de inquérito civil, Promotor de Justiça com
atribuição em tutela coletiva na matéria consumidor ajuizou ação
civil pública, com base na responsabilidade civil:
Contratos administrativos podem ser definidos como as
manifestações de vontade de duas ou mais pessoas para a
celebração de um negócio jurídico, com a participação do poder
público, que atua com as cláusulas exorbitantes, com o escopo de
atender ao interesse público.
Nesse contexto, conforme ensina a doutrina de Direito
Administrativo, tais cláusulas exorbitantes:
Maria, servidora pública civil estável do Estado da Bahia, exercia a
função de membro da comissão de concurso público para
professores estaduais. Em conluio com sua sobrinha Fátima,
Maria frustrou a licitude de concurso público, eis que lhe
forneceu com antecedência o gabarito da prova. A fraude foi
descoberta um mês após a nomeação de Fátima, e o seu ato de
investidura foi declarado nulo pela Administração Pública, que
remeteu cópia do processo administrativo ao Ministério Público.
O Promotor de Justiça com atribuição na área de tutela coletiva
deve ajuizar ação:
Antônio estacionou seu automóvel com as quatro rodas em cima
da calçada em local proibido. O poder público local, na operação
“choque de ordem”, procedeu ao reboque do veículo de Antônio.
Na hipótese em tela, a remoção do bem do particular praticada
pela Administração Pública está calcada específica e diretamente
no atributo do ato administrativo da: