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Foram encontradas 40 questões.

851989 Ano: 2019
Disciplina: Arquitetura
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-PA
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Na arquitetura de interiores, todo ambiente tem um estilo. A palavra estilo designa o mobiliário, a decoração, o ambiente, o espaço, o compartimento arquitetônico e o design criado e usado em determinadas épocas. Atualmente, o estilo se refere à maneira de ambientar, definida por várias razões. Pode ser um comportamento jovem, um pensamento de vanguarda, uma atitude sofisticada ou uma vontade de aparentar um status social. Hoje em dia é inadmissível uma casa inteiramente em um único estilo. Em muitos casos, a combinação do antigo com o novo, do arrojado com o clássico, tem sido as opções que estão valorizando as vantagens da modernidade, resgatando o requinte da antiguidade e do tradicional. Sabemos que fazer arquitetura de interiores é uma atividade que requer muita atenção, isto por causa dos diferentes estilos de design de interiores. O estilo de vida, a personalidade e as predileções dos usuários que irão utilizar os ambientes de interiores devem ter coerência com o estilo dos ambientes arquitetônicos. Existe uma gama muito variada de estilo, sendo mais comuns os estilos High-Tech, Rústico, Oriental, Kitsch, Tropical, Clean e Palaciano. Em relação aos estilos da arquitetura de interiores, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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851988 Ano: 2019
Disciplina: Arquitetura
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-PA
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A norma técnica que estabelece os parâmetros para os desenhos técnicos arquitetônicos é a NBR 6492. Ao contrário do que muitos pensam, a elaboração do projeto arquitetônico não é livre tecnicamente; na verdade, o projetista precisa obedecer às condições exigíveis para representação gráfica, visando a sua boa elaboração e compreensão. Conforme os parâmetros da representação gráfica de projetos para arquitetura, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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851987 Ano: 2019
Disciplina: Arquitetura
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-PA
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O objetivo da arquitetura é a criação de espaços arquitetônicos mediante a compartimentação e articulação do espaço, estabelecendo adequadas relações para facilitar sua função e uso. Existem elementos que relacionam e compartimentam espaços arquitetônicos interiores com espaços urbanos, ou com a natureza, como pórticos, varandas, mirantes, janelas, portas e escadas. Na linguagem clássica da arquitetura, há inúmeros elementos arquitetônicos, alguns mais conhecidos e utilizados, outros menos conhecidos e aparentes. Considerando a linguagem clássica da arquitetura, assinale a alternativa correta.
 

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851986 Ano: 2019
Disciplina: Arquitetura
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-PA
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A arquitetura sustentável surgiu no final da década de 60 com a crítica feita pela contracultura ao dogma modernista de que a tecnologia poderia solucionar qualquer problema. Com a crise do petróleo em 1973, vinculou-se à consciência da finitude dos recursos naturais e depois passou a englobar várias narrativas, com destaque para a ameaça do aquecimento global. A resposta a essas questões preocupantes foi a arquitetura verde, que incorporava pelo menos três estratégias principais: a primeira trata-se da redução de consumo de energia, que, em climas mais frios, significa essencialmente usar aquecimento solar passivo e conservar o calor pelo aperfeiçoamento da insolação e do uso de trocadores de calor; em climas mais quentes, as medidas principais são a expulsão do calor e o uso de ventilação passiva, a fim de diminuir a dependência de ar-condicionado; a segunda se refere à adoção de painéis fotovoltaicos, turbinas eólicas e outras formas de gerar energia elétrica sem emissão de carbono. Considerando os preceitos da arquitetura sustentável, assinale a alternativa que representa corretamente uma terceira estratégia de sustentabilidade.
 

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851985 Ano: 2019
Disciplina: Arquitetura
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-PA
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Considerando o conforto ambiental urbano e a acústica das edificações, assinale a alternaria INCORRETA.
 

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851984 Ano: 2019
Disciplina: Arquitetura
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-PA
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CAD significa Computer Aided Design, que se refere ao uso de sistemas computadorizados no processo de esboçar, criar, modelar, analisar, simular e otimizar um desenho técnico. Onipresentes em profissões que envolvem projetos e desenhos técnicos, os programas CAD permitem elaborar esboços e desenhos 2D, maquetes e renderizações em 3D. Também permitem simulações e animações em 4D. Os dados de saída podem assumir a forma de arquivos eletrônicos para visualização, impressão ou fabricação por programas CAM e máquinas CNC, comandadas numericamente por computador, como cortadores a laser, plasma, jato de água, axy-fuel e impressoras 3D de protótipos rápidos. É indiscutível que o uso de computadores para a criação de projetos está muito difundido. Além do termo CAD, o termo BIM também é muito conhecido. Em quase todos os grandes escritórios de arquitetura e empresas de projetos para construção, o recurso BIM é utilizado. Em relação aos recursos computacionais muito utilizados atualmente, assinale a alternaria correta sobre o termo BIM.
 

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851983 Ano: 2019
Disciplina: Arquitetura
Banca: Consulplan
Orgão: MPE-PA
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O crescimento desordenado dos núcleos urbanos, o advento de novas tecnologias da construção civil e, ainda, questões de ordem cultural têm provocado um impacto acentuado ao conforto acústico. Como matéria relativamente nova que se apresenta no Brasil, não é necessário um estudo mais profundo para comprovar o pouco conhecimento do assunto pela grande maioria dos arquitetos e, principalmente, estudantes de arquitetura. Sabe-se muito pouco, ou quase nada, sobre os conceitos que norteiam um bom projeto de acústica arquitetônica. A maioria dos profissionais da área de arquitetura, ao se depararem com situações que exigem maior atenção sobre o assunto, limitam-se a reutilizar especificações e fórmulas aplicadas em situações específicas, levando os projetos a apresentarem erros acústicos, provocando, assim, desconfortos ambientais. São necessários conhecimentos básicos sobre acústica e conforto ambiental, para que projetos pelo menos norteados e com predisposições ao conforto sejam possíveis. De acordo com conceitos do conforto acústico, assinale a alternaria correta sobre o som.
 

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O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.

A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais poderão ser alcançados por softwares.

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)

O período “O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. ” (1º§) manteria a correção linguística e semântica de acordo com a seguinte reescrita:
 

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O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.

A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais poderão ser alcançados por softwares.

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)

Considerando as ideias apresentadas, infere-se do texto que:
 

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Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.

Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

Considerando os excertos: “atendimento às vítimas” (2º§), “se antecipar a esse tipo de tragédia” (2º§), “de modo a estimular o diálogo” (5º§), “relacionados à estrutura das escolas” (7º§) pode-se afirmar que:
 

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