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Texto para o item
Rosa,
uma mulher de 50 anos de idade, procurou atendimento médico relatando
que, há cerca de quatro semanas, passou a apresentar dispneia aos
grandes esforços que rapidamente evoluiu para ortopneia e episódios de
dispneia paroxística noturna. Associadamente, informou ter astenia e
diminuição do volume urinário. Há cerca de duas semanas, somaram-se a
esses sintomas: edema de membros inferiores, aumento do volume
abdominal, empachamento pós-prandial e inapetência. Relatou ter sentido
palpitações taquicárdicas frequentes desde o início do quadro
supramencionado, porém não associadas a escurecimento visual, sensação
de desmaio ou perda de consciência. Nega dor torácica, febre, calafrios
ou perda ponderal no período.
Antecedentes clínicos relevantes:
informou ter diagnóstico de hipertensão arterial há cinco anos, com uso
irregular de diurético (de cujo nome não se lembra) e negou o uso de
digitálicos e de outros medicamentos. Disse nunca ter residido em zona
rural. Negou transfusões sanguíneas, diabetes melito e outras doenças.
Exame físico: pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg, frequência
cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 28 incursões/min.
Paciente em regular estado geral, dispneica, aceitando com dificuldade o
decúbito dorsal (ortopneica), acianótica, anictérica, brevilínea,
consciente e orientada no tempo e no espaço. Aparelho Cardiovascular:
pré-córdio calmo, sem abaulamentos ou retrações. Ictus cordis
visível e palpável no 7.º espaço intercostal esquerdo, a 18 cm da linha
médio-esternal, impulsivo, com extensão de 6 cm, deslocando-se 4 cm com
decúbito de Pachon (onde apresenta extensão de 8 cm), globoso, bífido
(presença de impulsão pré-sistólica). Ritmo cardíaco regular, tríplice,
às custas de galope de 4.ª bulha, bulhas taquicárdicas, 2.ª bulha
hiperfonética em tambour (clangorosa) em foco aórtico e foco
aórtico acessório (componente aórtico mais intenso que o pulmonar),
presença de desdobramento paradoxal da 2.ª bulha em foco pulmonar. Foram
auscultados: sopro mesotelessistólico, tipo honk, grau 3
(classificação de Levine), mais bem audível em foco mitral, irradiado
para linha axilar posterior, que fica mais intenso durante a realização
da manobra de preensão manual (hand grip) e sopro holossistólico,
suave, grau 2 (classificação de Levine) localizado no foco tricúspide,
sem irradiação, intensificado com a manobra de Rivero Carvallo. Pulsos
arteriais palpáveis e simétricos. Pulso carotídeo, endurecido, rítmico e
alternante (pulsus alternans). Constatou-se turgência da veia
jugular direita, com cabeceira do leito a 45º (chegando ao ângulo da
mandíbula). Apresentava onda V gigante no pulso venoso jugular e refluxo
hepatojugular anormal. Ausência de varizes e de sinais periféricos de
trombose venosa profunda. Aparelho respiratório: murmúrio vesicular
rude, com estertores inspiratórios, em ambas as bases pulmonares.
Sibilos esparsos. Abdome: globoso. Presença de hepatomegalia dolorosa e
ascite. Baço impalpável. Sem circulação colateral patológica. Ruídos
hidroaéreos presentes. Extremidades: presença de importante edema de
membros inferiores em bota, com sinal de Godet presente e perfusão
periférica lentificada.
A partir do caso clínico acima e com base nos dados apresentados, julgue o item.
Nesse caso clínico hipotético, a onda V gigante verificada no pulso venoso jugular ocorre exclusivamente durante a sístole ventricular (na subfase de ejeção) do ciclo cardíaco e tem como mecanismo elementar o fechamento precoce e rápido da válvula tricúspide, devido ao baixo débito cardíaco.
