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A clonagem a partir de uma célula somática de adulto e o seqüenciamento do genoma humano podem ser considerados uns dos mais importantes feitos científicos da chamada Era da Informação e do Conhecimento. A respeito desse assunto e considerando o texto V, julgue os itens a seguir.
O Projeto Genoma, interligando grupos de pesquisa no Brasil e no mundo, busca o completo mapeamento do conjunto de genes, mencionado no texto V, que participam da formação dos seres humanos.
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Texto V- para questões 9 e 10.

Em cada um dos itens seguintes, julgue se a reescritura destacada em negrito mantém as idéias originais do fragmento indicado do texto V.

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Texto V- para questões 9 e 10.

Em cada um dos itens seguintes, julgue se a reescritura destacada em negrito mantém as idéias originais do fragmento indicado do texto V.

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Em cada um dos itens seguintes, julgue se a reescritura destacada em negrito mantém as idéias originais do fragmento indicado do texto V.

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Texto V- para questões 9 e 10.

Em cada um dos itens seguintes, julgue se a reescritura destacada em negrito mantém as idéias originais do fragmento indicado do texto V.

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Texto V- para questões 9 e 10.

Em cada um dos itens seguintes, julgue se a reescritura destacada em negrito mantém as idéias originais do fragmento indicado do texto V.

