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A parte da área de superposição entre dois fotogramas consecutivos, limitada pelas duas perpendiculares à linha de vôo que passam pelos pontos principais de cada fotograma, e tendo por comprimento um valor igual ao dobro do componente de base bx, denomina-se:
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A transformação de coordenadas entre os espaços imagem (x,y,z) e objeto (X,Y,Z) é realizada, na aerotriangulação, por intermédio da matriz de rotação M. Convencionalmente, M transforma as coordenadas do espaço-objeto para o espaço- imagem, sendo definida pela equação matricial abaixo.
!$ M= \begin{bmatrix}\cos xX & \cos xY & \cos xZ \\ \cos yX & \cos yY & \cos yZ\\ \cos zX & \cos zY & \cos zZ \end{bmatrix} !$

Assim, considerando-se, quando for o caso, o paralelismo entre os eixos dos sistemas mostrados na figura acima, a matriz M correspondente à transformação entre esses sistemas é dada por:
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Os aplicativos para execução da aerotriangulação, disponíveis nas estações fotogramétricas digitais, geralmente utilizam o algoritmo de ajustamento de blocos pelo método dos feixes perspectivos. Neste caso, para ajustar um bloco de fotogramas aéreos verticais, o algoritmo em questão requer aproximações iniciais para as seguintes incógnitas:
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Uma única imagem aérea obtida por uma câmara cujo formato é de 230mm x 230mm, em escala nominal de vôo de 1:10.000, cobre que área de terreno, em hectares (1 ha = 10.000m2)?
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Na revisão da restituição fotogramétrica de uma folha de carta topográfica, duas áreas adjacentes, cujo trabalho de campo tenha sido feito por diferentes técnicos, podem dar origem a discrepâncias, particularmente quanto à passagem dos pormenores ou detalhes. Essas discrepâncias são detectadas tipicamente nas ligações entre:
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Uma região a ser mapeada será fotografada por uma aeronave equipada com uma câmara fotogramétrica aérea, cuja distância focal calibrada é de 150,0mm. A escala nominal do levantamento aerofotogramétrico deve ser de 1:20.000. Sabe-se que o plano médio da região a ser fotografada possui 150m de altitude. Nessas condições, conclui-se que a altitude de vôo da aeronave apresentará, em metros, o valor:
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O azimute magnético AzXY de um ponto X para um ponto Y, medidos num dia D, é 40º.
Os pontos X e Y encontram-se representados em uma carta C.
A declinação magnética !$ δ_0 !$ do local, na época da carta, é 17’, a leste.
A variação anual da declinação magnética local !$ \Delta δ_0 !$ é +2’. O tempo, em anos, entre a data da carta e a determinação (dia D) é t = 2,5.
Qual é o azimute verdadeiro do ponto X para o ponto Y, no dia D?
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Ao ângulo !$ δ !$, formado pelas projeções dos meridianos verdadeiro e magnético no plano do horizonte, dá-se o nome de declinação magnética. Sobre o assunto, considere as seguintes afirmações:
I - a bússola não aponta para o norte verdadeiro, e sim para o norte magnético;
II - a linha formada por pontos que apresentam declinação magnética nula denomina-se linha isopórica;
III - ao lugar geométrico dos pontos de uma região e em determinada época, que apresentam a mesma declinação magnética, dá-se o nome de linha isogônica;
IV - ao lugar geométrico dos pontos de uma região e em determinada época, que apresentam a mesma variação anual da declinação magnética, dá-se o nome de linha agônica.
Está(ão) correta(as) a(s) afirmação(ões):
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Um observador, ao medir no campo o azimute do ponto P para o ponto Q, utilizando uma bússola, encontra o valor de AzPQ = 29º 35’.
Este mesmo observador realiza uma nova medição e determina o azimute magnético do ponto Q para o ponto T, obtendo AzQT= 110º 30’.
Qual o ângulo PQT entre os alinhamentos QP e QT?
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Quando, em uma projeção conforme, os meridianos são representados por retas paralelas, estão sendo introduzidas deformações que se acentuam à medida que eles se aproximam dos pólos.
PORQUE
Quando os meridianos são representados por retas paralelas, a convergência dos meridianos é negligenciada. Analisando estas afirmações, é correto concluir que:
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