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Para Winnicott (2000), a agressividade pode tomar
vários caminhos, e estes estarão em estreita relação com a
resposta ambiental: o desenvolvimento normal da
capacidade de inquietude e duas alternativas patológicas que
seriam a não capacidade para a inquietude e a formação do
falso-self, ligado à questão da tendência antissocial.
Araujo (2001) nos lembra que a necessidade de um
guia estaria presente não só no psiquismo individual, mas
também nos fenômenos coletivos. Ele completa que esse
mecanismo psíquico, individual ou coletivo, guarda uma
ambivalência estrutural: queremos ser livres e queremos ser
protegidos.
Segundo Selosse (1997), a justiça para os menores,
além do poder de sancionar uma conduta repreensível,
dispõe de uma autoridade legal, aquela que diz a lei, para
lembrar ao jovem delinquente a existência de uma autoridade
referente, o respeito à realidade externa e a dar conta dos
direitos individuais.

Segundo o texto VI, a justiça lembra ao jovem transgressor que há uma autoridade. O lugar de autoridade ocupado pela justiça remete ao conceito winnicottiano devários caminhos, e estes estarão em estreita relação com a
resposta ambiental: o desenvolvimento normal da
capacidade de inquietude e duas alternativas patológicas que
seriam a não capacidade para a inquietude e a formação do
falso-self, ligado à questão da tendência antissocial.
Araujo (2001) nos lembra que a necessidade de um
guia estaria presente não só no psiquismo individual, mas
também nos fenômenos coletivos. Ele completa que esse
mecanismo psíquico, individual ou coletivo, guarda uma
ambivalência estrutural: queremos ser livres e queremos ser
protegidos.
Segundo Selosse (1997), a justiça para os menores,
além do poder de sancionar uma conduta repreensível,
dispõe de uma autoridade legal, aquela que diz a lei, para
lembrar ao jovem delinquente a existência de uma autoridade
referente, o respeito à realidade externa e a dar conta dos
direitos individuais.

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- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadeWinnicott
- Psicologia Jurídica e ForenseCrianças e Adolescentes - Menores Infratores
Para Winnicott (2000), a agressividade pode tomar
vários caminhos, e estes estarão em estreita relação com a
resposta ambiental: o desenvolvimento normal da
capacidade de inquietude e duas alternativas patológicas que
seriam a não capacidade para a inquietude e a formação do
falso-self, ligado à questão da tendência antissocial.
Araujo (2001) nos lembra que a necessidade de um
guia estaria presente não só no psiquismo individual, mas
também nos fenômenos coletivos. Ele completa que esse
mecanismo psíquico, individual ou coletivo, guarda uma
ambivalência estrutural: queremos ser livres e queremos ser
protegidos.
Segundo Selosse (1997), a justiça para os menores,
além do poder de sancionar uma conduta repreensível,
dispõe de uma autoridade legal, aquela que diz a lei, para
lembrar ao jovem delinquente a existência de uma autoridade
referente, o respeito à realidade externa e a dar conta dos
direitos individuais.

Como base no texto VI, a partir do conceito de tendência antissocial e conforme Winnicott, a transgressão do adolescente évários caminhos, e estes estarão em estreita relação com a
resposta ambiental: o desenvolvimento normal da
capacidade de inquietude e duas alternativas patológicas que
seriam a não capacidade para a inquietude e a formação do
falso-self, ligado à questão da tendência antissocial.
Araujo (2001) nos lembra que a necessidade de um
guia estaria presente não só no psiquismo individual, mas
também nos fenômenos coletivos. Ele completa que esse
mecanismo psíquico, individual ou coletivo, guarda uma
ambivalência estrutural: queremos ser livres e queremos ser
protegidos.
Segundo Selosse (1997), a justiça para os menores,
além do poder de sancionar uma conduta repreensível,
dispõe de uma autoridade legal, aquela que diz a lei, para
lembrar ao jovem delinquente a existência de uma autoridade
referente, o respeito à realidade externa e a dar conta dos
direitos individuais.

