Foram encontradas 50 questões.
Uma sociedade de economia mista prestadora de serviços públicos de abastecimento de água à população
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Suponha que determinada empresa pública, buscando atingir as metas constantes de seu planejamento estratégico, pretenda
aplicar conceitos e técnicas para aumentar a motivação de seus empregados. A consultoria especializada contratada para
desempenhar tal atribuição afirmou, contudo, que, considerando a natural aversão ao trabalho, os empregados necessitam de
direção e controle para a realização das tarefas. A premissa adotada pela consultoria denota os conceitos predicados por teoria
motivacional descrita pela doutrina, correspondente à
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O Balanced Scorecard- BSC é uma metodologia que prioriza o equilíbrio organizacional a partir das perspectivas:
I. financeira. II. dos processos internos. III. dos clientes. IV. do aprendizado e crescimento. V. dos fatores exógenos.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. financeira. II. dos processos internos. III. dos clientes. IV. do aprendizado e crescimento. V. dos fatores exógenos.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Entre as diversas escolas que se sucederam no estudo das estruturas organizacionais, pode-se citar a abordagem sistêmica da
administração, baseada nos conceitos desenvolvidos por Ludwig von Bertalanffy, que possui como foco
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Dois automóveis, A e B, percorrem a mesma estrada em sentidos opostos, ambos com velocidade constante. Os dois entram
em um túnel no mesmo momento. A e B se cruzam após A percorrer 2/5 do comprimento do túnel. Nessa situação, é correto
afirmar que a velocidade de
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Sessenta por cento dos funcionários de uma empresa trabalham externamente. Entre os que trabalham internamente, vinte por
cento, correspondendo a 12 funcionários, ocupam cargos de chefia. O total de funcionários da empresa é um número entre
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De acordo com a Lei nº 12.288/2010 (Estatuto da Igualdade Racial), é correto afirmar que:
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Um texto em língua portuguesa, digitado com certo número de linhas por página e 40 caracteres por linha ocupa 12 páginas.
Sem mudar a fonte e o tamanho da fonte, o mesmo texto pode ser digitado com o dobro de linhas por página e 60 caracteres por
linha. Nesse caso, o número de páginas ocupado pelo texto será
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque": o “porque” causal (“a jarra quebrou porque caiu");
o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer"); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). Mas há outros
aspectos que precisam ser considerados.
Imagine, por exemplo, que alguém inconformado com a morte de uma pessoa especialmente querida exclama: “Eu não
consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?" Um
médico solícito, se a ouvir nesse desabafo inconformado, poderá dizer-lhe: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso de sua
filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia de má-formação vascular e foi vítima da ruptura da artéria carótida que irriga o lobo
temporal direito."
A explicação do médico é irretocável, mas seria a resposta ao “por quê" do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por
vezes rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles
excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porque" da ciência médica nem sequer arranha o “por quê"
do pai desconsolado.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 30-31.)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque": o “porque” causal (“a jarra quebrou porque caiu");
o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer"); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). Mas há outros
aspectos que precisam ser considerados.
Imagine, por exemplo, que alguém inconformado com a morte de uma pessoa especialmente querida exclama: “Eu não
consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?" Um
médico solícito, se a ouvir nesse desabafo inconformado, poderá dizer-lhe: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso de sua
filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia de má-formação vascular e foi vítima da ruptura da artéria carótida que irriga o lobo
temporal direito."
A explicação do médico é irretocável, mas seria a resposta ao “por quê" do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por
vezes rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles
excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porque" da ciência médica nem sequer arranha o “por quê"
do pai desconsolado.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 30-31.)
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