Foram encontradas 2.308 questões.
Procura-se uma alma de criança
Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...
Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .
Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.
Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.
Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.
Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .
Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!
ACHE LOGO SUA CRIANÇA
Maria Eugênia. Disponível em www.contandohistorias.com.br/historias
Quais características infantis as passagens “Exultava quando ganhava brinquedos novos,”, “dando vida a latinhas, barbantes,” e “Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe...” evidenciam, respectivamente?
Provas
Procura-se uma alma de criança
Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...
Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .
Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.
Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.
Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.
Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .
Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!
ACHE LOGO SUA CRIANÇA
Maria Eugênia. Disponível em www.contandohistorias.com.br/historias
Segundo o texto, é IMPROCEDENTE afirmar que essa “alma de criança”
Provas


Provas
A HORA DA VERDADE
Conta a lenda que 3 habitantes de Sapocity discutiam o que tinha mais valor para vencer. Reuniram três sapos que representariam diferentes categorias: [A] a força dos 20 anos, a visão estratégica dos 50 e a sabedoria dos 70.
Para acabar com a discussão decidiram por uma série de provas, e a primeira prova seria o salto sobre o poço gigante. Era um salto quase impossível. Suspense e tensão.
A cidade inteira veio assistir à competição [B] e torcer pelos seus representantes. Na largada, os três saíram juntos e na hora do grande salto eles se embolaram no ar e caíram dentro do poço. Era muito fundo.
Os outros sapos vieram para a beirada do poço e, desesperados, choravam a perda de seus heróis. [C] Era impossível sair daquela profundidade.
Os três sapos pulavam com todas as suas forças, mas estavam longe de conseguir sair do poço. Do beiral, os amigos gritavam: desistam, não adianta, é impossível...e choravam.
O sapo de 20 anos, desanimado pela certeza do fracasso, deixou-se afundar e morreu afogado.
O de 50 pensou: isso é a fraqueza da juventude, eles não têm experiência [D] e não sabem lidar com críticas. Depois de muitas tentativas e já ferido pelos choques com as paredes pedregosas, chegou à conclusão de que realmente não havia como sair dali e desistiu. Deixou-se afogar como o de 20 anos. E, enquanto isso, o de 70, impressionado com a escolha dos seus concorrentes, tentava pular para a liberdade.
O grupo do lado de fora já não estava mais com pena do velho sapo. Eles pareciam com raiva e gritavam: “Quem você pensa que é? Os outros muito mais fortes do que você não conseguiram, desista e morra logo, seu sapo velho”. E todos começaram a gritar juntos: “De-sis-te! De-sis-te!”
E quanto mais eles gritavam mais o sapo velho pulava e os gritos aumentavam: “De-sis-te! De-sis-te!”
Mas para surpresa de todos, num salto quase milagroso, o sapo velho conseguiu sair do poço. Todos ficaram em silêncio. E o sapo velho falou:
“Eu não tenho como agradecer o apoio de vocês; sem ele eu não teria conseguido. Não reparem, eu sou surdo e não ouvi as lindas palavras [E] de apoio, mas vi o rosto de vocês e pude ler as palavras em suas bocas. Eu acho que eram: In-sis-te! In-sis-te!
AYLMER, Roberto. Escolhas. RJ: Proclama Editora. 2001.
A substituição do complemento verbal pelo pronome pessoal correspondente, segundo o padrão culto e formal da língua, está INCORRETA em
Provas


Provas
A HORA DA VERDADE
Conta a lenda que 3 habitantes de Sapocity discutiam o que tinha mais valor para vencer. Reuniram três sapos que representariam diferentes categorias: a força dos 20 anos, a visão estratégica dos 50 e a sabedoria dos 70.
Para acabar com a discussão decidiram por uma série de provas, e a primeira prova seria o salto sobre o poço gigante. Era um salto quase impossível. Suspense e tensão.
A cidade inteira veio assistir à competição e torcer pelos seus representantes. Na largada, os três saíram juntos e na hora do grande salto eles se embolaram no ar e caíram dentro do poço. Era muito fundo.
Os outros sapos vieram para a beirada do poço e, desesperados, choravam a perda de seus heróis. Era impossível sair daquela profundidade.
Os três sapos pulavam com todas as suas forças, mas estavam longe de conseguir sair do poço. Do beiral, os amigos gritavam: desistam, não adianta, é impossível...e choravam.
O sapo de 20 anos, desanimado pela certeza do fracasso, deixou-se afundar e morreu afogado.
O de 50 pensou: isso é a fraqueza da juventude, eles não têm experiência e não sabem lidar com críticas. Depois de muitas tentativas e já ferido pelos choques com as paredes pedregosas, chegou à conclusão de que realmente não havia como sair dali e desistiu. Deixou-se afogar como o de 20 anos. E, enquanto isso, o de 70, impressionado com a escolha dos seus concorrentes, tentava pular para a liberdade.
O grupo do lado de fora já não estava mais com pena do velho sapo. Eles pareciam com raiva e gritavam: “Quem você pensa que é? Os outros muito mais fortes do que você não conseguiram, desista e morra logo, seu sapo velho”. E todos começaram a gritar juntos: “De-sis-te! De-sis-te!”
E quanto mais eles gritavam mais o sapo velho pulava e os gritos aumentavam: “De-sis-te! De-sis-te!”
Mas para surpresa de todos, num salto quase milagroso, o sapo velho conseguiu sair do poço. Todos ficaram em silêncio. E o sapo velho falou:
“Eu não tenho como agradecer o apoio de vocês; sem ele eu não teria conseguido. Não reparem, eu sou surdo e não ouvi as lindas palavras de apoio, mas vi o rosto de vocês e pude ler as palavras em suas bocas. Eu acho que eram: In-sis-te! In-sis-te!
AYLMER, Roberto. Escolhas. RJ: Proclama Editora. 2001.
“Para acabar com a discussão...”
“...vieram para a beirada do poço...”
A preposição “para”, nas passagens acima, respectivamente, denota
Provas
Assinale a opção em que as palavras são grafadas, respectivamente, com ss e s como em “discussão” e “tensão”.
Provas