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A ruptura conjugal cria a família monoparental, e a
autoridade parental, até então exercida pelo pai e pela mãe,
acompanha a crise e concentra-se em um só dos genitores,
ficando o outro reduzido a um papel verdadeiramente
secundário (visita, alimentos, fiscalização). Quer isso dizer
que um dos genitores exerce a guarda no âmbito da atuação
prática, no cuidado diário, e o outro conserva as faculdades
potenciais de atuação.
Assim, com o crescente número de rupturas,
surgem, também, os conflitos em relação à guarda de filhos
de pais que não mais convivem, fossem casados ou não.
Cumpre à doutrina e à jurisprudência estabelecer as
soluções que privilegiem a manutenção dos laços que
vinculam os pais a seus filhos, eliminando a dissimetria dos
papéis parentais que o texto constitucional definitivamente
expurgou, como se vê pelo artigo 226, § 5.º.
A ruptura afeta diretamente a vida dos menores,
porque modifica a estrutura da família e atinge a organização
de um de seus subsistemas, o parental. Diante de tal
situação, aparece uma corrente que questiona a necessidade
de se manterem todos os personagens da família envolvidos,
mesmo após a ruptura da vida em comum, a partir de noções
de outras disciplinas, como a psicologia, a sociologia, a
psiquiatria, a pediatria e a assistência social, tentando, assim,
atenuar as consequências injustas que essa ruptura provoca.

Segundo o texto III, "Cumpre à doutrina e à jurisprudência estabelecer as soluções que privilegiem a manutenção dos laços que vinculam os pais a seus filhos, eliminando a dissimetria dos papéis parentais que o texto constitucional definitivamente expurgou, como se vê pelo artigo 226, § 5.º. Já o fundamento psicológico para o tipo de guarda em questão, no qual a presença dos personagens familiares é mantida, mesmo depois da separação, reside no fato de que a separação e o divórcio acarretam uma série de perdas para a criança." A partir do exposto, conclui-se que o tipo de guarda em que a presença dos personagens familiares é mantida tem como objetivoautoridade parental, até então exercida pelo pai e pela mãe,
acompanha a crise e concentra-se em um só dos genitores,
ficando o outro reduzido a um papel verdadeiramente
secundário (visita, alimentos, fiscalização). Quer isso dizer
que um dos genitores exerce a guarda no âmbito da atuação
prática, no cuidado diário, e o outro conserva as faculdades
potenciais de atuação.
Assim, com o crescente número de rupturas,
surgem, também, os conflitos em relação à guarda de filhos
de pais que não mais convivem, fossem casados ou não.
Cumpre à doutrina e à jurisprudência estabelecer as
soluções que privilegiem a manutenção dos laços que
vinculam os pais a seus filhos, eliminando a dissimetria dos
papéis parentais que o texto constitucional definitivamente
expurgou, como se vê pelo artigo 226, § 5.º.
A ruptura afeta diretamente a vida dos menores,
porque modifica a estrutura da família e atinge a organização
de um de seus subsistemas, o parental. Diante de tal
situação, aparece uma corrente que questiona a necessidade
de se manterem todos os personagens da família envolvidos,
mesmo após a ruptura da vida em comum, a partir de noções
de outras disciplinas, como a psicologia, a sociologia, a
psiquiatria, a pediatria e a assistência social, tentando, assim,
atenuar as consequências injustas que essa ruptura provoca.

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De acordo com a Resolução n.º 007/2003 do Conselho Federal de Psicologia, o psicólogo, ao elaborar um documento decorrente de um processo de avaliação psicológica, deverá
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A teoria de desenvolvimento infantil de Vygotsky dá destaque ao papel da linguagem. Para esse autor, a linguagem tem papel relevante no desenvolvimento do sujeito, pois é o sistema simbólico básico. Assinale a alternativa que apresenta duas funções da linguagem, conforme Vygotsky.
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Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), verificada a prática de ato infracional, a autoridade competente poderá aplicar ao adolescente várias medidas, entre as quais se incluem
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Segundo o ECA, a colocação de uma criança em família substituta deverá ser feita mediante
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A Síndrome de Alienação Parental tem sido tema recorrente em disputa de guarda de filhos em processos de separação e divórcio. Essa síndrome foi descrita por Gardner, psiquiatra norte-americano, como
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- Psicologia Jurídica e ForenseViolência Doméstica, Violência Contra a Mulher e Casos de Abuso
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no ECA
A violência contra crianças e adolescentes no Brasil não é uma prática recente. Nas últimas décadas, esse fenômeno tem sido muito discutido, sobretudo após a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Entre as várias causas que mantêm essa prática, incluem-se
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