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Rosa,
uma mulher de 50 anos de idade, procurou atendimento médico relatando
que, há cerca de quatro semanas, passou a apresentar dispneia aos
grandes esforços que rapidamente evoluiu para ortopneia e episódios de
dispneia paroxística noturna. Associadamente, informou ter astenia e
diminuição do volume urinário. Há cerca de duas semanas, somaram-se a
esses sintomas: edema de membros inferiores, aumento do volume
abdominal, empachamento pós-prandial e inapetência. Relatou ter sentido
palpitações taquicárdicas frequentes desde o início do quadro
supramencionado, porém não associadas a escurecimento visual, sensação
de desmaio ou perda de consciência. Nega dor torácica, febre, calafrios
ou perda ponderal no período.
Antecedentes clínicos relevantes:
informou ter diagnóstico de hipertensão arterial há cinco anos, com uso
irregular de diurético (de cujo nome não se lembra) e negou o uso de
digitálicos e de outros medicamentos. Disse nunca ter residido em zona
rural. Negou transfusões sanguíneas, diabetes melito e outras doenças.
Exame físico: pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg, frequência
cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 28 incursões/min.
Paciente em regular estado geral, dispneica, aceitando com dificuldade o
decúbito dorsal (ortopneica), acianótica, anictérica, brevilínea,
consciente e orientada no tempo e no espaço. Aparelho Cardiovascular:
pré-córdio calmo, sem abaulamentos ou retrações. Ictus cordis
visível e palpável no 7.º espaço intercostal esquerdo, a 18 cm da linha
médio-esternal, impulsivo, com extensão de 6 cm, deslocando-se 4 cm com
decúbito de Pachon (onde apresenta extensão de 8 cm), globoso, bífido
(presença de impulsão pré-sistólica). Ritmo cardíaco regular, tríplice,
às custas de galope de 4.ª bulha, bulhas taquicárdicas, 2.ª bulha
hiperfonética em tambour (clangorosa) em foco aórtico e foco
aórtico acessório (componente aórtico mais intenso que o pulmonar),
presença de desdobramento paradoxal da 2.ª bulha em foco pulmonar. Foram
auscultados: sopro mesotelessistólico, tipo honk, grau 3
(classificação de Levine), mais bem audível em foco mitral, irradiado
para linha axilar posterior, que fica mais intenso durante a realização
da manobra de preensão manual (hand grip) e sopro holossistólico,
suave, grau 2 (classificação de Levine) localizado no foco tricúspide,
sem irradiação, intensificado com a manobra de Rivero Carvallo. Pulsos
arteriais palpáveis e simétricos. Pulso carotídeo, endurecido, rítmico e
alternante (pulsus alternans). Constatou-se turgência da veia
jugular direita, com cabeceira do leito a 45º (chegando ao ângulo da
mandíbula). Apresentava onda V gigante no pulso venoso jugular e refluxo
hepatojugular anormal. Ausência de varizes e de sinais periféricos de
trombose venosa profunda. Aparelho respiratório: murmúrio vesicular
rude, com estertores inspiratórios, em ambas as bases pulmonares.
Sibilos esparsos. Abdome: globoso. Presença de hepatomegalia dolorosa e
ascite. Baço impalpável. Sem circulação colateral patológica. Ruídos
hidroaéreos presentes. Extremidades: presença de importante edema de
membros inferiores em bota, com sinal de Godet presente e perfusão
periférica lentificada.
A partir do caso clínico acima e com base nos dados apresentados, julgue o item.
O pulso alternante constatado nessa paciente indica que são percebidas duas ondas de pulso a cada ciclo cardíaco, uma após a 1.ª bulha cardíaca (mais intensa) e a outra, logo depois da 2.ª bulha cardíaca (menos intensa) durante a palpação do pulso arterial carotídeo. Esse tipo de pulso tem forte correlacão com arritmias ventriculares.
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Rosa,
uma mulher de 50 anos de idade, procurou atendimento médico relatando
que, há cerca de quatro semanas, passou a apresentar dispneia aos
grandes esforços que rapidamente evoluiu para ortopneia e episódios de
dispneia paroxística noturna. Associadamente, informou ter astenia e
diminuição do volume urinário. Há cerca de duas semanas, somaram-se a
esses sintomas: edema de membros inferiores, aumento do volume
abdominal, empachamento pós-prandial e inapetência. Relatou ter sentido
palpitações taquicárdicas frequentes desde o início do quadro
supramencionado, porém não associadas a escurecimento visual, sensação
de desmaio ou perda de consciência. Nega dor torácica, febre, calafrios
ou perda ponderal no período.
