Foram encontradas 60 questões.
Pelos textos lidos até agora, vemos que o cronista se compraz em empregar a linguagem informal, em segmentos variados.
Considerando esses textos, assinale a frase que é integralmente construída em linguagem culta.
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Atenção: use o Texto III a seguir para responder a questão a seguir.
Texto III
“Dois amigos meus que leram os três volumes dessa A vida de D. Pedro I, de Octávio Tarquínio de Sousa, disseram que é um livro de que a gente fica com saudades quando acaba, quando o herói morre tão moço, ainda capaz de tanto heroísmo e tanta estripulia. Foi isso mesmo que senti chegando ao fim da leitura, vontade de pedir ao historiador a vida de D. Pedro II como quem repete um prato gostoso em um restaurante: ‘Salta mais um Pedro!’”.
(Pedro I, 13/12/1952)
O texto indica valores de uma obra histórica, valores esses apoiados
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Atenção: use o Texto III a seguir para responder a questão a seguir.
Texto III
“Dois amigos meus que leram os três volumes dessa A vida de D. Pedro I, de Octávio Tarquínio de Sousa, disseram que é um livro de que a gente fica com saudades quando acaba, quando o herói morre tão moço, ainda capaz de tanto heroísmo e tanta estripulia. Foi isso mesmo que senti chegando ao fim da leitura, vontade de pedir ao historiador a vida de D. Pedro II como quem repete um prato gostoso em um restaurante: ‘Salta mais um Pedro!’”.
(Pedro I, 13/12/1952)
O segmento inicial dessa crônica pode ser visto como um texto publicitário do livro, apoiado na seguinte qualidade da obra:
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Texto II
“Vamos arranjar um nome inventado para a cidade: Maranguaia. E também um nome para o coronel: Juca Brito.
Mas que a cidade fique na sua paisagem verdadeira, com o pequeno córrego perene fertilizando um vale dentro de um mundo de léguas de caatinga, no fundo do sertão. E o coronel fique na sua varanda, cheia de gaiolas de passarinhos. Ali perto, enjaulados como feras, dois imensos cães dinamarqueses. Um campo para criação de ema. E – luxo estranho no sertão – pavões reais. Foi o que vimos na visita rápida, quando nosso carro entrou pelo parque da fazenda, entre juazeiros e tamarineiros.
O coronel Juca Brito é dono da casa, da cidade, do município, do sertão, do mundo.”
(O coronel, 12/05/1951)
“O coronel Juca Brito é dono da casa, da cidade, do município, do sertão, do mundo.”
Com essa frase, o cronista pretende
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Texto II
“Vamos arranjar um nome inventado para a cidade: Maranguaia. E também um nome para o coronel: Juca Brito.
Mas que a cidade fique na sua paisagem verdadeira, com o pequeno córrego perene fertilizando um vale dentro de um mundo de léguas de caatinga, no fundo do sertão. E o coronel fique na sua varanda, cheia de gaiolas de passarinhos. Ali perto, enjaulados como feras, dois imensos cães dinamarqueses. Um campo para criação de ema. E – luxo estranho no sertão – pavões reais. Foi o que vimos na visita rápida, quando nosso carro entrou pelo parque da fazenda, entre juazeiros e tamarineiros.
O coronel Juca Brito é dono da casa, da cidade, do município, do sertão, do mundo.”
(O coronel, 12/05/1951)
“Vamos arranjar um nome inventado para a cidade: Maranguaia.
E também um nome para o coronel: Juca Brito.
Mas que a cidade fique na sua paisagem verdadeira...”
Esses segmentos iniciais do texto mostram
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Texto II
“Vamos arranjar um nome inventado para a cidade: Maranguaia. E também um nome para o coronel: Juca Brito.
Mas que a cidade fique na sua paisagem verdadeira, com o pequeno córrego perene fertilizando um vale dentro de um mundo de léguas de caatinga, no fundo do sertão. E o coronel fique na sua varanda, cheia de gaiolas de passarinhos. Ali perto, enjaulados como feras, dois imensos cães dinamarqueses. Um campo para criação de ema. E – luxo estranho no sertão – pavões reais. Foi o que vimos na visita rápida, quando nosso carro entrou pelo parque da fazenda, entre juazeiros e tamarineiros.
