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A respeito de diversos aspectos da psicologia da saúde, julgue os itens a seguir.
De acordo com o modelo transacional, é possível compreender o estresse, no contexto do adoecimento, com base no exame dos eventos ambientais e das respostas do indivíduo, separadamente.
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A respeito de diversos aspectos da psicologia da saúde, julgue os itens a seguir.
O conceito do processo saúde-doença tem evoluído nas últimas décadas, passando do foco principal nas aproximações negativas para concepções mais vinculadas a uma aproximação positiva.
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No que se refere à psicopatologia, julgue os itens a seguir.
Perturbação da concentração, hipervigilância e alterações no padrão de sono são sintomas que podem estar presentes em crianças ou adultos com transtorno de estresse pós-traumático.
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No que se refere à psicopatologia, julgue os itens a seguir.
Humor disfórico, aumento de apetite e sonhos desagradáveis são sintomas que podem estar presentes na abstinência de estimulantes.
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No que se refere à psicopatologia, julgue os itens a seguir.
O transtorno disruptivo da desregulação de humor é marcado por explosões de raiva recorrentes e graves, e o primeiro diagnóstico não deve ser feito antes de o paciente completar 6 anos de idade.
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No que se refere à psicopatologia, julgue os itens a seguir.
Insônia, agitação psicomotora e náusea ou vômito são sintomas que podem estar presentes tanto na abstinência de opioides como na abstinência de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.
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No que se refere à psicopatologia, julgue os itens a seguir.
O prejuízo cognitivo é um aspecto central na esquizofrenia, já presente no primeiro episódio psicótico.
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Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Caso seja realizado com Marcos trabalho terapêutico de enfoque psicodramático, a busca de crenças alternativas mais adaptativas consistirá em um dos objetivos centrais.
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Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Se for realizada uma avaliação psicológica de Marcos, o teste de Rorschach poderá ser utilizado com o objetivo de contribuir para uma avaliação idiográfica do jovem.
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Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral, acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência. Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga. Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu ‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil. Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Em casos como o de Marcos, a terapia cognitivo-comportamental visa à redução da frequência e da intensidade de sintomas psicóticos, bem como do sofrimento associado ao transtorno e da ocorrência de possíveis recaídas.
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