Foram encontradas 80 questões.
Observe as manchetes abaixo, encontradas no ambiente on-line.
• “Dez coisas que a maioria dos médicos não conta sobre dieta”
• “O segredo para ganhar na loteria!”
• “Ele fez R$ 10 mil reais em uma semana! Saiba também como conseguir!”
• “Pare tudo o que você está fazendo! Notícia urgente no time X de futebol!”
O recurso de utilizar títulos chamativos para gerar mais audiência no conteúdo, que costuma ser sensacionalista e enganoso, é chamado:
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Ao comparar a redação jornalística para os meios impressos e para a web, o professor João Canavilhas propõe a estruturação das matérias digitais em forma de pirâmide deitada, com quatro níveis de leitura.
Levando em conta as seis perguntas tradicionais do lead, as informações referentes ao “como?” e “por quê?” seriam fornecidas no(a):
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Sobre os formatos que integram o gênero opinativo no jornalismo, considere as definições a seguir.
1. Costuma ser elaborado por um especialista, que julga um acontecimento passível de controvérsia a partir de seu repertório.
2. É produzido por um jornalista experiente que analisa certa ocorrência – em geral, relacionada a algum assunto trabalhado, na mesma edição, por um formato informativo –, relacionando-a a fatos anteriores e fazendo projeções de possíveis desdobramentos.
3. Registra um posicionamento institucional do veículo e não é assinado.
As definições referem-se, respectivamente, aos seguintes formatos opinativos:
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A campanha comemorativa dos 70 anos da Volkswagen do Brasil, intitulada "VW Brasil 70: o novo veio de novo", atraiu queixas de consumidores no Conar – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – e forte repercussão na imprensa e redes sociais, com posições contrárias e favoráveis, ao se utilizar de recursos de inteligência artificial (IA) generativa híbrida para recriar a figura da cantora Elis Regina, já falecida, cantando a música "Como nossos pais" junto com sua filha, Maria Rita.
Em agosto de 2023, a decisão do órgão foi:
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Leia o texto a seguir. “A revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade (...) caracterizada pela globalização das atividades econômicas decisivas do ponto de vista estratégico; por sua forma de organização em redes; pela flexibilidade e instabilidade no emprego e a individualização da mão de obra. Por uma cultura de virtualidade real construída a partir de um sistema de mídia onipresente, interligado e altamente diversificado. E pela transformação das bases materiais da vida – o tempo e o espaço – mediante a criação de um espaço de fluxos e de um tempo intemporal como expressões das atividades e elites dominantes.” (CASTELLS, 2000)
A nova forma de sociedade a que se refere o texto acima é denominada pelo autor de:
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“Se o espetáculo, tomado sob o aspecto restrito dos ‘meios de comunicação de massa’, que são sua manifestação mais esmagadora, dá a impressão de invadir a sociedade como simples instrumentação, tal instrumentação nada tem de neutra: ela convém ao automovimento total da sociedade. Se as necessidades sociais da época na qual se desenvolvem essas técnicas só podem encontrar satisfação com sua mediação, se a administração dessa sociedade e qualquer contato entre os homens só se podem exercer por intermédio dessa força de comunicação instantânea, é porque essa ‘comunicação’ é essencialmente unilateral; sua concentração equivale a acumular nas mãos da administração do sistema os meios que lhe permitem prosseguir nessa precisa administração.” (DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997, p. 17)
A obra intitulada A sociedade do espetáculo, do escritor francês Guy Debord, aborda conceitos como ideologia, alienação, mediação sociocultural, dentre outros. Ao aceitarmos a premissa de que a espetacularização é uma estratégia de poder, o papel de agente cabe aos meios de comunicação de massa. De acordo com o exposto acima, o espetáculo na sociedade tem como desígnio:
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“Os jornalistas funcionam apoiados em algum tipo de método, altamente pessoal, para testar e fornecer a informação – sua própria disciplina individual de verificação. Essa disciplina consiste, entre outras práticas, em procurar várias testemunhas de um fato, descobrir novas fontes, indagar sobre os vários lados de uma questão.” (KOVACH, Bill e ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo. São Paulo: Geração Editorial, 2003, p. 112)
Um determinado jornal impresso resolveu produzir uma grande reportagem para a edição dominical. O tema abordado foi a preservação de fachadas de arquitetura barroca no Brasil. Dessa maneira, o repórter recorreu a fontes de informação do tipo oficial/direta, independente/indireta e oficiosa/adicional, compreendendo, respectivamente:
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- Conceitos FundamentaisTeorias da Comunicação e Estudos ComunicacionaisPrincipais Teorias e Autores
- Publicidade e Propaganda
Leia o texto a seguir.
“Novas sementes começaram a brotar no campo das mídias com o surgimento de equipamentos e dispositivos que possibilitaram o aparecimento de uma cultura do disponível e do transitório: fotocopiadoras, videocassetes e aparelhos para gravação de vídeos, equipamentos do tipo walkman e walkie-talkie, acompanhados de uma remarcável indústria de videoclips e videogames, juntamente com a expansiva indústria de filmes em vídeo para serem alugados nas videolocadoras, tudo isso culminando no surgimento da TV a cabo.” (SANTAELLA, 2003)
A era descrita acima é chamada pela autora de cultura:
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