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A questão está relacionada ao texto abaixo.
Daqui a dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes à vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder às pessoas. Com o acesso a novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
O objetivo principal do texto é
 

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2246686 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Qual é a taxa de transferência máxima para um disco com interface SATA-Express, definido na especificação SATA 3.2?
 

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2246685 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Para recepção e envio de mensagens através de um cliente de e-mail, é necessário configurar os métodos de autenticação e o protocolo de segurança de conexão.
Qual das alternativas abaixo identifica um protocolo de segurança de conexão?
 

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2246684 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Considere o enunciado abaixo e as três propostas para completá-lo.
Editar textos com controle de alterações é uma tarefa comum em ambientes de trabalho onde mais de uma pessoa prepara um único documento.
Acerca do trabalho de edição de um documento no MS Word, com controle de alterações ativado, é correto afirmar que
1. o autor de uma alteração não tem permissão da aplicação para aceitá-la ou rejeitá-la já que o objetivo é que a revisão seja feita por outra pessoa.
2. é possível esconder as alterações e comentários realizados da visão do documento.
3. é possível percorrer as alterações realizadas no documento sem ter que avançar no documento parágrafo a parágrafo, sequencialmente.
Quais propostas estão corretas?
 

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Um sistema computacional hipotético representa números decimais inteiros empregando 8 bits em complemento de 2. Quais são, respectivamente, o menor e o maior número decimal possível de ser representado nesse sistema?
 

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2246682 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do enunciado abaixo, na ordem em que aparecem.
A Internet é formada por um conjunto de independentes que se conectam e trocam pacotes de dados conhecidos como . A camada de rede da Internet é conhecida como protocolo , e cada equipamento na rede é identificado por um número de bits.
 

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2246681 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Uma infraestrutura de rede física é composta por 2 roteadores (R1 e R2), três switches (S0, S1 e S2), dois hubs (H1 e H2) e um ponto de acesso sem fio (PA). O hub H1 está conectado a uma das portas do switch S1 e o hub H2 está conectado a uma das portas do switch S2. O roteador R1 possui duas interfaces de redes, cada uma delas conectada, respectivamente, a uma porta do switch S0 e a uma porta do switch S1. O roteador R2 também possui uma de suas interfaces de rede conectada a uma porta do switch S0, mas sua outra interface está ligada a uma das portas do switch S2. O ponto de acesso sem fio PA está conectado a uma porta do switch S2. Ainda, nessa rede, existem ao todo 30 computadores, sendo que cinco deles possuem apenas interfaces IEEE 802.11 b/g/n; os demais estão divididos igualmente nas portas dos hubs e dos switches.
Quantos domínios de broadcast e de colisão existem, respectivamente, nessa rede física?
 

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2246680 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Em relação a roteadores e protocolos de roteamento, assinale a alternativa correta.
 

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A questão está relacionada ao texto abaixo.
Daqui a dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes à vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder às pessoas. Com o acesso a novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Na coluna da esquerda, abaixo, estão listados quatro verbos do texto; na coluna da direita, sinônimos de três daqueles quatro verbos.
Associe os verbos da coluna da direita aos verbos da coluna da esquerda de que são sinônimos.
1 - manchar ( ) desaparecer
2 - apagar ( ) interceptar
3 - sumir ( ) macular
4 - grampear
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2246678 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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