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Recentemente, garimpeiros foram mortos em uma área indígena da região Norte do país. Devido ao avançado estado de decomposição dos corpos, entre outros motivos, vários deles não foram identificados até o momento. Depois de realizados, sem sucesso, os procedimentos comuns de identificação, fragmentos dos corpos foram coletados para exame do material genético. A base desse exame são os marcadores genéticos, regiões do genoma onde existem variações na seqüência de nucleotídeos.
Com referência ao tema abordado no texto acima, julgue os itens a seguir.
Em uma região genômica em que há variação na seqüência de nucleotídeos entre indivíduos da mesma espécie, espera-se encontrar pelo menos dois alelos na população.
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O olho humano é opticamente equivalente a uma máquina fotográfica, sendo constituído basicamente de um sistema de lentes, um diafragma variável e uma retina que corresponde a um filme a cores. Algumas características ópticas dos olhos são muito peculiares. Pode-se ver um objeto a cerca de 30 cm dos olhos e, simultaneamente, ver outros localizados a grandes distâncias. Pode-se enxergar tanto em ambientes com pouca luz como em ambientes com muita luz. Quando a luz atinge a retina, na parte posterior do olho, ela estimula um ou mais tipos de células, que respondem a diferentes comprimentos de onda de luz.
Acerca do tema abordado no texto acima, julgue os itens a seguir.
Ao observar um feixe de luz branca através de um filtro que atenua completamente os componentes de comprimentos de onda inferiores aos da luz verde, um observador verá luz de cor azul.
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O olho humano é opticamente equivalente a uma máquina fotográfica, sendo constituído basicamente de um sistema de lentes, um diafragma variável e uma retina que corresponde a um filme a cores. Algumas características ópticas dos olhos são muito peculiares. Pode-se ver um objeto a cerca de 30 cm dos olhos e, simultaneamente, ver outros localizados a grandes distâncias. Pode-se enxergar tanto em ambientes com pouca luz como em ambientes com muita luz. Quando a luz atinge a retina, na parte posterior do olho, ela estimula um ou mais tipos de células, que respondem a diferentes comprimentos de onda de luz.
Acerca do tema abordado no texto acima, julgue os itens a seguir.
A pupila é, na verdade, um diafragma de abertura controlável que regula a quantidade de luz enviada ao globo ocular.
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O olho humano é opticamente equivalente a uma máquina fotográfica, sendo constituído basicamente de um sistema de lentes, um diafragma variável e uma retina que corresponde a um filme a cores. Algumas características ópticas dos olhos são muito peculiares. Pode-se ver um objeto a cerca de 30 cm dos olhos e, simultaneamente, ver outros localizados a grandes distâncias. Pode-se enxergar tanto em ambientes com pouca luz como em ambientes com muita luz. Quando a luz atinge a retina, na parte posterior do olho, ela estimula um ou mais tipos de células, que respondem a diferentes comprimentos de onda de luz.
Acerca do tema abordado no texto acima, julgue os itens a seguir.
O texto afirma que os olhos humanos apresentam um sistema automático de focalização não muito eficiente quando comparado com as máquinas fotográficas comuns do tipo manual.
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A análise da reflexão da luz que incide sobre os tecidos fornece informações potencialmente úteis para o diagnóstico de câncer. O método tem a vantagem de usar uma radiação não-ionizante que, ao contrário do que ocorre com os raios X, não oferece risco aos pacientes. A técnica consiste basicamente na aplicação de um feixe de laser sobre tecidos, que se espalha de múltiplas formas, diferentemente do que ocorre nos meios translúcidos, onde não há obstáculos para a sua propagação. O tempo de atraso acarretado pelas diversas reflexões é mensurável e varia de um tecido para outro, servindo de base para o cálculo do chamado coeficiente de espalhamento. Como os tecidos atingidos pelo câncer tornam-se muito mais espalhadores que os tecidos saudáveis, a técnica permite, a partir de um determinado estágio, detectar lesões cancerosas. A luz que retorna do tecido ao meio externo é captada por um detector que registra as informações obtidas.

