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Comprando felicidade
Dizem por aí que dinheiro não traz felicidade. Mas há os que garantem justamente o contrário. Afinal, de que lado você está? Segundo Eduardo Gianetti, existem as dimensões objetivas e subjetivas do bem-estar. A felicidade estaria na confluência das duas. Sem recursos para suprir as necessidades básicas, o ser humano não consegue viver. Por outro lado, há aqueles que vivem deprimidos apesar da fartura. Portanto, felicidade dependeria de dinheiro e também de afeto, realização, desenvolvimento intelectual. Em outras palavras: satisfeitas as nossas necessidades básicas, passamos a buscar gratificações emocionais.
Como essa teoria pode se aplicar ao consumo? Especialistas acreditam que, depois de terem acumulado determinada quantidade de bens, as pessoas passam a consumir ou pelo desejo de melhorar a qualidade de vida, ou de viver experiências agradáveis, ou de expressar um estilo de vida. A melhoria do estado de espírito é que vai guiar as dinâmicas de motivação, persuasão e comportamento nesses novos tempos.
Luiz Alberto Marinho. In: Gol, revista de bordo, jan./2004 (com adaptações).
Julgue o item a seguir quanto à organização das idéias apresentadas no texto acima.
O emprego da vírgula marca a ordem inversa dos termos no período.
 

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Comprando felicidade
Dizem por aí que dinheiro não traz felicidade. Mas há os que garantem justamente o contrário. Afinal, de que lado você está? Segundo Eduardo Gianetti, existem as dimensões objetivas e subjetivas do bem-estar. A felicidade estaria na confluência das duas. Sem recursos para suprir as necessidades básicas, o ser humano não consegue viver. Por outro lado, há aqueles que vivem deprimidos apesar da fartura. Portanto, felicidade dependeria de dinheiro e também de afeto, realização, desenvolvimento intelectual. Em outras palavras: satisfeitas as nossas necessidades básicas, passamos a buscar gratificações emocionais.
Como essa teoria pode se aplicar ao consumo? Especialistas acreditam que, depois de terem acumulado determinada quantidade de bens, as pessoas passam a consumir ou pelo desejo de melhorar a qualidade de vida, ou de viver experiências agradáveis, ou de expressar um estilo de vida. A melhoria do estado de espírito é que vai guiar as dinâmicas de motivação, persuasão e comportamento nesses novos tempos.
Luiz Alberto Marinho. In: Gol, revista de bordo, jan./2004 (com adaptações).
Julgue o item a seguir quanto à organização das idéias apresentadas no texto acima.
Subentende-se da argumentação do texto que o “lado” de que o leitor pode estar caracteriza-se como objetivo ou como subjetivo.
 

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A idéia de que o mundo vai acabar algum dia é tão velha quanto nossa própria civilização. Há mitos e profecias sobre o final dos tempos em todas as culturas e o tema se revela central na maioria das religiões. O que não se poderia supor, porém, é que cientistas renomados e de várias especialidades pudessem unir suas vozes no alerta de que a espécie humana pode estar à beira da extinção. Pois é o que está acontecendo. Segundo eles, as sementes das pragas que poderão pôr fim à espécie humana foram plantadas pelas mãos do próprio homem. A mais conhecida dessas pragas é a destruição da natureza, que ameaça a sobrevivência da vida no nosso planeta, mas há outras igualmente perigosas, cujas raízes crescem sem parar: a dos avanços científicos em áreas como a engenharia genética, a física das partículas subatômicas e a nanotecnologia. Isso mesmo: as novas tecnologias estão assumindo papel central nas previsões escatológicas porque podem trazer o fim da espécie humana a qualquer momento — e sem prévio aviso.
Vinícius Romanini. In: Terra, set./2003.
Com base no texto acima, julgue o item subseqüente.
De acordo com o desenvolvimento do texto, a relação de idéias que o pronome “cujas” estabelece corresponde a de que.
 

