Foram encontradas 200 questões.
Considerando o que dispõe a Lei n.º 8429/92 – Lei de Improbidade Administrativa, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações listadas abaixo.
( ) Constitui ato de improbidade administrativa que importa em enriquecimento ilícito do agente público receber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza.
( ) Usar, em proveito próprio, bens integrantes do acervo patrimonial de empresa incorporada ao patrimônio público constitui ato de improbidade administrativa.
( ) A negativa de publicidade aos atos oficiais constitui ato de improbidade administrativa que atenda contra Princípio da Administração Pública.
( ) A declaração de bens e valores que compõem o patrimônio privado do servidor público deve ser atualizada a cada dois anos, sob pena de demissão, a bem do serviço público.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A figura abaixo mostra o resultado, na barra de endereços, do acesso a um site com o protocolo https no navegador Google Chrome.

O ícone apresentado imediatamente à esquerda da URL do site na barra de endereço significa que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2246594
Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Considere as seguintes afirmações sobre sistemas computacionais.
I. Firewall é um módulo que monitora e restringe as informações passadas entre o seu computador e uma rede ou a Internet.
II. O particionamento de discos rígidos é possível desde que o sistema de arquivos utilizado em cada partição seja o mesmo.
III. Mashup é um módulo específico que gerencia quais programas em execução no computador podem fazer chamadas ao sistema operacional.
Quais estão corretas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale com V (verdadeiro) ou com F (falso) as seguintes afirmações, relativas à Linguagem de Definição de Dados (DDL) em SQL.
( ) UNIQUE indica que não pode haver repetição no conteúdo da coluna.
( ) NOT NULL indica que o conteúdo da coluna não pode ser alterado.
( ) PRIMARY KEY permite atribuir um conteúdo padrão a uma coluna da tabela.
( ) CHECK permite especificar quais valores podem ser utilizados para preencher a coluna.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a seguinte consulta escrita em SQL.
select codigo_gravadora, avg(preco_venda), count(*)
from cd
group by codigo_gravadora;
Essa consulta nos informa
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2246591
Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Num sistema computacional, a memória cache é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando o que dispõe a Lei n.º 8429/92 – Lei de Improbidade Administrativa, assinale a afirmação correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão está relacionada ao texto abaixo.
Daqui a dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Tentando responder a essa pergunta, Eric Schmidt, presidente do Conselho Administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram o livro The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro.
"Nunca mais escreva na internet nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal", advertem Cohen e Schmidt. A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de "gorda" na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo.
Schmidt diz que a internet deveria ter um botão "delete", que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. "A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas", dizem os autores.
O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes à vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.
Ademais, a internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder às pessoas. Com o acesso a novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. "Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões", escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.
A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).
Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes.
Adaptado de: RODRIGUES, Anna Carolina. O futuro da internet (e do mundo) segundo o Google. Disponível
em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/futuro-internet-mundo-google-752917.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Assinale a alternativa em que se estabelece uma relação correta entre um pronome ou expressão e o segmento a que se refere no texto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando o constante na Lei Complementar Estadual n.º 10.098/94, que dispõe sobre o estatuto e regime jurídico único dos servidores públicos civis do Estado do Rio Grande do Sul, assinale a afirmação INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão está relacionada ao texto abaixo.
"Deus não joga dados com o Universo." Foi assim, com uma mistura de insatisfação e desprezo, que Albert Einstein definiu a física quântica. Nesse ramo da física, que estuda as interações entre partículas muito pequenas, fenômenos aparentemente absurdos podem acontecer. Uma coisa pode se teletransportar imediatamente de um lugar para outro – ou estar em vários lugares ao mesmo tempo. Einstein não gostava muito da ideia. Mas a física quântica provou-se uma realidade. E, agora, existe uma máquina baseada nela. Um supercomputador. E ele pode mudar para sempre o destino da internet. Foi criado por uma empresa canadense chamada D-Wave. É grande, ocupa uma sala de 10 metros quadrados. E seu cérebro, o chip quântico, só funciona se for mantido a 273 graus negativos.