A figura acima mostra, esquematicamente, o meio espalhador onde cada ponto (centro espalhador) representa um obstáculo que provoca o espalhamento da luz. Um pulso ultracurto, ao ser injetado no meio espalhador, sofre alargamento temporal devido aos múltiplos espalhamentos. Os raios que seguem, por exemplo, o caminho A, mudam pouco a sua trajetória e rapidamente atravessam o tecido. Os raios que seguem o caminho B ficam presos no tecido por um tempo maior e contribuem para o alargamento do pulso e os que seguem a trajetória C não atravessam o tecido, eles retornam para o meio original por reflexão.
Com relação ao texto acima e aos princípios envolvidos na técnica apresentada, julgue os itens subseqüentes.
A freqüência da luz retroprojetada é alterada pelas múltiplas reflexões.
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A análise da reflexão da luz que incide sobre os tecidos fornece informações potencialmente úteis para o diagnóstico de câncer. O método tem a vantagem de usar uma radiação não-ionizante que, ao contrário do que ocorre com os raios X, não oferece risco aos pacientes. A técnica consiste basicamente na aplicação de um feixe de laser sobre tecidos, que se espalha de múltiplas formas, diferentemente do que ocorre nos meios translúcidos, onde não há obstáculos para a sua propagação. O tempo de atraso acarretado pelas diversas reflexões é mensurável e varia de um tecido para outro, servindo de base para o cálculo do chamado coeficiente de espalhamento. Como os tecidos atingidos pelo câncer tornam-se muito mais espalhadores que os tecidos saudáveis, a técnica permite, a partir de um determinado estágio, detectar lesões cancerosas. A luz que retorna do tecido ao meio externo é captada por um detector que registra as informações obtidas.

A figura acima mostra, esquematicamente, o meio espalhador onde cada ponto (centro espalhador) representa um obstáculo que provoca o espalhamento da luz. Um pulso ultracurto, ao ser injetado no meio espalhador, sofre alargamento temporal devido aos múltiplos espalhamentos. Os raios que seguem, por exemplo, o caminho A, mudam pouco a sua trajetória e rapidamente atravessam o tecido. Os raios que seguem o caminho B ficam presos no tecido por um tempo maior e contribuem para o alargamento do pulso e os que seguem a trajetória C não atravessam o tecido, eles retornam para o meio original por reflexão.
Com relação ao texto acima e aos princípios envolvidos na técnica apresentada, julgue os itens subseqüentes.
Se o feixe luminoso incidir obliquamente no meio espalhador, a intensidade da luz que atravessa o meio dependerá do estado de polarização do feixe incidente.
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A análise da reflexão da luz que incide sobre os tecidos fornece informações potencialmente úteis para o diagnóstico de câncer. O método tem a vantagem de usar uma radiação não-ionizante que, ao contrário do que ocorre com os raios X, não oferece risco aos pacientes. A técnica consiste basicamente na aplicação de um feixe de laser sobre tecidos, que se espalha de múltiplas formas, diferentemente do que ocorre nos meios translúcidos, onde não há obstáculos para a sua propagação. O tempo de atraso acarretado pelas diversas reflexões é mensurável e varia de um tecido para outro, servindo de base para o cálculo do chamado coeficiente de espalhamento. Como os tecidos atingidos pelo câncer tornam-se muito mais espalhadores que os tecidos saudáveis, a técnica permite, a partir de um determinado estágio, detectar lesões cancerosas. A luz que retorna do tecido ao meio externo é captada por um detector que registra as informações obtidas.

A figura acima mostra, esquematicamente, o meio espalhador onde cada ponto (centro espalhador) representa um obstáculo que provoca o espalhamento da luz. Um pulso ultracurto, ao ser injetado no meio espalhador, sofre alargamento temporal devido aos múltiplos espalhamentos. Os raios que seguem, por exemplo, o caminho A, mudam pouco a sua trajetória e rapidamente atravessam o tecido. Os raios que seguem o caminho B ficam presos no tecido por um tempo maior e contribuem para o alargamento do pulso e os que seguem a trajetória C não atravessam o tecido, eles retornam para o meio original por reflexão.
Com relação ao texto acima e aos princípios envolvidos na técnica apresentada, julgue os itens subseqüentes.
Se o meio espalhador ilustrado na figura não for absorvente, então o número de fótons que atravessam o meio é igual ao número de fótons incidentes.
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A análise da reflexão da luz que incide sobre os tecidos fornece informações potencialmente úteis para o diagnóstico de câncer. O método tem a vantagem de usar uma radiação não-ionizante que, ao contrário do que ocorre com os raios X, não oferece risco aos pacientes. A técnica consiste basicamente na aplicação de um feixe de laser sobre tecidos, que se espalha de múltiplas formas, diferentemente do que ocorre nos meios translúcidos, onde não há obstáculos para a sua propagação. O tempo de atraso acarretado pelas diversas reflexões é mensurável e varia de um tecido para outro, servindo de base para o cálculo do chamado coeficiente de espalhamento. Como os tecidos atingidos pelo câncer tornam-se muito mais espalhadores que os tecidos saudáveis, a técnica permite, a partir de um determinado estágio, detectar lesões cancerosas. A luz que retorna do tecido ao meio externo é captada por um detector que registra as informações obtidas.

