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Um eixo é formado por dois cilindros com diâmetros de 200 mm e 400 mm como indicado na figura a seguir. Dimensões em mm.

Os cilindros são formados por material com módulo de elasticidade longitudinal igual a 132 GPa e coeficiente de Poisson de 0,30.
Admitindo π = 3,0 e sabendo que o torque T imposto é de 3,0 MNmm, a rotação na extremidade de aplicação da carga é de:
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Um elemento estrutural encontra-se submetido a um estado plano de tensões com as deformações normais !$ \sigma_x !$ e !$ \sigma_y !$ e iguais, respectivamente, a 60 MPa e 120 MPa, além de deformação cisalhante !$ \gamma_{xy} !$ de 40 MPa.
Nesse elemento, a primeira e a segunda tensões principais valem, respectivamente:
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Uma barra de aço encontra-se engastada em suas extremidades e a temperatura é de 20 °C. A temperatura é, então, aumentada para 100 °C.
Admitindo que o coeficiente de dilatação linear do aço é igual a 1,0 x 10-5 / °C e que o módulo de elasticidade do material vale 200 GPa, a tensão normal a uma seção inclinada de 30° em relação ao eixo da viga vale:
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Um trocador de calor é formado por dois dutos concêntricos e tem configuração contracorrente. Nesse trocador, um fluido A é utilizado para resfriar um fluido B. Algumas propriedades térmicas desses fluidos são apresentadas na tabela a seguir.
Sabe-se que a vazão mássica do fluido A é de 0,4 kg/s, enquanto a vazão do fluido B através da região anular do trocador é de 0,1 kg/s. Além disso, o fluido B entra a 90 °C e sai a 60 °C, enquanto o fluido A entra a 20 °C.
| Fluido | Condutividade térmica (W/mK) | Calor |
| A | 0,60 | 4000 |
| B | 0,15 | 2000 |
Desse modo, a temperatura de saída do fluido A é de:
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A distribuição de temperatura ao longo da espessura h de uma chapa grossa exposta a uma fonte de geração de calor uniforme ao longo de uma das suas superfícies é dada pela expressão:
!$ T(x) = 5^{ \circ} C + 10^{ \circ} C. exp !$ !$ { \begin{bmatrix} { \begin{pmatrix} { \large x \over h}^2 \end{pmatrix}} \end{bmatrix}} !$ , !$ 0 \le x \le h !$.
Dados: exp(1) = 2,7; exp(2)=7,4; exp(3) = 20,1.
A chapa possui espessura de 100 mm e área total exposta à fonte de 1 m2.
Sabendo-se que o coeficiente de condutividade térmica do material da chapa é de 30 W/mK, a taxa de transferência de calor que deixa a chapa é de:
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Um engenheiro deseja obter uma expressão para a resistência por unidade de área R oferecida pela superfície da parede de uma tubulação à passagem de um fluido. Para tanto, escolhe como grandezas fundamentais a massa específica do fluido (ρ), a velocidade relativa entre o fluido e a parede da tubulação (v) e o diâmetro da tubulação (D).
Baseando-se no teorema de Buckingham, a forma adimensional para a resistência R pode ser expressa por:
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Uma tubulação vertical com 200 mm de diâmetro apresenta um pequeno trecho com diâmetro reduzido para 100 mm. No centro desse trecho, a pressão medida é de 2000 kgf/m2, enquanto, em um ponto 4 m acima desse, a pressão é de 10000 kgf/m2. Além disso, admitem-se as aproximações apresentadas a seguir.
π = 3,0
g (aceleração da gravidade) = 10 m/s2
Desse modo, a vazão nessa tubulação é de:
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Um gás monoatômico ideal passa por um processo isobárico a 100 N/m2 e sofre uma redução de volume de 0,20 m3.
A variação da energia interna nesse processo é de:
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A Polícia Civil do Estado Alfa recebeu notitia criminis informando que João estava executando obra e construindo estabelecimento potencialmente poluidor, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes. Ao chegar no local dos fatos, os peritos criminais foram recebidos por João, que lhes franqueou a entrada em seu terreno, ainda sem qualquer construção, e lhes exibiu uma licença ambiental emitida pelo órgão competente. Sabe-se que a licença apresentada por João foi concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade, aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação.
De acordo com a Resolução do Conama nº 237/1997, a licença apresentada por João consiste em um(a):
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O aterro sanitário é um dos componentes usuais de um sistema de limpeza pública. A NBR 13896/1997 define os critérios para projeto, implantação e operação de aterros de resíduos não perigosos. Observe a seguir os parâmetros do terreno dos locais disponíveis para construção do aterro.
| Parâmetro | Local | I | II | III | IV |
| Declividade | 5% | 10% | 20% | 40% | |
| Coeficiente de permeabilidade | 10-5 | 10-7 | 2x10-6 | 10-4 | |
| Espessura da zona saturada | 5 m | 4 m | 3 m | 6 m | |
| Distância a coleção hídrica | 400 m | 500 m | 1.000 m | 800 m | |
Atendem aos critérios de localização de aterros de resíduos não perigosos somente:
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