Antecedentes clínicos relevantes:
informou ter diagnóstico de hipertensão arterial há cinco anos, com uso
irregular de diurético (de cujo nome não se lembra) e negou o uso de
digitálicos e de outros medicamentos. Disse nunca ter residido em zona
rural. Negou transfusões sanguíneas, diabetes melito e outras doenças.
Exame físico: pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg, frequência
cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 28 incursões/min.
Paciente em regular estado geral, dispneica, aceitando com dificuldade o
decúbito dorsal (ortopneica), acianótica, anictérica, brevilínea,
consciente e orientada no tempo e no espaço. Aparelho Cardiovascular:
pré-córdio calmo, sem abaulamentos ou retrações. Ictus cordis
visível e palpável no 7.º espaço intercostal esquerdo, a 18 cm da linha
médio-esternal, impulsivo, com extensão de 6 cm, deslocando-se 4 cm com
decúbito de Pachon (onde apresenta extensão de 8 cm), globoso, bífido
(presença de impulsão pré-sistólica). Ritmo cardíaco regular, tríplice,
às custas de galope de 4.ª bulha, bulhas taquicárdicas, 2.ª bulha
hiperfonética em tambour (clangorosa) em foco aórtico e foco
aórtico acessório (componente aórtico mais intenso que o pulmonar),
presença de desdobramento paradoxal da 2.ª bulha em foco pulmonar. Foram
auscultados: sopro mesotelessistólico, tipo honk, grau 3
(classificação de Levine), mais bem audível em foco mitral, irradiado
para linha axilar posterior, que fica mais intenso durante a realização
da manobra de preensão manual (hand grip) e sopro holossistólico,
suave, grau 2 (classificação de Levine) localizado no foco tricúspide,
sem irradiação, intensificado com a manobra de Rivero Carvallo. Pulsos
arteriais palpáveis e simétricos. Pulso carotídeo, endurecido, rítmico e
alternante (pulsus alternans). Constatou-se turgência da veia
jugular direita, com cabeceira do leito a 45º (chegando ao ângulo da
mandíbula). Apresentava onda V gigante no pulso venoso jugular e refluxo
hepatojugular anormal. Ausência de varizes e de sinais periféricos de
trombose venosa profunda. Aparelho respiratório: murmúrio vesicular
rude, com estertores inspiratórios, em ambas as bases pulmonares.
Sibilos esparsos. Abdome: globoso. Presença de hepatomegalia dolorosa e
ascite. Baço impalpável. Sem circulação colateral patológica. Ruídos
hidroaéreos presentes. Extremidades: presença de importante edema de
membros inferiores em bota, com sinal de Godet presente e perfusão
periférica lentificada.
A partir do caso clínico acima e com base nos dados apresentados, julgue o item.
Em relação ao sopro sistólico auscultado no foco tricúspide dessa paciente, a realização da manobra de Müller teria o mesmo efeito da manobra de Rivero Carvallo sobre esse ruído cardíaco, pois compartilham da mesma base fisiológica.
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uma mulher de 50 anos de idade, procurou atendimento médico relatando
que, há cerca de quatro semanas, passou a apresentar dispneia aos
grandes esforços que rapidamente evoluiu para ortopneia e episódios de
dispneia paroxística noturna. Associadamente, informou ter astenia e
diminuição do volume urinário. Há cerca de duas semanas, somaram-se a
esses sintomas: edema de membros inferiores, aumento do volume
abdominal, empachamento pós-prandial e inapetência. Relatou ter sentido
palpitações taquicárdicas frequentes desde o início do quadro
supramencionado, porém não associadas a escurecimento visual, sensação
de desmaio ou perda de consciência. Nega dor torácica, febre, calafrios
ou perda ponderal no período.
