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Foram encontradas 65 questões.

3587729 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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Assinale a única alternativa em que a palavra destacada tem seu processo de formação corretamente identificado.

 

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3587728 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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Por meio do emprego dos tempos e modos verbais, podemos alterar o sentido dos textos que produzimos. Por exemplo, na oração. "O Brasil perdeu 25 pessoas que atuavam na proteção ao ambiente em 2023. Um número horrível, mas mesmo assim menor do que as 27 pessoas que o país tinha perdido em 2022." O sentido só permanece exatamente o mesmo na opção

 

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3587727 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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A colocação pronominal é um dos assuntos em que mais a língua coloquial se diferencia da norma culta, pois suas regras, na linguagem coloquial são pouco observadas. Sabendo disso, assinale a única alternativa em que a colocação pronominal atende às regras da norma culta da língua portuguesa.

 

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3587726 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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Assinale a única alternativa em que o verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase.

 

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3587725 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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Assinale entre as alternativas abaixo a única em que todas as palavras estão escritas da forma correta.

 

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3587724 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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Assinale a opção correta no que se refere ao emprego da forma pronominal em substituição ao termo "seus cargos" na oração "Os candidatos eleitos assumirão seus cargos a partir de 1º de janeiro."

 

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3587723 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Proteger quem defende o ambiente

Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de
ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da
Justiça em conflitos fundiários e na punição de
criminosos, além de garantia dos direitos dos povos
indígenas

Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.

Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.

Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking. Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.

A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.

Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.

No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).

Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.

De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.

Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.

Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.

Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.

Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.

Sabe-se que as palavras em português podem ter significados diferentes dependendo do contexto em que são utilizadas. No segundo parágrafo de nosso texto, a palavra "nefasto" significa

 

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3587722 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Proteger quem defende o ambiente

Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de
ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da
Justiça em conflitos fundiários e na punição de
criminosos, além de garantia dos direitos dos povos
indígenas

Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.

Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.

Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking. Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.

A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.

Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.

No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).

Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.

De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.

Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.

Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.

Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.

Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.

Na oração "No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).", é correto afirmar que a vírgula

 

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3587721 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Proteger quem defende o ambiente

Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de
ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da
Justiça em conflitos fundiários e na punição de
criminosos, além de garantia dos direitos dos povos
indígenas

Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.

Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.

Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking. Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.

A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.

Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.

No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).

Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.

De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.

Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.

Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.

Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.

Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.

O primeiro parágrafo do texto analisado diz que "Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país." A afirmação permanece com o mesmo sentido, e a mesma adequação em termos de estrutura apenas na opção:

 

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3587720 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PB Saúde
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Proteger quem defende o ambiente

Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de
ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da
Justiça em conflitos fundiários e na punição de
criminosos, além de garantia dos direitos dos povos
indígenas

Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.

Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.

Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking. Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.

A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.

Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.

No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).

Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.

De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.

Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.

Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.

Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.

Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.

No período "Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.”, o trecho destacado exerce a função sintática de

 

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