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Foram encontradas 120 questões.

1787943 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

Com relação às doenças endócrinas, julgue os itens que se seguem.

Na tireoidite autoimune crônica (ou de Hashimoto), geralmente a glândula tireoide encontra-se difusamente aumentada de volume, firme e finamente nodular, e a dor tireoidiana geralmente não está presente e, no seu curso evolutivo, pode manifestar hipertireoidismo transitório e hipotireodismo.

 

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1787942 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

Com relação às doenças endócrinas, julgue os itens que se seguem.

Em um paciente com diagnóstico de doença de Graves, tabagista, que apresenta baqueteamento digital, edema dos dedos das mãos e dos pés, reação periosteal nas extremidades ósseas, com dermopatia e oftalmopatia tireoidiana, deve-se suspeitar de acropatia tireoidiana.

 

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1787941 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

Com relação às doenças endócrinas, julgue os itens que se seguem.

Considere o seguinte quadro clínico. Uma paciente de 58 anos de idade foi levada ao prontosocorro por apresentar alteração do nível de consciência e letargia. O acompanhante relatou que, há 2 dias, a paciente recebeu diagnóstico de infecção urinária, mas não iniciou o tratamento. Ela tem diagnóstico de hipotireoidismo e suspendeu a medicação para essa doença há 5 dias. Foram também constatadas hipotermia, hipotensão arterial, bradicardia, hiponatremia sérica e hipoventilação e ausência de sinais de localização neurológica. Nesse quadro, o coma mixedematoso deve ser considerado como principal hipótese diagnóstica, e o reinício do uso do hormônio tireoidiano somente deve ser feito após a dosagem de T3 sérico, pois, além de essa emergência médica ter baixa taxa de mortalidade, o uso de hormônio tireoidiano pode agravar o quadro neurológico, podendo com frequência associar-se ao quadro um estado de mal epilético.

 

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1787940 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e geralmente irreversível da função renal. A respeito das complicações associadas a essa nefropatia, julgue os itens seguintes.

Os distúrbios da coagulação (coagulopatia) observados em pacientes com IRC decorrem fundamentalmente da redução do fator de von Willebrand produzido pelas células justaglomerulares.

 

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1787939 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e geralmente irreversível da função renal. A respeito das complicações associadas a essa nefropatia, julgue os itens seguintes.

Pacientes com IRC apresentam alterações do metabolismo do cálcio, fósforo e ossos, que configuram a chamada doença óssea mineral da IRC, que inclui a osteíte fibrosa, a osteomalacia e a doença óssea adinâmica.

 

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1787938 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

A insuficiência renal crônica (IRC) é caracterizada pela perda lenta, progressiva e geralmente irreversível da função renal. A respeito das complicações associadas a essa nefropatia, julgue os itens seguintes.

Pacientes com IRC apresentam anemia que, na maioria dos casos, é do tipo normocrômica e normocítica e que, do ponto etiofisiopatogênico, é multicausal e decorre de fatores como: diminuição da produção de eritropoetina, redução da sobrevida dos eritrócitos, hemólise discreta e deficiência de ferro.

 

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1787937 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

Uma mulher de 68 anos de idade, com hábito tabágico de 35 maços-ano, relatou tosse matinal desde os 55 anos de idade. Decorridos 8 anos, passou a apresentar dispneia, ao apressar o passo, subir escadas e ladeiras, e chiadeira no peito. Esses sintomas apresentam períodos de três meses de piora ao longo do ano. Essa mulher buscou atendimento médico quando percebeu que não saía mais de casa e passou a necessitar de ajuda para tomar banho. No exame clínico, foram verificados sinais vitais normais, diminuição difusa do murmúrio vesicular, expiração prolongada e raros sibilos difusos durante expiração forçada no exame do aparelho respiratório. Exame cardiovascular do abdome e das extremidades não apresentou anormalidades. A radiografia de tórax mostrou retificação da cúpula diafragmática e aumento do espaço aéreo retroesternal na projeção lateral. Na espirometria, identificou-se capacidade vital forçada (CVF) a 60% do previsto, volume expiratório máximo no primeiro segundo (VEF1) a 30% do previsto e índice de Tiffeneau com valor de 50%, sem resposta ao uso do broncodilatador.

