Foram encontradas 3.569 questões.
Ao negociar a compra de certa mercadoria com um fornecedor, um comerciante lhe disse: “Se você me der R$1,00 de desconto em cada peça, poderei comprar 60 peças com a mesma quantia que eu gastaria para comprar 50.” Se o fornecedor der o desconto pedido, o comerciante pagará, em reais, por peça:
Provas
Um restaurante oferece cinco ingredientes para que o cliente escolha no mínimo 2 e no máximo 4 para serem acrescentados à salada verde. Seguindo esse critério, de quantos modos um cliente pode escolher os ingredientes que serão acrescentados em sua salada?
Provas

Na figura acima, os triângulos ASD, ARB, CQB e DPC são congruentes. Os pontos P, Q, R e S são pontos médios dos segmentos DS, PC, QB e RA, respectivamente. Se PQRS é um quadrado cujos lados medem 2cm, a medida do segmento AB, em cm, é igual a:
Provas
Para comprar um sanduíche, um refresco e um sorvete, gastei R$9,00. Se eu comprasse um refresco, três sorvetes e um sanduíche, gastaria R$15,00. Com a quantia necessária para comprar um sanduíche e um refresco, quantos sorvetes posso comprar?
Provas
No Campeonato Brasileiro de Futebol, cada vitória vale três pontos e cada empate, um ponto. Um time jogou algumas partidas e, sem sofrer qualquer derrota, marcou 23 pontos. Se o número de vitórias foi o maior possível, quantas partidas esse time jogou?
Provas
Desde 1975 acreditava-se que o Monte Everest, ponto mais alto do mundo, tinha 8.848,13 m de altura. Mas um novo estudo, realizado pelo Escritório Estatal de Pesquisa e Mapeamento da China, com auxílio de satélites e altímetros de última geração, constatou que a altura do Monte Everest é, na verdade, 8.844,43 m. A diferença, em metros, entre as duas medidas é de:
Provas
João retirou uma carta de um baralho comum (52 cartas, 13 de cada naipe) e pediu a José que adivinhasse qual era. Para ajudar o amigo, João falou: “A carta sorteada não é preta, e nela não está escrito um número par.” Se José considerar a dica de João, a probabilidade de que ele acerte qual foi a carta sorteada, no primeiro palpite, será de:
Provas

Disponível em: http://www.oglobo.com.br/petroleo 8 out. 2005
O gráfico acima apresenta as vendas de óleo diesel pelas distribuidoras brasileiras, em milhares de metros cúbicos, nos anos de 2001 a 2003. Se o aumento linear observado de 2001 para 2002 fosse mantido de 2002 para 2003, as vendas em 2003 teriam sido x milhares de m3 maiores do que realmente foram. Desse modo, o valor de x seria:
Provas
Poluição na floresta
Na semana passada, o ar da capital do Acre, em plena Amazônia, estava mais poluído que o da cidade de São Paulo. O fenômeno, que se repete nos meses de agosto e setembro, é uma espécie de maldição geográfica combinada à irresponsabilidade ambiental. Localizado em uma confluência de correntes de vento que passam sobre o Pará, Mato Grosso e Rondônia, o Acre recebe boa parte da fumaça gerada pelas queimadas nos três estados, os líderes do ranking dos incêndios florestais. Para piorar, tem um relevo que amplia o problema. A barreira das correntes de vento representada pela Cordilheira dos Andes faz as nuvens de fumaça pararem sobre o Acre. Com a tendência de aumento das queimadas na região, sabe-se que a situação se tornará cada vez mais grave. Neste ano, a questão ganhou dimensão ainda mais dramática porque o estado vive uma das piores secas de sua história. Os níveis de umidade do ar — num lugar cercado de floresta úmida — chegam a rivalizar com os de Brasília, uma das cidades com o ar mais seco do país.
O ar seco e a falta de chuvas deixam a vegetação mais vulnerável ao fogo. O resultado é que os primeiros focos de queimada na região começam a aparecer pelo menos um mês antes do esperado. “O próprio Acre está produzindo muito da fumaça que o sufoca”, explica o agrônomo Evandro Orfanó Figueiredo, da Embrapa. Segundo o cientista, cada hectare de mata consumido pelo fogo lança na atmosfera cerca de 115 toneladas de carbono. Isso é o mesmo que dizer que o peso das árvores é dissolvido e diluído no ar. Só em agosto, o número de focos de incêndio no estado foi cinco vezes maior que o registrado ao longo de todo o ano de 2004. O físico Saulo de Freitas, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos climáticos do INPE, explica que a fumaça é apenas a parte visível do problema. No Hospital de Base de Rio Branco, mais de 30% dos atendimentos médicos registrados em agosto foram de crianças e idosos com problemas respiratórios provocados pelo ar contaminado.
Revista Veja, 31 ago. 2005
Indique a opção em que o verbo haver está empregado de modo INCORRETO.
Provas
Poluição na floresta
Na semana passada, o ar da capital do Acre, em plena Amazônia, estava mais poluído que o da cidade de São Paulo. O fenômeno, que se repete nos meses de agosto e setembro, é uma espécie de maldição geográfica combinada à irresponsabilidade ambiental. Localizado em uma confluência de correntes de vento que passam sobre o Pará, Mato Grosso e Rondônia, o Acre recebe boa parte da fumaça gerada pelas queimadas nos três estados, os líderes do ranking dos incêndios florestais. Para piorar, tem um relevo que amplia o problema. A barreira das correntes de vento representada pela Cordilheira dos Andes faz as nuvens de fumaça pararem sobre o Acre. Com a tendência de aumento das queimadas na região, sabe-se que a situação se tornará cada vez mais grave. Neste ano, a questão ganhou dimensão ainda mais dramática porque o estado vive uma das piores secas de sua história. Os níveis de umidade do ar — num lugar cercado de floresta úmida — chegam a rivalizar com os de Brasília, uma das cidades com o ar mais seco do país.
O ar seco e a falta de chuvas deixam a vegetação mais vulnerável ao fogo. O resultado é que os primeiros focos de queimada na região começam a aparecer pelo menos um mês antes do esperado. “O próprio Acre está produzindo muito da fumaça que o sufoca”, explica o agrônomo Evandro Orfanó Figueiredo, da Embrapa. Segundo o cientista, cada hectare de mata consumido pelo fogo lança na atmosfera cerca de 115 toneladas de carbono. Isso é o mesmo que dizer que o peso das árvores é dissolvido e diluído no ar. Só em agosto, o número de focos de incêndio no estado foi cinco vezes maior que o registrado ao longo de todo o ano de 2004. O físico Saulo de Freitas, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos climáticos do INPE, explica que a fumaça é apenas a parte visível do problema. No Hospital de Base de Rio Branco, mais de 30% dos atendimentos médicos registrados em agosto foram de crianças e idosos com problemas respiratórios provocados pelo ar contaminado.
Revista Veja, 31 ago. 2005
A expressão que, no texto, substitui, de acordo com a norma culta, o adjetivo destacado em “irresponsabilidade ambiental” é:
Provas
Caderno Container