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402304 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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enunciado 402304-1
Michel Foucault. Ilegalidade e delinquência. In: Michel Foucault. Vigiar e punir:
nascimento da prisão.
33.a ed. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 221-2 (com adaptações).


O item seguinte apresenta proposta de reescritura de trechos do texto acima. Julgue-o quanto à correção gramatical e à manutenção do sentido original do texto.
“A prisão (...) fabricar delinquentes” (l.2-3): Não é permitido que a prisão deixe de forjar delinquentes
 

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402302 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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enunciado 402302-1
DF registra 316 ocorrências de sequestro-relâmpago nos primeiros oito mesesdeste ano.
R7, 6/9/2013. Internet: <http://noticias.r7.com> (com adaptações).



Julgue o próximo item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto acima.
O texto, predominantemente informativo, refuta a ideia de que os alvos preferenciais dos autores de sequestros-relâmpago seriam do sexo feminino.
 

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402300 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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Pavio do destino
Sérgio Sampaio

01 O bandido e o mocinho
São os dois do mesmo ninho
Correm nos estreitos trilhos
04 Lá no morro dos aflitos
Na Favela do Esqueleto
São filhos do primo pobre
07 A parcela do silêncio
Que encobre todos os gritos
E vão caminhando juntos
10 O mocinho e o bandido
De revólver de brinquedo
Porque ainda são meninos

13 Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade
E já não são como antes
16 Depois que uma autoridade
Inventou-lhes um flagrante
Quanto mais escapa o tempo
19 Dos falsos educandários
Mais a dor é o documento
Que os agride e os separa
22 Não são mais dois inocentes
Não se falam cara a cara
Quem pode escapar ileso
25 Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo
28 E surpresa não tem dia
Pode ser que haja no mundo
Outra maior ironia
31 O bandido veste a farda
Da suprema segurança
O mocinho agora amarga
34 Um bando, uma quadrilha
São os dois da mesma safra
Os dois são da mesma ilha
37 Dois meninos pelo avesso
Dois perdidos Valentinos
Quem viu o pavio aceso do destino?

A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte.

O termo “ileso” (v.24) está empregado como sinônimo de incólume.
 

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402299 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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enunciado 402299-1
DF registra 316 ocorrências de sequestro-relâmpago nos primeiros oito mesesdeste ano.
R7, 6/9/2013. Internet: <http://noticias.r7.com> (com adaptações).



Julgue o próximo item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto acima.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam preservados caso a vírgula imediatamente após o termo “quais” (l.25) fosse substituída pelo sinal de dois-pontos.
 

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402298 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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Pavio do destino
Sérgio Sampaio

01 O bandido e o mocinho
São os dois do mesmo ninho
Correm nos estreitos trilhos
04 Lá no morro dos aflitos
Na Favela do Esqueleto
São filhos do primo pobre
07 A parcela do silêncio
Que encobre todos os gritos
E vão caminhando juntos
10 O mocinho e o bandido
De revólver de brinquedo
Porque ainda são meninos

13 Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade
E já não são como antes
16 Depois que uma autoridade
Inventou-lhes um flagrante
Quanto mais escapa o tempo
19 Dos falsos educandários
Mais a dor é o documento
Que os agride e os separa
22 Não são mais dois inocentes
Não se falam cara a cara
Quem pode escapar ileso
25 Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo
28 E surpresa não tem dia
Pode ser que haja no mundo
Outra maior ironia
31 O bandido veste a farda
Da suprema segurança
O mocinho agora amarga
34 Um bando, uma quadrilha
São os dois da mesma safra
Os dois são da mesma ilha
37 Dois meninos pelo avesso
Dois perdidos Valentinos
Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

Nos versos 25 e 26, os termos “Do medo”, “do desatino” e “do destino” exercem a mesma função sintática.
 

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402297 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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Pavio do destino
Sérgio Sampaio

01 O bandido e o mocinho
São os dois do mesmo ninho
Correm nos estreitos trilhos
04 Lá no morro dos aflitos
Na Favela do Esqueleto
São filhos do primo pobre
07 A parcela do silêncio
Que encobre todos os gritos
E vão caminhando juntos
10 O mocinho e o bandido
De revólver de brinquedo
Porque ainda são meninos

13 Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade
E já não são como antes
16 Depois que uma autoridade
Inventou-lhes um flagrante
Quanto mais escapa o tempo
19 Dos falsos educandários
Mais a dor é o documento
Que os agride e os separa
22 Não são mais dois inocentes
Não se falam cara a cara
Quem pode escapar ileso
25 Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo
28 E surpresa não tem dia
Pode ser que haja no mundo
Outra maior ironia
31 O bandido veste a farda
Da suprema segurança
O mocinho agora amarga
34 Um bando, uma quadrilha
São os dois da mesma safra
Os dois são da mesma ilha
37 Dois meninos pelo avesso
Dois perdidos Valentinos
Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O sentido original do texto seria alterado, mas a sua correção gramatical seria preservada caso o trecho “Pode ser que haja no mundo / Outra maior ironia” (v.29-30) fosse assim reescrito no plural: Podem ser que hajam no mundo / Outras maiores ironias.
 

