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Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Considerando os processadores e a tecnologia atualmente disponíveis, quantos processadores, no máximo, são vistos pelo sistema operacional de um computador que possui um processador HT (hyperthreading) com dois núcleos físicos (cores) e com suporte HT habilitado em sua BIOS?
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- Modelo OSIModelo OSI: Camada Física
- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Enlace
- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Rede
Em que camadas (níveis) do modelo de referência Open System Interconnection (MR-OSI) atuam, respectivamente, os equipamentos hub, switch e roteador?
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No sistema operacional Windows 7, qual é a ferramenta que permite selecionar serviços e aplicativos a serem executados durante a fase de inicialização do sistema?
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Dentre as categorias de entidades abaixo arroladas, assinale aquela que NÃO faz parte da administração indireta.
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Um endereço de e-mail possui o formato genérico caixapostal@dominio, como, por exemplo, concursos@mprs.mp.br.
Como é descoberto o nome simbólico da máquina responsável por receber os e-mails destinados aos usuários do domínio mprs.mp.br?
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No Microsoft Word, para auxiliar na formatação de texto de um documento, é possível definir marcas de tabulação na régua horizontal como se observa na figura abaixo.

Com relação a essas marcas de tabulação, assinale a alternativa correta.
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As mensagens de requisição GET do protocolo SNMP são enviadas
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São formas de provimento de cargo público, nos termos da Lei n.º 10.098/94, EXCETO
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Em relação ao protocolo FTP, considere as seguintes afirmações.
I. As informações de controle e os dados dos arquivos transferidos são enviados através de uma única conexão TCP.
II. No modo passivo, o cliente de FTP realiza a abertura da conexão de dados no servidor usando um número de porta fornecido pelo servidor.
III. No modo ativo, o servidor de FTP realiza a abertura de conexão de dados na porta 20 (TCP) da máquina cliente.
Quais estão corretas?
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A questão está relacionada ao texto abaixo.
Daqui a dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes à vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder às pessoas. Com o acesso a novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
O objetivo principal do texto é
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