Considerando as informações apresentadas nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.

Como medida geral de prevenção, a paciente em questão deve ser anualmente vacinada com a vacina anti- Haemophilus influenzae, considerando o seu principal diagnóstico.

 

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1787936 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

Uma mulher de 68 anos de idade, com hábito tabágico de 35 maços-ano, relatou tosse matinal desde os 55 anos de idade. Decorridos 8 anos, passou a apresentar dispneia, ao apressar o passo, subir escadas e ladeiras, e chiadeira no peito. Esses sintomas apresentam períodos de três meses de piora ao longo do ano. Essa mulher buscou atendimento médico quando percebeu que não saía mais de casa e passou a necessitar de ajuda para tomar banho. No exame clínico, foram verificados sinais vitais normais, diminuição difusa do murmúrio vesicular, expiração prolongada e raros sibilos difusos durante expiração forçada no exame do aparelho respiratório. Exame cardiovascular do abdome e das extremidades não apresentou anormalidades. A radiografia de tórax mostrou retificação da cúpula diafragmática e aumento do espaço aéreo retroesternal na projeção lateral. Na espirometria, identificou-se capacidade vital forçada (CVF) a 60% do previsto, volume expiratório máximo no primeiro segundo (VEF1) a 30% do previsto e índice de Tiffeneau com valor de 50%, sem resposta ao uso do broncodilatador.

Considerando as informações apresentadas nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.

Nessa fase evolutiva da doença apresentada pela paciente, a reabilitação pulmonar não tem mais utilidade.

 

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1787935 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

Uma mulher de 68 anos de idade, com hábito tabágico de 35 maços-ano, relatou tosse matinal desde os 55 anos de idade. Decorridos 8 anos, passou a apresentar dispneia, ao apressar o passo, subir escadas e ladeiras, e chiadeira no peito. Esses sintomas apresentam períodos de três meses de piora ao longo do ano. Essa mulher buscou atendimento médico quando percebeu que não saía mais de casa e passou a necessitar de ajuda para tomar banho. No exame clínico, foram verificados sinais vitais normais, diminuição difusa do murmúrio vesicular, expiração prolongada e raros sibilos difusos durante expiração forçada no exame do aparelho respiratório. Exame cardiovascular do abdome e das extremidades não apresentou anormalidades. A radiografia de tórax mostrou retificação da cúpula diafragmática e aumento do espaço aéreo retroesternal na projeção lateral. Na espirometria, identificou-se capacidade vital forçada (CVF) a 60% do previsto, volume expiratório máximo no primeiro segundo (VEF1) a 30% do previsto e índice de Tiffeneau com valor de 50%, sem resposta ao uso do broncodilatador.

Considerando as informações apresentadas nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.

Os dados apresentados na situação clínica são insuficientes para possibilitar a classificação do estágio dessa doença.

 

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1787934 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Min. Saúde

Uma mulher de 68 anos de idade, com hábito tabágico de 35 maços-ano, relatou tosse matinal desde os 55 anos de idade. Decorridos 8 anos, passou a apresentar dispneia, ao apressar o passo, subir escadas e ladeiras, e chiadeira no peito. Esses sintomas apresentam períodos de três meses de piora ao longo do ano. Essa mulher buscou atendimento médico quando percebeu que não saía mais de casa e passou a necessitar de ajuda para tomar banho. No exame clínico, foram verificados sinais vitais normais, diminuição difusa do murmúrio vesicular, expiração prolongada e raros sibilos difusos durante expiração forçada no exame do aparelho respiratório. Exame cardiovascular do abdome e das extremidades não apresentou anormalidades. A radiografia de tórax mostrou retificação da cúpula diafragmática e aumento do espaço aéreo retroesternal na projeção lateral. Na espirometria, identificou-se capacidade vital forçada (CVF) a 60% do previsto, volume expiratório máximo no primeiro segundo (VEF1) a 30% do previsto e índice de Tiffeneau com valor de 50%, sem resposta ao uso do broncodilatador.

Considerando as informações apresentadas nesse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.

A radiografia de tórax tem alta sensibilidade para confirmar o principal diagnóstico nesse quadro.

 

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