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A idéia de que o mundo vai acabar algum dia é tão velha quanto nossa própria civilização. Há mitos e profecias sobre o final dos tempos em todas as culturas e o tema se revela central na maioria das religiões. O que não se poderia supor, porém, é que cientistas renomados e de várias especialidades pudessem unir suas vozes no alerta de que a espécie humana pode estar à beira da extinção. Pois é o que está acontecendo. Segundo eles, as sementes das pragas que poderão pôr fim à espécie humana foram plantadas pelas mãos do próprio homem. A mais conhecida dessas pragas é a destruição da natureza, que ameaça a sobrevivência da vida no nosso planeta, mas há outras igualmente perigosas, cujas raízes crescem sem parar: a dos avanços científicos em áreas como a engenharia genética, a física das partículas subatômicas e a nanotecnologia. Isso mesmo: as novas tecnologias estão assumindo papel central nas previsões escatológicas porque podem trazer o fim da espécie humana a qualquer momento — e sem prévio aviso.
Vinícius Romanini. In: Terra, set./2003.
Com base no texto acima, julgue o item subseqüente.
A substituição do plural pelo singular em “as sementes” mantém a coerência do texto, mas, para que sua correção gramatical seja preservada, é necessário alterar “poderão” por poderá.
 

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2696504 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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A preservação dos recursos hídricos será um dos grandes desafios deste século. Na verdade, por muito tempo, encarou-se a água como bem natural inesgotável, apesar de as reservas de água doce — apropriadas ao consumo humano — representarem apenas 2,4% dos recursos hídricos existentes no planeta (os outros 97,6% estão nos mares). É, sem dúvida, um percentual baixo. Ainda mais considerando-se que o crescimento populacional e a expansão da agricultura irrigada e da pecuária contribuíram para o aumento do consumo de água. Mesmo assim, de acordo com relatório do Fundo das Nações Unidas para a População, usam-se, hoje, 54% das fontes hídricas disponíveis, para atender o consumo mundial de água doce. A atual “crise planetária da água” não decorre apenas do aumento do consumo. Um dos fatores que tem levado muitas regiões do planeta a um estado de estresse hídrico e de escassez está na diminuição da oferta de água em conseqüência da ação irresponsável dos seres humanos sobre essas fontes hídricas.

Fúlvio Giannella Júnior. A fonte da vida pode secar. In: Família Cristã, ano 70, n.º 818, fev./2004, p. 22 (com adaptações).

Considerando o texto acima e as diversas implicações do tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

O conceito de desenvolvimento sustentável é relativamente recente e contrapõe-se à noção de progresso a qualquer custo. Nessa nova perspectiva, a produção da riqueza deve levar em consideração, entre outros aspectos, a imperiosa necessidade de se preservar a vida desta e das futuras gerações.

 

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2696503 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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A preservação dos recursos hídricos será um dos grandes desafios deste século. Na verdade, por muito tempo, encarou-se a água como bem natural inesgotável, apesar de as reservas de água doce — apropriadas ao consumo humano — representarem apenas 2,4% dos recursos hídricos existentes no planeta (os outros 97,6% estão nos mares). É, sem dúvida, um percentual baixo. Ainda mais considerando-se que o crescimento populacional e a expansão da agricultura irrigada e da pecuária contribuíram para o aumento do consumo de água. Mesmo assim, de acordo com relatório do Fundo das Nações Unidas para a População, usam-se, hoje, 54% das fontes hídricas disponíveis, para atender o consumo mundial de água doce. A atual “crise planetária da água” não decorre apenas do aumento do consumo. Um dos fatores que tem levado muitas regiões do planeta a um estado de estresse hídrico e de escassez está na diminuição da oferta de água em conseqüência da ação irresponsável dos seres humanos sobre essas fontes hídricas.
Fúlvio Giannella Júnior. A fonte da vida pode secar. In: Família Cristã, ano 70, n.º 818, fev./2004, p. 22 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as diversas implicações do tema por ele abordado, julgue o item seguinte.
Esgoto lançado in natura nas águas pode disseminar doenças e mortes, sobrecarregando o sistema de saúde com internações hospitalares que poderiam ser evitadas com medidas de saneamento básico.
 