A figura acima mostra, esquematicamente, o meio espalhador onde cada ponto (centro espalhador) representa um obstáculo que provoca o espalhamento da luz. Um pulso ultracurto, ao ser injetado no meio espalhador, sofre alargamento temporal devido aos múltiplos espalhamentos. Os raios que seguem, por exemplo, o caminho A, mudam pouco a sua trajetória e rapidamente atravessam o tecido. Os raios que seguem o caminho B ficam presos no tecido por um tempo maior e contribuem para o alargamento do pulso e os que seguem a trajetória C não atravessam o tecido, eles retornam para o meio original por reflexão.
Com relação ao texto acima e aos princípios envolvidos na técnica apresentada, julgue os itens subseqüentes.
O caráter corpuscular da luz como conceito permite descrever os processos de espalhamento mencionados no texto.
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A análise da reflexão da luz que incide sobre os tecidos fornece informações potencialmente úteis para o diagnóstico de câncer. O método tem a vantagem de usar uma radiação não-ionizante que, ao contrário do que ocorre com os raios X, não oferece risco aos pacientes. A técnica consiste basicamente na aplicação de um feixe de laser sobre tecidos, que se espalha de múltiplas formas, diferentemente do que ocorre nos meios translúcidos, onde não há obstáculos para a sua propagação. O tempo de atraso acarretado pelas diversas reflexões é mensurável e varia de um tecido para outro, servindo de base para o cálculo do chamado coeficiente de espalhamento. Como os tecidos atingidos pelo câncer tornam-se muito mais espalhadores que os tecidos saudáveis, a técnica permite, a partir de um determinado estágio, detectar lesões cancerosas. A luz que retorna do tecido ao meio externo é captada por um detector que registra as informações obtidas.

A figura acima mostra, esquematicamente, o meio espalhador onde cada ponto (centro espalhador) representa um obstáculo que provoca o espalhamento da luz. Um pulso ultracurto, ao ser injetado no meio espalhador, sofre alargamento temporal devido aos múltiplos espalhamentos. Os raios que seguem, por exemplo, o caminho A, mudam pouco a sua trajetória e rapidamente atravessam o tecido. Os raios que seguem o caminho B ficam presos no tecido por um tempo maior e contribuem para o alargamento do pulso e os que seguem a trajetória C não atravessam o tecido, eles retornam para o meio original por reflexão.
Com relação ao texto acima e aos princípios envolvidos na técnica apresentada, julgue os itens subseqüentes.
O alargamento do pulso pode estar relacionado com o número de reflexões no meio espalhador.
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A análise da reflexão da luz que incide sobre os tecidos fornece informações potencialmente úteis para o diagnóstico de câncer. O método tem a vantagem de usar uma radiação não-ionizante que, ao contrário do que ocorre com os raios X, não oferece risco aos pacientes. A técnica consiste basicamente na aplicação de um feixe de laser sobre tecidos, que se espalha de múltiplas formas, diferentemente do que ocorre nos meios translúcidos, onde não há obstáculos para a sua propagação. O tempo de atraso acarretado pelas diversas reflexões é mensurável e varia de um tecido para outro, servindo de base para o cálculo do chamado coeficiente de espalhamento. Como os tecidos atingidos pelo câncer tornam-se muito mais espalhadores que os tecidos saudáveis, a técnica permite, a partir de um determinado estágio, detectar lesões cancerosas. A luz que retorna do tecido ao meio externo é captada por um detector que registra as informações obtidas.

A figura acima mostra, esquematicamente, o meio espalhador onde cada ponto (centro espalhador) representa um obstáculo que provoca o espalhamento da luz. Um pulso ultracurto, ao ser injetado no meio espalhador, sofre alargamento temporal devido aos múltiplos espalhamentos. Os raios que seguem, por exemplo, o caminho A, mudam pouco a sua trajetória e rapidamente atravessam o tecido. Os raios que seguem o caminho B ficam presos no tecido por um tempo maior e contribuem para o alargamento do pulso e os que seguem a trajetória C não atravessam o tecido, eles retornam para o meio original por reflexão.
Com relação ao texto acima e aos princípios envolvidos na técnica apresentada, julgue os itens subseqüentes.
A técnica descrita acima baseia-se no fato de que a velocidade de propagação da luz independe do meio no qual se propaga.
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