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Texto IV - questões 6 e 7
Esta promissora América Latina
Em sua posse no cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o embaixador Sérgio Amaral reafirmou o explícito entusiasmo de enfrentar o desafio de incrementar as exportações brasileiras. Ficou claro para todos que ele expressava uma posição do governo, enfatizada pelo presidente da República, em uma demonstração de que o espírito das autoridades federais está inoculado pela causa e de que a compreensão do que significa uma ação coordenada, visando à inserção do Brasil na economia internacional, começa a se disseminar. Entre outras coisas, o ministro declarou: “Nossa prioridade é o MERCOSUL”.
O governo federal foca seus esforços no aumento das exportações brasileiras e na direção certa, mas há um alvo maior e possível: a América do Sul. Há uma agenda aguardando definições e atos, particularmente no que diz respeito aos juros que precisam ser reduzidos a patamares compatíveis com os praticados nos lugares do mundo onde nossos concorrentes se financiam. Espera-se também uma maior disponibilidade de recursos nos programas de fomento às exportações; uma reforma tributária, que é urgente; um aperfeiçoamento da legislação trabalhista e uma ampliação e melhoria da infra-estrutura nacional, principalmente no setor de transportes. Esse conjunto de fatores — enquanto não definidos e implementados — é que torna as empresas brasileiras vulneráveis no jogo do comércio internacional. Mas a questão da América do Sul merece uma análise especial.
Dinheiro é um facilitador das transações, mas não é a única forma de relação comercial. O mundo moderno não pode menosprezar a sabedoria de nossos antepassados, que sobreviveram séculos fazendo trocas. Um bom exemplo de alinhamento entre estratégias empresariais e apoio governamental, que resultou em uma equação, é o caso da Odebrecht em Angola: esta construtora constrói a hidrelétrica de que o país africano necessita, e o governo angolano paga com petróleo, produto abundante naquele país.
O fato é que existe um vasto mercado para exportação na América do Sul que não pode ser desconsiderado. Politicamente, esse é o mercado do Brasil, e o Brasil é o mercado para sua viabilização. O governo federal não deve fechar-se sobre o MERCOSUL. Precisamos assumir o papel geopolítico de liderança em toda a América do Sul, até porque nossa condição diferenciada no contexto mundial facilita a captação de capitais internacionais, para financiar, aqui, operações dessa natureza. A infra-estrutura de transportes, geração de energia e telecomunicações e as riquezas do subsolo estão esperando por investimentos. Se não os fizermos, outros farão.
Emílio Odebrecht. Ícaro Brasil, nov./2001, p. 28-30 (com adaptações).
Aplicando conhecimentos acerca de tipologia, estrutura e organização de um texto em parágrafos, julgue os itens a seguir, segundo as idéias desenvolvidas no texto IV.
Nesse texto, eminentemente dissertativo, o autor discute o assunto do incremento das exportações brasileiras na América do Sul, apresentando vários argumentos que teriam, em tese, o intuito de fazer o leitor partilhar do seu ponto de vista, que está resumido na última idéia do texto: "Se não o fizermos, outros farão".
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Texto IV - questões 6 e 7
Esta promissora América Latina
Em sua posse no cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o embaixador Sérgio Amaral reafirmou o explícito entusiasmo de enfrentar o desafio de incrementar as exportações brasileiras. Ficou claro para todos que ele expressava uma posição do governo, enfatizada pelo presidente da República, em uma demonstração de que o espírito das autoridades federais está inoculado pela causa e de que a compreensão do que significa uma ação coordenada, visando à inserção do Brasil na economia internacional, começa a se disseminar. Entre outras coisas, o ministro declarou: “Nossa prioridade é o MERCOSUL”.
O governo federal foca seus esforços no aumento das exportações brasileiras e na direção certa, mas há um alvo maior e possível: a América do Sul. Há uma agenda aguardando definições e atos, particularmente no que diz respeito aos juros que precisam ser reduzidos a patamares compatíveis com os praticados nos lugares do mundo onde nossos concorrentes se financiam. Espera-se também uma maior disponibilidade de recursos nos programas de fomento às exportações; uma reforma tributária, que é urgente; um aperfeiçoamento da legislação trabalhista e uma ampliação e melhoria da infra-estrutura nacional, principalmente no setor de transportes. Esse conjunto de fatores — enquanto não definidos e implementados — é que torna as empresas brasileiras vulneráveis no jogo do comércio internacional. Mas a questão da América do Sul merece uma análise especial.
Dinheiro é um facilitador das transações, mas não é a única forma de relação comercial. O mundo moderno não pode menosprezar a sabedoria de nossos antepassados, que sobreviveram séculos fazendo trocas. Um bom exemplo de alinhamento entre estratégias empresariais e apoio governamental, que resultou em uma equação, é o caso da Odebrecht em Angola: esta construtora constrói a hidrelétrica de que o país africano necessita, e o governo angolano paga com petróleo, produto abundante naquele país.
O fato é que existe um vasto mercado para exportação na América do Sul que não pode ser desconsiderado. Politicamente, esse é o mercado do Brasil, e o Brasil é o mercado para sua viabilização. O governo federal não deve fechar-se sobre o MERCOSUL. Precisamos assumir o papel geopolítico de liderança em toda a América do Sul, até porque nossa condição diferenciada no contexto mundial facilita a captação de capitais internacionais, para financiar, aqui, operações dessa natureza. A infra-estrutura de transportes, geração de energia e telecomunicações e as riquezas do subsolo estão esperando por investimentos. Se não os fizermos, outros farão.
Emílio Odebrecht. Ícaro Brasil, nov./2001, p. 28-30 (com adaptações).
Aplicando conhecimentos acerca de tipologia, estrutura e organização de um texto em parágrafos, julgue os itens a seguir, segundo as idéias desenvolvidas no texto IV.
O quarto parágrafo descreve o vasto mercado para a exportação da América do Sul, além do MERCOSUL, o papel geopolítico de liderança brasileira na região sulamericana, a condição diferenciada do Brasil no contexto mundial e a infra-estrutura brasileira de transportes, de geração de energia, de telecomunicações e de tecnologia.