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2696502 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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A preservação dos recursos hídricos será um dos grandes desafios deste século. Na verdade, por muito tempo, encarou-se a água como bem natural inesgotável, apesar de as reservas de água doce — apropriadas ao consumo humano — representarem apenas 2,4% dos recursos hídricos existentes no planeta (os outros 97,6% estão nos mares). É, sem dúvida, um percentual baixo. Ainda mais considerando-se que o crescimento populacional e a expansão da agricultura irrigada e da pecuária contribuíram para o aumento do consumo de água. Mesmo assim, de acordo com relatório do Fundo das Nações Unidas para a População, usam-se, hoje, 54% das fontes hídricas disponíveis, para atender o consumo mundial de água doce. A atual “crise planetária da água” não decorre apenas do aumento do consumo. Um dos fatores que tem levado muitas regiões do planeta a um estado de estresse hídrico e de escassez está na diminuição da oferta de água em conseqüência da ação irresponsável dos seres humanos sobre essas fontes hídricas.
Fúlvio Giannella Júnior. A fonte da vida pode secar. In: Família Cristã, ano 70, n.º 818, fev./2004, p. 22 (com adaptações).
Considerando o texto acima e as diversas implicações do tema por ele abordado, julgue o item seguinte.
São exemplos da “ação irresponsável dos seres humanos sobre essas fontes hídricas”, como mencionado no texto, a ocupação populacional de áreas de mananciais e a derrubada de matas nativas, como as que se encontram nas margens dos rios e em suas nascentes.
 

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2696501 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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A natureza do trabalho se transforma, e o mundo tenta se adaptar — tanto nos países ricos como nos pobres. Faltam emprego e proteção do Estado, reclamam os pobres, que avançam pela atividade informal. Dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que, no ano passado, o desemprego atingiu 185,9 milhões de pessoas no mundo, o mais alto índice desde 1990, o que corresponde a 6,2% da força de trabalho global. Na categoria dos pobres, o Brasil não escapa da voragem. A taxa média de desemprego em 2003, em seis regiões metropolitanas, foi de 12,3%, superior ao desemprego urbano (11%) em nove países da América Latina. De cada dez postos de trabalho gerados na região, apenas quatro têm alguma forma de seguridade, e só dois contam com alguma forma de proteção social. A primeira conseqüência de tal quadro se faz sentir na renda, que cai.
Silio Boccanera. Tempos modernos. In: Primeira Leitura, n.º 24, fev./2004. p. 23 (com adaptações).
Tendo o texto acima por referência inicial e considerando aspectos significativos da ordem econômica e social contemporânea, julgue o item seguinte.
Em linhas gerais, o processo de globalização da economia contemporânea apresenta, ao lado de resultados considerados positivos, como a abertura dos mercados e a ampliação das trocas comerciais, aspectos socialmente problemáticos, dos quais o desemprego é exemplo marcante.
 

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2696500 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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Imerso na imensidão da floresta amazônica, existe um outro Brasil, muito diferente daquele das metrópoles superpovoadas, o de lugarejos que, às vezes, nem constam dos mapas e nos quais somente as Forças Armadas marcam a presença do Estado na região. Nesses rincões, não há transporte, comércio, mercado, farmácia, hospital. Quase nada. Mantimentos só chegam a esses locais em barcos, em condições perigosas e quando as chuvas permitem. Ou então trazidos por aviões da FAB.
Istoé, 18/2/2004 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item que se segue.
A idéia central do texto assim poderia ser expressa: há regiões no Brasil, principalmente na Amazônia, cuja ocupação é reservada às Forças Armadas, a quem cabe a segurança nacional.
 

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2696499 Ano: 2004
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
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Comprando felicidade
Dizem por aí que dinheiro não traz felicidade. Mas há os que garantem justamente o contrário. Afinal, de que lado você está? Segundo Eduardo Gianetti, existem as dimensões objetivas e subjetivas do bem-estar. A felicidade estaria na confluência das duas. Sem recursos para suprir as necessidades básicas, o ser humano não consegue viver. Por outro lado, há aqueles que vivem deprimidos apesar da fartura. Portanto, felicidade dependeria de dinheiro e também de afeto, realização, desenvolvimento intelectual. Em outras palavras: satisfeitas as nossas necessidades básicas, passamos a buscar gratificações emocionais.
Como essa teoria pode se aplicar ao consumo? Especialistas acreditam que, depois de terem acumulado determinada quantidade de bens, as pessoas passam a consumir ou pelo desejo de melhorar a qualidade de vida, ou de viver experiências agradáveis, ou de expressar um estilo de vida. A melhoria do estado de espírito é que vai guiar as dinâmicas de motivação, persuasão e comportamento nesses novos tempos.
Luiz Alberto Marinho. In: Gol, revista de bordo, jan./2004 (com adaptações).
Julgue o item a seguir quanto à organização das idéias apresentadas no texto acima.
Textualmente, a expressão “essa teoria” corresponde a: buscamos satisfação emocional depois de ter satisfeitas nossas necessidades básicas; ou seja, a felicidade depende da satisfação de necessidades objetivas e subjetivas.
 

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