Antecedentes clínicos relevantes:
informou ter diagnóstico de hipertensão arterial há cinco anos, com uso
irregular de diurético (de cujo nome não se lembra) e negou o uso de
digitálicos e de outros medicamentos. Disse nunca ter residido em zona
rural. Negou transfusões sanguíneas, diabetes melito e outras doenças.
Exame físico: pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg, frequência
cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 28 incursões/min.
Paciente em regular estado geral, dispneica, aceitando com dificuldade o
decúbito dorsal (ortopneica), acianótica, anictérica, brevilínea,
consciente e orientada no tempo e no espaço. Aparelho Cardiovascular:
pré-córdio calmo, sem abaulamentos ou retrações. Ictus cordis
visível e palpável no 7.º espaço intercostal esquerdo, a 18 cm da linha
médio-esternal, impulsivo, com extensão de 6 cm, deslocando-se 4 cm com
decúbito de Pachon (onde apresenta extensão de 8 cm), globoso, bífido
(presença de impulsão pré-sistólica). Ritmo cardíaco regular, tríplice,
às custas de galope de 4.ª bulha, bulhas taquicárdicas, 2.ª bulha
hiperfonética em tambour (clangorosa) em foco aórtico e foco
aórtico acessório (componente aórtico mais intenso que o pulmonar),
presença de desdobramento paradoxal da 2.ª bulha em foco pulmonar. Foram
auscultados: sopro mesotelessistólico, tipo honk, grau 3
(classificação de Levine), mais bem audível em foco mitral, irradiado
para linha axilar posterior, que fica mais intenso durante a realização
da manobra de preensão manual (hand grip) e sopro holossistólico,
suave, grau 2 (classificação de Levine) localizado no foco tricúspide,
sem irradiação, intensificado com a manobra de Rivero Carvallo. Pulsos
arteriais palpáveis e simétricos. Pulso carotídeo, endurecido, rítmico e
alternante (pulsus alternans). Constatou-se turgência da veia
jugular direita, com cabeceira do leito a 45º (chegando ao ângulo da
mandíbula). Apresentava onda V gigante no pulso venoso jugular e refluxo
hepatojugular anormal. Ausência de varizes e de sinais periféricos de
trombose venosa profunda. Aparelho respiratório: murmúrio vesicular
rude, com estertores inspiratórios, em ambas as bases pulmonares.
Sibilos esparsos. Abdome: globoso. Presença de hepatomegalia dolorosa e
ascite. Baço impalpável. Sem circulação colateral patológica. Ruídos
hidroaéreos presentes. Extremidades: presença de importante edema de
membros inferiores em bota, com sinal de Godet presente e perfusão
periférica lentificada.
A partir do caso clínico acima e com base nos dados apresentados, julgue o item.
As características propedêuticas do sopro sistólico auscultado com epicentro no foco mitral permitem denominá-lo sopro de Dock.
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Rosa, uma mulher de 50 anos de idade, procurou atendimento médico relatando que, há cerca de quatro semanas, passou a apresentar dispneia aos grandes esforços que rapidamente evoluiu para ortopneia e episódios de dispneia paroxística noturna. Associadamente, informou ter astenia e diminuição do volume urinário. Há cerca de duas semanas, somaram-se a esses sintomas: edema de membros inferiores, aumento do volume abdominal, empachamento pós-prandial e inapetência. Relatou ter sentido palpitações taquicárdicas frequentes desde o início do quadro supramencionado, porém não associadas a escurecimento visual, sensação de desmaio ou perda de consciência. Nega dor torácica, febre, calafrios ou perda ponderal no período.