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Texto IV - questões 6 e 7
Esta promissora América Latina
Em sua posse no cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o embaixador Sérgio Amaral reafirmou o explícito entusiasmo de enfrentar o desafio de incrementar as exportações brasileiras. Ficou claro para todos que ele expressava uma posição do governo, enfatizada pelo presidente da República, em uma demonstração de que o espírito das autoridades federais está inoculado pela causa e de que a compreensão do que significa uma ação coordenada, visando à inserção do Brasil na economia internacional, começa a se disseminar. Entre outras coisas, o ministro declarou: “Nossa prioridade é o MERCOSUL”.
O governo federal foca seus esforços no aumento das exportações brasileiras e na direção certa, mas há um alvo maior e possível: a América do Sul. Há uma agenda aguardando definições e atos, particularmente no que diz respeito aos juros que precisam ser reduzidos a patamares compatíveis com os praticados nos lugares do mundo onde nossos concorrentes se financiam. Espera-se também uma maior disponibilidade de recursos nos programas de fomento às exportações; uma reforma tributária, que é urgente; um aperfeiçoamento da legislação trabalhista e uma ampliação e melhoria da infra-estrutura nacional, principalmente no setor de transportes. Esse conjunto de fatores — enquanto não definidos e implementados — é que torna as empresas brasileiras vulneráveis no jogo do comércio internacional. Mas a questão da América do Sul merece uma análise especial.
Dinheiro é um facilitador das transações, mas não é a única forma de relação comercial. O mundo moderno não pode menosprezar a sabedoria de nossos antepassados, que sobreviveram séculos fazendo trocas. Um bom exemplo de alinhamento entre estratégias empresariais e apoio governamental, que resultou em uma equação, é o caso da Odebrecht em Angola: esta construtora constrói a hidrelétrica de que o país africano necessita, e o governo angolano paga com petróleo, produto abundante naquele país.
O fato é que existe um vasto mercado para exportação na América do Sul que não pode ser desconsiderado. Politicamente, esse é o mercado do Brasil, e o Brasil é o mercado para sua viabilização. O governo federal não deve fechar-se sobre o MERCOSUL. Precisamos assumir o papel geopolítico de liderança em toda a América do Sul, até porque nossa condição diferenciada no contexto mundial facilita a captação de capitais internacionais, para financiar, aqui, operações dessa natureza. A infra-estrutura de transportes, geração de energia e telecomunicações e as riquezas do subsolo estão esperando por investimentos. Se não os fizermos, outros farão.
Emílio Odebrecht. Ícaro Brasil, nov./2001, p. 28-30 (com adaptações).
Aplicando conhecimentos acerca de tipologia, estrutura e organização de um texto em parágrafos, julgue os itens a seguir, segundo as idéias desenvolvidas no texto IV.
O terceiro parágrafo, predominantemente narrativo, apresenta o ponto de vista do narrador acerca do dinheiro, da sabedoria dos antepassados e das estratégias empresariais do governo africano para com o petróleo.
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Texto IV - questões 6 e 7
Esta promissora América Latina
Em sua posse no cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o embaixador Sérgio Amaral reafirmou o explícito entusiasmo de enfrentar o desafio de incrementar as exportações brasileiras. Ficou claro para todos que ele expressava uma posição do governo, enfatizada pelo presidente da República, em uma demonstração de que o espírito das autoridades federais está inoculado pela causa e de que a compreensão do que significa uma ação coordenada, visando à inserção do Brasil na economia internacional, começa a se disseminar. Entre outras coisas, o ministro declarou: “Nossa prioridade é o MERCOSUL”.
O governo federal foca seus esforços no aumento das exportações brasileiras e na direção certa, mas há um alvo maior e possível: a América do Sul. Há uma agenda aguardando definições e atos, particularmente no que diz respeito aos juros que precisam ser reduzidos a patamares compatíveis com os praticados nos lugares do mundo onde nossos concorrentes se financiam. Espera-se também uma maior disponibilidade de recursos nos programas de fomento às exportações; uma reforma tributária, que é urgente; um aperfeiçoamento da legislação trabalhista e uma ampliação e melhoria da infra-estrutura nacional, principalmente no setor de transportes. Esse conjunto de fatores — enquanto não definidos e implementados — é que torna as empresas brasileiras vulneráveis no jogo do comércio internacional. Mas a questão da América do Sul merece uma análise especial.
Dinheiro é um facilitador das transações, mas não é a única forma de relação comercial. O mundo moderno não pode menosprezar a sabedoria de nossos antepassados, que sobreviveram séculos fazendo trocas. Um bom exemplo de alinhamento entre estratégias empresariais e apoio governamental, que resultou em uma equação, é o caso da Odebrecht em Angola: esta construtora constrói a hidrelétrica de que o país africano necessita, e o governo angolano paga com petróleo, produto abundante naquele país.
O fato é que existe um vasto mercado para exportação na América do Sul que não pode ser desconsiderado. Politicamente, esse é o mercado do Brasil, e o Brasil é o mercado para sua viabilização. O governo federal não deve fechar-se sobre o MERCOSUL. Precisamos assumir o papel geopolítico de liderança em toda a América do Sul, até porque nossa condição diferenciada no contexto mundial facilita a captação de capitais internacionais, para financiar, aqui, operações dessa natureza. A infra-estrutura de transportes, geração de energia e telecomunicações e as riquezas do subsolo estão esperando por investimentos. Se não os fizermos, outros farão.
Emílio Odebrecht. Ícaro Brasil, nov./2001, p. 28-30 (com adaptações).
Aplicando conhecimentos acerca de tipologia, estrutura e organização de um texto em parágrafos, julgue os itens a seguir, segundo as idéias desenvolvidas no texto IV.
No segundo parágrafo, alude-se à ampliação dos limites do mercado, de forma a abranger todo o continente sulamericano, e levantam-se algumas estratégias de ação para viabilizar esse propósito: redução dos juros, aumento da disponibilidade de recursos, reforma tributária, aperfeiçoamento da legislação trabalhista e ampliação e melhoria da infra-estrutura de transportes.
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