O coronel Juca Brito é dono da casa, da cidade, do município, do sertão, do mundo.”
(O coronel, 12/05/1951)
A estruturação desse texto é predominantemente
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Todas as questões desta prova se apoiam em textos iniciais em crônicas diversas de Rubem Braga.
Atenção: use o Texto I para responder a questão a seguir.
Texto I
“Quando amanhã alguém quiser escrever a história da vida brasileira deste último quarto de século terá, com certeza, muita dor de cabeça. Pois os tempos são confusos; e há tanta história, que hoje a gente não consegue saber direito; e os escritos desta época andam tão cheios, ora de inverdades, ora de subentendidos, ora de omissões e enganos, que, entre as linhas e entrelinhas dos documentos, o historiador ficará a coçar o queixo – se for um homem prudente. [...] Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar do que dizemos e não dizemos nas entrelinhas. Pois assim são os tempos.”.
(Ordem do dia, 03/06/1944)
Assinale a opção que apresenta a frase do Texto I que tem seu significado corretamente indicado.
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Todas as questões desta prova se apoiam em textos iniciais em crônicas diversas de Rubem Braga.
Atenção: use o Texto I para responder a questão a seguir.
Texto I
“Quando amanhã alguém quiser escrever a história da vida brasileira deste último quarto de século terá, com certeza, muita dor de cabeça. Pois os tempos são confusos; e há tanta história, que hoje a gente não consegue saber direito; e os escritos desta época andam tão cheios, ora de inverdades, ora de subentendidos, ora de omissões e enganos, que, entre as linhas e entrelinhas dos documentos, o historiador ficará a coçar o queixo – se for um homem prudente. [...] Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar do que dizemos e não dizemos nas entrelinhas. Pois assim são os tempos.”.
(Ordem do dia, 03/06/1944)
“Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar no que dizemos e não dizemos nas entrelinhas.”
Assinale a afirmação correta sobre o entendimento das informações contidas nesse segmento.
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Todas as questões desta prova se apoiam em textos iniciais em crônicas diversas de Rubem Braga.
Atenção: use o Texto I para responder a questão a seguir.
Texto I
“Quando amanhã alguém quiser escrever a história da vida brasileira deste último quarto de século terá, com certeza, muita dor de cabeça. Pois os tempos são confusos; e há tanta história, que hoje a gente não consegue saber direito; e os escritos desta época andam tão cheios, ora de inverdades, ora de subentendidos, ora de omissões e enganos, que, entre as linhas e entrelinhas dos documentos, o historiador ficará a coçar o queixo – se for um homem prudente. [...] Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar do que dizemos e não dizemos nas entrelinhas. Pois assim são os tempos.”.
(Ordem do dia, 03/06/1944)
Segundo a crônica, o historiador que se dispuser a escrever a história da vida brasileira no último quarto do século XX, terá muitas dificuldades, entre as quais só não se encontra o fato de
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Álvaro foi preso em flagrante delito em 16 de março de 2021, após subtrair, mediante emprego de arma de fogo, o celular de Josué. Sua prisão foi convertida em preventiva, sendo o indiciado mantido preso durante a investigação, que reuniu elementos suficientes à formação da justa causa. Os autos do inquérito foram recebidos pelo Ministério Público no dia 8 de abril de 2021. No entanto, o promotor com atribuição para o caso não ofereceu denúncia no prazo legal, não requereu novas diligências e nem promoveu o arquivamento. Diante da inércia ministerial, Álvaro contratou advogado que, no dia 21 de setembro de 2021, ofereceu queixa-crime, imputando a Josué a prática do delito de roubo, na forma do Art. 157, § 2º-A, I, do Código Penal. Considerando os elementos fornecidos pelo enunciado, é correto afirmar que
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