O computador quântico é cheio de problemas. Quando o Google testou pela primeira vez o seu, a máquina rodou muito devagar – em algumas tarefas, ela foi tão lenta quanto um notebook comum. Uma decepção. Mas o D-Wave é bom numa coisa: quebrar senhas e violar códigos. Nisso, ele é hiper-rápido. Pelo menos 35 mil vezes mais veloz do que os supercomputadores tradicionais. Tudo graças à física quântica.
Um computador tradicional é como se fosse uma cidade, cheia de trilhas microscópicas por onde circulam elétrons. O computador tem 1 a 3 bilhões de microcircuitos, os transistores, que agem como pequenos guardas de trânsito – fazendo os elétrons pararem ou irem de um lado para outro. É assim, manobrando elétrons de lá para cá, que o computador consegue contar números, fazer cálculos matemáticos – e rodar todos os programas que você usa. Mas, no computador quântico, a coisa é diferente. Em vez de chips de silício, ele tem bobinas magnéticas de nióbio, um metal supercondutor. Por causa da física quântica, os elétrons podem estar em vários pontos dessas bobinas ao mesmo tempo. Consequência: a máquina consegue calcular várias respostas ao mesmo tempo.
O computador quântico também serve para resolver problemas que envolvam uma quantidade muito grande de dados e possibilidades. E há muitas questões assim no nosso dia a dia. Por exemplo: temos certeza de que o planeta está esquentando. Mas ainda não sabemos exatamente quais serão as consequências do aquecimento global – nem a data das próximas ondas de calor intenso, como a do início de 2014. Temos algumas teorias sobre como criar melhores remédios contra o câncer – mas testar cada um leva muitos anos. Estamos carecas de saber que o trânsito nas grandes cidades é caótico e que precisamos de transporte público melhor, mas a busca por soluções acontece em grande parte na base da tentativa e erro. Seria bom que descobríssemos de antemão como a mudança de uma linha de ônibus, por exemplo, poderia mudar o fluxo de uma avenida. Os computadores quânticos podem resolver coisas como essas bem mais depressa, porque conseguem considerar vários cenários ao mesmo tempo. Mas, para que essas coisas aconteçam, o computador da D-Wave precisará ser alimentado com softwares. Só que ainda não existem programas capazes de explorar todo o potencial dele. Ainda não existe um "Windows quântico", por assim dizer.
Para muitos cientistas, a máquina é uma fraude. Não é possível comprovar se ela realmente é quântica – se você tentar observar ou medir o comportamento das partículas dentro do D-Wave, elas perdem o estado quântico. Ou seja, a mágica se desfaz. "A empresa fica falando de física quântica, e isso parece legal. Mas será que realmente vai trazer alguma vantagem em relação aos computadores clássicos?", questiona Scott Aaronson, professor de computação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A D-Wave também tem sido muito criticada por não explicar exatamente, em detalhes, como o seu computador funciona. Talvez o D-Wave seja só marketing. Talvez o futuro que ele promete nunca se realize. Ou talvez essa tecnologia, como tantas outras que um dia foram alvo de ceticismo e escárnio, realmente possa transformar a internet. E nem nos lembremos de como era a vida digital antes da computação quântica.
Adaptado de: GARATTONI, B.; BURGOS, P. A máquina que pode salvar ou destruir a internet. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/tecnologia/maquina-pode-salvar-ou-destruir-internet-805188.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
As afirmações abaixo referem-se ao emprego de vírgulas no texto. Assinale com V as afirmações verdadeiras e com F as falsas.
( ) As vírgulas, depois de assim e depois de desprezo, sinalizam uma oração intercalada.
( ) As vírgulas, antes de que estuda e depois de pequenas, assinalam a inserção de uma oração adjetiva explicativa.
( ) As vírgulas, antes e depois de agora, sinalizam um adjunto adverbial antecipado.
( ) As vírgulas, antes de para e depois de aconteçam, delimitam uma oração subordinada.
( ) A vírgula, depois de D-Wave, delimita uma oração coordenada.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container