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Os diferentes dispositivos de armazenamento, como, por exemplo, discos lógicos (volumes ou partições) e pendrives, possuem um sistema de arquivos próprio. Para disponibilizar os arquivos de um desses dispositivos, o sistema operacional recebe o nome do dispositivo e um ponto na sua estrutura de diretórios (caminho) onde o sistema de arquivos do dispositivo desejado será anexado, formando uma hierarquia única de diretórios.
Esse procedimento de anexação é denominado de
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No sistema operacional Windows 7, a ferramenta que possibilita aos administradores controlarem quais aplicativos cada usuário, ou grupo, pode executar denomina-se
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2246640
Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
O espaço de endereçamento lógico de um processo é dividido em áreas que armazenam o código, as variáveis globais, as variáveis locais, os parâmetros de função e as porções de memória alocadas dinamicamente.
Como se denomina a área destinada às porções de memória alocadas dinamicamente durante a execução de um processo?
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- Backup e RecuperaçãoTipos de BackupBackup Completo
- Backup e RecuperaçãoTipos de BackupBackup Diferencial
- Backup e RecuperaçãoTipos de BackupBackup Incremental
Em uma organização, o procedimento de backup é realizado diariamente a partir das 0:00 hora. Houve um problema em uma quarta-feira e a recuperação dos dados foi feita utilizando-se o backup feito no domingo anterior a essa quarta-feira e o backup diário mais recente já concluído.
O que é possível afirmar sobre os tipos de backups empregados nesse procedimento?
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Como é denominado o método de autenticação em que o usuário se autentica uma única vez no sistema e, durante a sessão de trabalho estabelecida, tem acesso a uma série de aplicações sem necessitar se autenticar novamente para usar cada uma delas?
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O tipo de firewall que atua analisando apenas as informações existentes nos cabeçalhos das camadas de rede e de transporte é denominado
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A questão está relacionada ao texto abaixo.
Daqui a dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes à vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder às pessoas. Com o acesso a novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Considere as seguintes afirmações sobre a palavra descentralizada.
I. Seu prefixo tem o mesmo sentido que o prefixo da palavra desrespeitado.
II. Seu sufixo forma adjetivos a partir de verbos.
III. Ela significa o mesmo que descentrada.
Quais estão corretas?
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O Windows 7 possui um recurso que permite retornar os arquivos do sistema, de programas, e o registro (registry) para configurações que tinham em um ponto no passado, sem alterar os arquivos pessoais dos usuários. Esse recurso é útil para que se possa recuperar o computador de uma situação instável, após o insucesso na atualização do sistema, ou na instalação de drivers de dispositivos, ou ainda, de programas.
Esse recurso é conhecido como
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Daqui dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder pessoas. Com o acesso novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas, nesta ordem.
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O Active Directory (AD) é, na verdade, composto por um conjunto de serviços (server roles). Qual é o serviço que fornece as funções necessárias ao armazenamento de informações sobre usuários, grupos, computadores e outros objetos da rede, e torna essas informações disponíveis para usuários e computadores?
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