Antecedentes clínicos relevantes: informou ter diagnóstico de hipertensão arterial há cinco anos, com uso irregular de diurético (de cujo nome não se lembra) e negou o uso de digitálicos e de outros medicamentos. Disse nunca ter residido em zona rural. Negou transfusões sanguíneas, diabetes melito e outras doenças. Exame físico: pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 28 incursões/min. Paciente em regular estado geral, dispneica, aceitando com dificuldade o decúbito dorsal (ortopneica), acianótica, anictérica, brevilínea, consciente e orientada no tempo e no espaço. Aparelho Cardiovascular: pré-córdio calmo, sem abaulamentos ou retrações. Ictus cordis visível e palpável no 7.º espaço intercostal esquerdo, a 18 cm da linha médio-esternal, impulsivo, com extensão de 6 cm, deslocando-se 4 cm com decúbito de Pachon (onde apresenta extensão de 8 cm), globoso, bífido (presença de impulsão pré-sistólica). Ritmo cardíaco regular, tríplice, às custas de galope de 4.ª bulha, bulhas taquicárdicas, 2.ª bulha hiperfonética em tambour (clangorosa) em foco aórtico e foco aórtico acessório (componente aórtico mais intenso que o pulmonar), presença de desdobramento paradoxal da 2.ª bulha em foco pulmonar. Foram auscultados: sopro mesotelessistólico, tipo honk, grau 3 (classificação de Levine), mais bem audível em foco mitral, irradiado para linha axilar posterior, que fica mais intenso durante a realização da manobra de preensão manual (hand grip) e sopro holossistólico, suave, grau 2 (classificação de Levine) localizado no foco tricúspide, sem irradiação, intensificado com a manobra de Rivero Carvallo. Pulsos arteriais palpáveis e simétricos. Pulso carotídeo, endurecido, rítmico e alternante (pulsus alternans). Constatou-se turgência da veia jugular direita, com cabeceira do leito a 45º (chegando ao ângulo da mandíbula). Apresentava onda V gigante no pulso venoso jugular e refluxo hepatojugular anormal. Ausência de varizes e de sinais periféricos de trombose venosa profunda. Aparelho respiratório: murmúrio vesicular rude, com estertores inspiratórios, em ambas as bases pulmonares. Sibilos esparsos. Abdome: globoso. Presença de hepatomegalia dolorosa e ascite. Baço impalpável. Sem circulação colateral patológica. Ruídos hidroaéreos presentes. Extremidades: presença de importante edema de membros inferiores em bota, com sinal de Godet presente e perfusão periférica lentificada.
A partir do caso clínico acima e com base nos dados apresentados, julgue o item.
A manobra de preensão manual (hand grip) realizada durante a ausculta cardíaca dessa paciente causou intensificação do sopro sistólico, tipo honk, devido ao aumento fisiológico na pós-carga de trabalho do coração.
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É permitido ao empregador exigir dos atendentes de telemarketing a observância estrita do script ou roteiro de atendimento.
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Meia-vida é o tempo necessário para reduzir à metade a concentração sanguínea de determinada droga.
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Quanto menor o índice terapêutico de um medicamento, mais seguro será seu uso.
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Conforme legislação, os produtos extremamente tóxicos devem ser comercializados em embalagens com faixa de cor verde.
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Estudo liga uso de maconha a câncer de testículo
O
uso frequente ou em longo prazo de maconha pode dobrar a possibilidade
de um usuário desenvolver câncer de testículo, segundo estudo do Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos Estados Unidos da América.
O
estudo, publicado na revista especializada Cancer, entrevistou 369
pacientes com câncer de testículo e concluiu que o uso frequente dessa
droga estava associado com aumento da ocorrência da doença. Os
resultados sugerem ainda que o uso da maconha pode estar associado à
forma mais agressiva do câncer.
No estudo, foram entrevistados
369 homens com idade entre 18 e 44 anos diagnosticados com câncer de
testículo. Eles responderam perguntas acerca do hábito de fumar maconha,
e suas respostas foram comparadas às de cerca de mil homens,
aparentemente saudáveis.
Mesmo depois de ajustar os números
levando em consideração outros fatores, o uso da maconha permaneceu como
um claro fator de risco para o câncer de testículo.
Internet: < www.prontuariodenoticias.com.br>(com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
Baixo custo, possibilidade de avaliar vários fatores de risco simultaneamente e maior facilidade para avaliar eventos raros são algumas das principais vantagens de estudos do tipo do descrito no texto.
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