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Em um ambiente com sistema operacional Linux, quando se deseja originar uma estrutura hierárquica de diretórios, de modo que se crie um diretório filho, mesmo que o diretório pai não exista, mas também, ao mesmo tempo, seja criado esse inexistente diretório pai, deve-se utilizar o comando:
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Fernanda observa um prédio a uma distância de 40 m (quarenta metros). A altura do prédio é de 30 m (trinta metros). Qual a distância do ponto em que Fernanda se encontra até o topo do prédio?
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Com relação à geografia do Acre, é correto afirmar que:
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Considere uma planilha do MS Excel 2010, em português, dada a seguir.

A execução da fórmula =DESLOC(C6;-2;2) na célula F6 resultará no valor:
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Texto para responder a questão.
Os ratos
Há ali perto um ruído, dum móvel dali do quarto. Venha! Incorpora no chiado amorfo, unido... Tem medo de decompor esse conjunto, de seguir uma linha qualquer naquela massa...
Agora é um guinchinho... Várias notinhas geminadas... Parou... O seu chiado voltou a ter aquela uniformidade, aquela continuidade... E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer?
Ele se põe a escutar agudamente. Um esforço para afastar aquele conjunto amorfo de ruidozinhos, aquele chiado... Lá está, num canto, no chão, o guinchinho, feito de várias notinhas geminadas, fininhas...
São os ratos!... Vai escutar com atenção, a respiração meio parada. Hão de ser muitos: há várias fontes daquele guinchinho, e de quando em quando, no forro, em vários pontos, o rufar...
A casa está cheia de ratos...
[...]
Está com sono. Mas é preciso reagir. É preciso examinar bem...
E ele passa outra vez a sua ideia numa crítica. Vê tudo quanto há de sensato e de absurdo nela...
Acordar Adelaide?
Ouve a sua voz, volumosa, retumbando ali dentro do quarto... Ouve-se dizer, com voz cavernosa, estranha, saindo do silêncio: " – Adelaide... Adelaide...” Ela não acorda no primeiro momento. “ – Adelaide ...” Não se anima. Talvez que o filho se mexa, que ela se acorde. Aí então, com voz baixa, natural, apenas informativa: " – Adelaide... Você não tem medo que os ratos possam... (“Sim...?”) estar mexendo no dinheiro?...” " – Não mexem, não.”- E ela se volta outra vez na cama para dormir...
Naziazeno se tranqüiliza...
Ouve a respiração do filho. Ele dorme um sono pesado, igual.
Naziazeno examina os “fundamentos” daquela sua tranqüilidade. Seria essa - está por jurar - a opinião de Adelaide... “Não mexem...” Pode se tranqüilizar, pois. Nunca ouviu falar que houvessem roído um dinheiro assim. " – Você acha possível, Adelaide, que os ratos roam dinheiro?...” “- É: eles roem papel. Dinheiro é um papel engraxado...”
Faz-se um grande tumulto dentro da sua cabeça!
[...]
Está exausto... Tem uma vontade de se entregar, naquela luta que vem sustentando, sustentando... Quereria dormir... Aliás, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento... Quereria dormir...
Não sabe que horas são. De fora, do pátio, chega-lhe um como que pipilar, muito fraco e espaçado.
Quereria dormir...
Mas que é isso?!... Um baque?...
Um baque brusco do portão. Uma volta sem cuidado da chave. A porta que se abre com força, arrastando. Mas um breve silêncio, como que uma suspensão... Depois, ele ouve que lhe despejam (o leiteiro tinha, tinha ameaçado cortar-lhe o leite...) que lhe despejam festivamente o leite. (O jorro é forte, cantante, vem de muito alto...) - Fecham furtivamente a porta... Escapam passos leves pelo pátio... Nem se ouve o portão bater...
E ele dorme.
MACHADO, Dyonélio. Os ratos. 7. ed. São Paulo: Ática, 1980. p.149-57.
Vocabulário: via-crúcis - caminho da cruz.
De acordo com os estudos de sintaxe, o elemento destacado em “(o leiteiro tinha, tinha ameaçado cortar-LHE o leite...)”:
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Texto para responder a questão.
