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A imagem abaixo foi obtida através de um microscópio eletrônico de varredura e mostra a presença de Opala-CT preenchendo espaços porosos em sedimentos do Eoceno, aflorantes nas porções distais da Bacia do Espírito Santo, elevados ao fundo do mar devido à tectônica salífera.

FREIRE, A.F.M.; et al. A Giant oil seep at a salt-induced escarpment of the São Paulo Plateau, Espírito Santo Basin, off Brazil: Host rock characteristics and geochemistry. Deep-Sea Research II, v.146, 2017. p. 51.
A presença desses cristais de Opala-CT no espaço poroso sugere que houve
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A Figura abaixo mostra que a eustasia, o aumento relativo do nível do mar e a profundidade do mar são funções do referencial ao qual estão associados, nesse caso, ao centro da Terra.

Com base na análise dessa Figura, verifica-se que
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Thomaz, J.E. (org.) Fundamentos de Engenharia de Petróleo. 2a Ed. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2004, p. 110
Unidades de Perfuração Marítima com BOP (Blowout Preventer) posicionado na superfície são
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FOSSEM, H. Geologia Estrutural. Oficina de Textos, 2017. 2ª Ed, p. 30.
As bacias sedimentares presentes na Figura acima são bacias
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TERRA, G.J.S; et al. Classificação de Rochas Carbonáicas Aplicável às Bacias Sedimentares Brasileiras. Rio de Janeiro: Boletim de Geociências da Perobras. V.18. n.1. 2010. p.11.
De acordo com a classificação de rochas carbonáticas, apresentada no Quadro acima, é possível inferir a qualidade de reservatórios formados por essas rochas, desconsiderando-se os processos diagenéticos. Identifica as melhores condições permoporosas, da maior para a menor, a seguinte sequência:
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MOREIRA, J.L.P.; MADEIDA, C.V. GIL, A.A. & MACHADO, M.A.P.. Bacia de Santos. Bol.Geoci. Petrobras, 15(2). 2007:p.549. Adaptado
Na coluna cronoestratigráfica acima, observa-se um aumento na deposição de terrígenos arenosos e conglomeráticos, a partir do Turoniano (~90 Ma), que persiste até o final do Eoceno (~35 Ma).
Esse aumento caracteriza um(a)
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As Camadas Batateiras são um importante marco estratigráfico na bacia do Araripe, devido à sua grande extensão lateral e à sua pequena espessura (<10m). Essas camadas representam a implantação do primeiro sistema lacustre na bacia e, devido às condições anóxicas da época, houve uma grande preservação de matéria orgânica, representada por camadas escuras, intercaladas com níveis carbonáticos, observados nas camadas claras na Figura abaixo.

ASSINE, M.L. Bacia do Araripe. In: MILANI, E.J.; et al. Bacias Sedimentares Brasileiras – Cartas Estratigráficas. Boletim de Geociências da Petrobras, v.15(2), 2007. p. 377.
Considerando-se essas características, correlacionam-se as Camadas Batateiras, na Bacia do Araripe, com estratos das Formações
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DAVIS, G.H.; REYNOLDS, S.J & KLUTH, C.F. Structural Geology of Rocks and Regions (third edition). John Wiley & Sons, 2012. p.324.
Com base no modelo físico acima, onde camadas de argila claras e escuras são afetadas por um conjunto de falhas, verifica-se que se trata de falhas
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- Geologia do Petróleo
Os mapas abaixo mostram em (I), a configuração geológica do Pré-Sal das bacias das margens do Brasil e da África, além do lineamento vulcânico composto pela Elevação do Rio Grande e pela Cadeia Walvis. Em (II), uma restauração, mostrando as principais bacias SAG com as espessuras de sal durante o Eocretáceo e o Neocretáceo. Mostra, também, o limite entre as crostas continental e oceânica (COB) durante aquele tempo.

CERALDI, T.S.; Green, D. Evolution of the South Atlantic lacustrine deposits in response to Early Cretaceus rifiting, subsidence and lake hydrology. In: CERALDI, T.S.; et al. Petroleum Geoscience of the West Africa Margin. Geological Society, Special Publication 438, p. 2. 2016. Adaptado.
Com base nos mapas, verifica-se que
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O gráfico abaixo representa o comportamento da porosidade em rochas carbonáticas em função do soterramento. As linhas de tendência são função da composição mineral dessas rochas.

Com base no gráfico acima, identificam-se em I, II, III e IV, respectivamente, as seguintes rochas carbonáticas:
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