Provas
A HORA DA VERDADE
Conta a lenda que 3 habitantes de Sapocity discutiam o que tinha mais valor para vencer. Reuniram três sapos que representariam diferentes categorias: a força dos 20 anos, a visão estratégica dos 50 e a sabedoria dos 70.
Para acabar com a discussão decidiram por uma série de provas, e a primeira prova seria o salto sobre o poço gigante. Era um salto quase impossível. Suspense e tensão.
A cidade inteira veio assistir à competição e torcer pelos seus representantes. Na largada, os três saíram juntos e na hora do grande salto eles se embolaram no ar e caíram dentro do poço. Era muito fundo.
Os outros sapos vieram para a beirada do poço e, desesperados, choravam a perda de seus heróis. Era impossível sair daquela profundidade.
Os três sapos pulavam com todas as suas forças, mas estavam longe de conseguir sair do poço. Do beiral, os amigos gritavam: desistam, não adianta, é impossível...e choravam.
O sapo de 20 anos, desanimado pela certeza do fracasso, deixou-se afundar e morreu afogado.
O de 50 pensou: isso é a fraqueza da juventude, eles não têm experiência e não sabem lidar com críticas. Depois de muitas tentativas e já ferido pelos choques com as paredes pedregosas, chegou à conclusão de que realmente não havia como sair dali e desistiu. Deixou-se afogar como o de 20 anos. E, enquanto isso, o de 70, impressionado com a escolha dos seus concorrentes, tentava pular para a liberdade.
O grupo do lado de fora já não estava mais com pena do velho sapo. Eles pareciam com raiva e gritavam: “Quem você pensa que é? Os outros muito mais fortes do que você não conseguiram, desista e morra logo, seu sapo velho”. E todos começaram a gritar juntos: “De-sis-te! De-sis-te!”
E quanto mais eles gritavam mais o sapo velho pulava e os gritos aumentavam: “De-sis-te! De-sis-te!”
Mas para surpresa de todos, num salto quase milagroso, o sapo velho conseguiu sair do poço. Todos ficaram em silêncio. E o sapo velho falou:
“Eu não tenho como agradecer o apoio de vocês; sem ele eu não teria conseguido. Não reparem, eu sou surdo e não ouvi as lindas palavras de apoio, mas vi o rosto de vocês e pude ler as palavras em suas bocas. Eu acho que eram: In-sis-te! In-sis-te!
AYLMER, Roberto. Escolhas. RJ: Proclama Editora. 2001.
“Era um salto quase impossível. Suspense e tensão.” Das palavras a seguir, a que está FORA do contexto do trecho acima é
Provas
A HORA DA VERDADE
Conta a lenda que 3 habitantes de Sapocity discutiam o que tinha mais valor para vencer. Reuniram três sapos que representariam diferentes categorias: a força dos 20 anos, a visão estratégica dos 50 e a sabedoria dos 70.
Para acabar com a discussão decidiram por uma série de provas, e a primeira prova seria o salto sobre o poço gigante. Era um salto quase impossível. Suspense e tensão.
A cidade inteira veio assistir à competição e torcer pelos seus representantes. Na largada, os três saíram juntos e na hora do grande salto eles se embolaram no ar e caíram dentro do poço. Era muito fundo.
Os outros sapos vieram para a beirada do poço e, desesperados, choravam a perda de seus heróis. Era impossível sair daquela profundidade.
Os três sapos pulavam com todas as suas forças, mas estavam longe de conseguir sair do poço. Do beiral, os amigos gritavam: desistam, não adianta, é impossível [A]...e choravam.
O sapo de 20 anos, desanimado pela certeza do fracasso, deixou-se afundar e morreu afogado.
O de 50 pensou: isso é a fraqueza da juventude, eles não têm experiência [B] e não sabem lidar com críticas. [C] Depois de muitas tentativas e já ferido pelos choques com as paredes pedregosas, chegou à conclusão de que realmente não havia como sair dali e desistiu. Deixou-se afogar como o de 20 anos. E, enquanto isso, o de 70, impressionado com a escolha dos seus concorrentes, tentava pular para a liberdade.
O grupo do lado de fora já não estava mais com pena do velho sapo. Eles pareciam com raiva e gritavam: “Quem você pensa que é? [D] Os outros muito mais fortes do que você não conseguiram, desista e morra logo, seu sapo velho”. E todos começaram a gritar juntos: “De-sis-te! De-sis-te!”
E quanto mais eles gritavam mais o sapo velho pulava e os gritos aumentavam: “De-sis-te! De-sis-te!”
Mas para surpresa de todos, num salto quase milagroso, o sapo velho conseguiu sair do poço. Todos ficaram em silêncio. [E] E o sapo velho falou:
“Eu não tenho como agradecer o apoio de vocês; sem ele eu não teria conseguido. Não reparem, eu sou surdo e não ouvi as lindas palavras de apoio, mas vi o rosto de vocês e pude ler as palavras em suas bocas. Eu acho que eram: In-sis-te! In-sis-te!
AYLMER, Roberto. Escolhas. RJ: Proclama Editora. 2001.
O preconceito ao idoso se evidencia em
Provas
Caderno Container