Os ratos
Há ali perto um ruído, dum móvel dali do quarto. Venha! Incorpora no chiado amorfo, unido... Tem medo de decompor esse conjunto, de seguir uma linha qualquer naquela massa...
Agora é um guinchinho... Várias notinhas geminadas... Parou... O seu chiado voltou a ter aquela uniformidade, aquela continuidade... E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer?
Ele se põe a escutar agudamente. Um esforço para afastar aquele conjunto amorfo de ruidozinhos, aquele chiado... Lá está, num canto, no chão, o guinchinho, feito de várias notinhas geminadas, fininhas...
São os ratos!... Vai escutar com atenção, a respiração meio parada. Hão de ser muitos: há várias fontes daquele guinchinho, e de quando em quando, no forro, em vários pontos, o rufar...
A casa está cheia de ratos...
[...]
Está com sono. Mas é preciso reagir. É preciso examinar bem...
E ele passa outra vez a sua ideia numa crítica. Vê tudo quanto há de sensato e de absurdo nela...
Acordar Adelaide?
Ouve a sua voz, volumosa, retumbando ali dentro do quarto... Ouve-se dizer, com voz cavernosa, estranha, saindo do silêncio: " – Adelaide... Adelaide...” Ela não acorda no primeiro momento. “ – Adelaide ...” Não se anima. Talvez que o filho se mexa, que ela se acorde. Aí então, com voz baixa, natural, apenas informativa: " – Adelaide... Você não tem medo que os ratos possam... (“Sim...?”) estar mexendo no dinheiro?...” " – Não mexem, não.”- E ela se volta outra vez na cama para dormir...
Naziazeno se tranqüiliza...
Ouve a respiração do filho. Ele dorme um sono pesado, igual.
Naziazeno examina os “fundamentos” daquela sua tranqüilidade. Seria essa - está por jurar - a opinião de Adelaide... “Não mexem...” Pode se tranqüilizar, pois. Nunca ouviu falar que houvessem roído um dinheiro assim. " – Você acha possível, Adelaide, que os ratos roam dinheiro?...” “- É: eles roem papel. Dinheiro é um papel engraxado...”
Faz-se um grande tumulto dentro da sua cabeça!
[...]
Está exausto... Tem uma vontade de se entregar, naquela luta que vem sustentando, sustentando... Quereria dormir... Aliás, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento... Quereria dormir...
Não sabe que horas são. De fora, do pátio, chega-lhe um como que pipilar, muito fraco e espaçado.
Quereria dormir...
Mas que é isso?!... Um baque?...
Um baque brusco do portão. Uma volta sem cuidado da chave. A porta que se abre com força, arrastando. Mas um breve silêncio, como que uma suspensão... Depois, ele ouve que lhe despejam (o leiteiro tinha, tinha ameaçado cortar-lhe o leite...) que lhe despejam festivamente o leite. (O jorro é forte, cantante, vem de muito alto...) - Fecham furtivamente a porta... Escapam passos leves pelo pátio... Nem se ouve o portão bater...
E ele dorme.
MACHADO, Dyonélio. Os ratos. 7. ed. São Paulo: Ática, 1980. p.149-57.
Vocabulário: via-crúcis - caminho da cruz.
Sobre o texto leia as afirmativas a seguir.
I. A entrega do leite é a prova concreta de que Naziazeno superou a dificuldade, é a materialização de sua vitória, ao menos naquela situação.
II. Por ter atingido seu objetivo, Naziazeno está tranqüilo, aliviado, de novo um homem.
III. As repetições de ideias, sobretudo da frase “Quereria dormir” sugerem o movimento da consciência , cujas ideias vão e vêm continuamente.
Está correto apenas o que se afirma em:
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O conjunto de órgãos e agentes estatais no exercício da função administrativa denomina-se:
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Acerca das punições disciplinares, nos moldes do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Acre, previsto no Decreto n° 286/1984, assinale a assertiva correta.
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Apesar da importância da bacia hidrográfica do rio Acre, no contexto do desenvolvimento do estado, este rio é afluente de um outro importante rio da região, denominado:
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Segundo a regra geral, estando o réu preso preventivamente, o inquérito policial deverá ser concluído em 10(dez) dias, contando-se o termo inicial do prazo a partir:
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