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Foram encontradas 60 questões.

2246636 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Dado o seguinte código CSS:
div.wrapper {
width: 70%;
margin: 0 auto;
border: 2px;
}
Com base nesse código CSS, considere as afirmações abaixo.
I. A largura do elemento será sempre de 70% da largura de seu elemento-pai.
II. O elemento sempre aparecerá centralizado no navegador.
III. Podemos configurar largura mínima e máxima para o elemento através das propriedades min-width e max-width.
Quais estão corretas?
 

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2246634 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Considere as seguintes afirmações a respeito da configuração de conta de usuário num cliente de e-mail instalado num computador local.
I. O servidor de saída no cliente é normalmente configurado como SMTP, que é um protocolo utilizado para transferir e-mails entre servidores.
II. O servidor de entrada no cliente pode ser configurado como POP ou IMAP, dependendo do protocolo suportado pelo servidor de e-mail da rede.
III. É possível ter mais de uma conta de e-mail no cliente local, mas estas contas devem ter a mesma configuração de servidores de entrada e saída.
 

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A questão está relacionada ao texto abaixo.
Daqui a dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes à vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder às pessoas. Com o acesso a novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Considere as seguintes afirmações sobre a palavra descentralizada.
I. Seu prefixo tem o mesmo sentido que o prefixo da palavra desrespeitado.
II. Seu sufixo forma adjetivos a partir de verbos.
III. Ela significa o mesmo que descentrada.
Quais estão corretas?
 

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A questão está relacionada ao texto abaixo.
Daqui dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder pessoas. Com o acesso novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas, nesta ordem.
 

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Relativamente ao Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP, é INCORRETO afirmar que
 

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2246620 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do enunciado abaixo, na ordem em que aparecem.
As tags e indicam uma lista ordenada de itens que são exibidos em relação ao texto. As tags e indicam um link para outra página, e a tag indica um link para um recurso externo, como uma folha de estilo.
 

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Em atenção ao que dispõe a Constituição da República Federativa do Brasil acerca dos servidores públicos, assinale V (verdadeiro) ou F (falso).

( ) A vedação de percepção de mais de uma aposentadoria por parte do servidor público não admite exceções.

( ) Não há distinção na contagem do tempo de contribuição entre os servidores públicos em geral e os professores que tenham exercido função de magistério no ensino médio em escola pública.

( ) Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração aplica-se o regime geral de previdência social.

( ) São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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Assinale CP para as atribuições do Colégio de Procuradores de Justiça e CS para as atribuições do Conselho Superior do Ministério Público.
( ) Indicar ao Procurador-Geral de Justiça, em lista tríplice, os candidatos à remoção e promoção por merecimento.
( ) Decidir sobre vitaliciamento dos membros do Ministério Público.
( ) Aprovar os pedidos de remoção por permuta entre membros do Ministério Público.
( ) Eleger o Corregedor-Geral do Ministério Público.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2246615 Ano: 2015
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Numa requisição de conexão entre um cliente e um servidor Apache, quando o cliente cancela a conexão antes de ela ser efetivada, é correto afirmar que
 

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2246612 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Analise os trechos de código abaixo, escritos em uma linguagem de programação hipotética, fazendo uso dos comandos “while-do” (enquanto-faça) e “do-while” (faça-enquanto) e supondo que a, b e c foram declaradas anteriormente.
while (c < a)
do {
a=a-1;
b=b+1;
c= c+b;
}
do{
a=a-1;
b=b+1;
c= c+b;
}
while (c<a)
Quais são os valores de a, b e c, após o término de cada trecho, se as variáveis a, b e c forem inicializadas com 3, 0 e 3, respectivamente, antes de cada trecho?
 

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