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402296 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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Pavio do destino
Sérgio Sampaio

01 O bandido e o mocinho
São os dois do mesmo ninho
Correm nos estreitos trilhos
04 Lá no morro dos aflitos
Na Favela do Esqueleto
São filhos do primo pobre
07 A parcela do silêncio
Que encobre todos os gritos
E vão caminhando juntos
10 O mocinho e o bandido
De revólver de brinquedo
Porque ainda são meninos

13 Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade
E já não são como antes
16 Depois que uma autoridade
Inventou-lhes um flagrante
Quanto mais escapa o tempo
19 Dos falsos educandários
Mais a dor é o documento
Que os agride e os separa
22 Não são mais dois inocentes
Não se falam cara a cara
Quem pode escapar ileso
25 Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo
28 E surpresa não tem dia
Pode ser que haja no mundo
Outra maior ironia
31 O bandido veste a farda
Da suprema segurança
O mocinho agora amarga
34 Um bando, uma quadrilha
São os dois da mesma safra
Os dois são da mesma ilha
37 Dois meninos pelo avesso
Dois perdidos Valentinos
Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O sujeito da forma verbal “viu”, nos versos 13, 26 e 39, é indeterminado, pois não se revela, no texto, quem pratica a ação de ver.
 

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402295 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
Provas:
enunciado 402295-1
DF registra 316 ocorrências de sequestro-relâmpago nos primeiros oito mesesdeste ano.
R7, 6/9/2013. Internet: <http://noticias.r7.com> (com adaptações).



Julgue o próximo item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto acima.
A correção gramatical e o sentido da oração “Em agosto deste ano, foram registrados 39 casos de sequestro-relâmpago em todo o DF” (l.8-9) seriam preservados caso se substituísse a locução verbal “foram registrados” por registrou-se.
 

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402291 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF
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Pavio do destino
Sérgio Sampaio

01 O bandido e o mocinho
São os dois do mesmo ninho
Correm nos estreitos trilhos
04 Lá no morro dos aflitos
Na Favela do Esqueleto
São filhos do primo pobre
07 A parcela do silêncio
Que encobre todos os gritos
E vão caminhando juntos
10 O mocinho e o bandido
De revólver de brinquedo
Porque ainda são meninos

13 Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade
E já não são como antes
16 Depois que uma autoridade
Inventou-lhes um flagrante
Quanto mais escapa o tempo
19 Dos falsos educandários
Mais a dor é o documento
Que os agride e os separa
22 Não são mais dois inocentes
Não se falam cara a cara
Quem pode escapar ileso
25 Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo
28 E surpresa não tem dia
Pode ser que haja no mundo
Outra maior ironia
31 O bandido veste a farda
Da suprema segurança
O mocinho agora amarga
34 Um bando, uma quadrilha
São os dois da mesma safra
Os dois são da mesma ilha
37 Dois meninos pelo avesso
Dois perdidos Valentinos
Quem viu o pavio aceso do destino?

A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte.

O texto, pertencente a um gênero poético, faz um relato biográfico sobre duas crianças em uma localidade periférica, contrastando a inocência e o ludismo da infância com a aspereza e a ironia do destino na vida adulta.
 

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Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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Pavio do destino
Sérgio Sampaio

01 O bandido e o mocinho
São os dois do mesmo ninho
Correm nos estreitos trilhos
04 Lá no morro dos aflitos
Na Favela do Esqueleto
São filhos do primo pobre
07 A parcela do silêncio
Que encobre todos os gritos
E vão caminhando juntos
10 O mocinho e o bandido
De revólver de brinquedo
Porque ainda são meninos

13 Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade
E já não são como antes
16 Depois que uma autoridade
Inventou-lhes um flagrante
Quanto mais escapa o tempo
19 Dos falsos educandários
Mais a dor é o documento
Que os agride e os separa
22 Não são mais dois inocentes
Não se falam cara a cara
Quem pode escapar ileso
25 Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo
28 E surpresa não tem dia
Pode ser que haja no mundo
Outra maior ironia
31 O bandido veste a farda
Da suprema segurança
O mocinho agora amarga
34 Um bando, uma quadrilha
São os dois da mesma safra
Os dois são da mesma ilha
37 Dois meninos pelo avesso
Dois perdidos Valentinos
Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O termo “amarga” (v.33) corresponde a uma característica que, no texto, qualifica “quadrilha” (v.34).
 

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